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* Temperatura: Atuam em uma faixa entre 100⁰C e 200⁰C
* Temperatura, Atuam em uma faixa entre 100⁰C e 200⁰C
* Ligas ternárias
 
* Resistividade
* As ligas ternárias de '''Ferro''',''' Níquel''' e '''Cromo''' são as que melhor satisfazem às condições de
* Coloração
resistividade elevada
* Oxidação
**Baixa variação de Resistividade mesmo empregando altas temperaturas;
* Resistência química
 
* Características mecânicas
* Apresentam grande resistência química aos agente oxidantes;
* Dano a saúde humana
 
* Origem
* Suas Características Mecânicas são capazes de permitir um funcionamento prolongado a alta temperatura, sem deformação excessiva;
* Ligas mais comuns
 
*A presença de cromo à Liga, melhora a resistência às ações químicas da liga e confere-lhe boas características mecânicas;
 
 
 
* Existem cinco ligas que habitualmente se empregam na resolução de problemas diversos, variam na concentração dos três materiais empregados
**Liga A: 12Ni + 12Cr + 76Fe.
***Resistências de aquecimento a temperatura moderada e reostatos de arranque de motores;
**Liga B: 36Ni + 11Cr + 53Fe
***Aquecimento doméstico e Reostatos de Tração;
**Liga C: 48Ni + 22Cr + 30Fe
***Fornos de tratamento de altas temperaturas e aparelhos de Medida;
**Liga D: 60Ni + 15Cr + 25Fe
***Basicamente as mesmas aplicações anteriores;
**Liga E: 80Ni + 20Cr
***Aplicável em radiadores luminosos, fornos de tratamento a altas temperaturas, resistências de medidas.
 
'''Carbono e Grafite (C)'''
*Carbono em sistema cúbico (Diamante), nao conduz eletricidade;
[[Arquivo:Diamante.jpg]]
 
*Outras variedades de Carbono conduzem eletricidade a temperaturas elevadas(+/-600⁰C)
**Grafites e Carbonos amorfos
[[Arquivo:Carbono_Amorfo.jpg]]
* Matérias mais utilizadas são derivados de coque e grafites naturais que são moídos, peneirados e adicionados de um ligante.
 
= Aplicações =
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= Aplicações =
*Fabricação de reostatos,
[[Arquivo:Reostatos.jpg]]
*Resistências de aquecimento para fornos elétricos
[[Arquivo:Forno.jpg]]
*Aquecedores e aparelhos de laboratório;
[[Arquivo:Aquecedor.jpg]]
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= Curiosidades =
= Curiosidades =
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*Os fios resistentes são normalmente revestidos de uma película impermeável e isolante de óxido, a qual permite bobinar resistências com as espiras encostadas, desde que a diferença de potencial entre os pontos vizinhos não exceda 2V;
*As ligas atualmente empregadas substituem ligas de cobre, níquel e zinco e também níquel e prata em aplicações elétricas;
*As ligas cobre-níquel possuem um coeficiente de termorresistividade praticamente nulo às temperaturas normais, o que é importante para a construção de aparelhos de medida de precisão.
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= Resumo =
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* Nesse caso a faixa de temperatura se move entre 100 e 200oC. As ligas ternárias de ferro, níquel e cromo são as que melhor satisfazem às condições de resistividade  elevada,  pequena  variação  da  resistividade  com  a  temperatura,  grande  resistência química aos agente oxidantes, carburantes ou sulfurantes e têm propriedades mecânicas capazes de permitirem um funcionamento prolongado a alta temperatura, sem deformação excessiva.
* A presença de cromo melhora a resistência às ações químicas da liga e confere-lhe boas características mecânicas. Há  umas  cinco  ligas  que  habitualmente  se  empregam  na  resolução  de  problemas diversos,  tais  como:  fabricação  de  reostatos,  resistências  de  aquecimento  para  fornos, aquecedores e aparelhos de laboratório, etc.
* Os fios resistentes são normalmente revestidos de uma película impermeável e isolante de óxido, a qual permite bobinar resistências com as espiras encostadas, desde que a diferença de potencial entre os pontos vizinhos não exceda qualquer coisa como 2V.
* Isto  permite  fabricar  reostatos  de  variação  dita  contínua,  com  um  contato  deslizantes. Estes reostatos suportam geralmente temperaturas da ordem dos 600oC.
* As ligas habitualmente empregadas são as seguintes:
:: Liga  A:  12Ni  +  12Cr  +  76Fe.  Aplicada  em  resistências  de  aquecimento  a  temperatura moderada e reostatos de arranque de motores.
:: Liga  B:  36Ni  +  11Cr  +  53Fe.  Aplicada  em  resistências  de  aquecimento  a  temperatura moderada. Aquecimento doméstico. Reostatos de motores de tração.
:: Liga C: 48Ni + 22Cr + 30Fe. Aplicada na fabricação de radiadores, fornos de tratamento a altas temperaturas e em aparelhos de medida.
:: Liga D: 60Ni + 15Cr + 25Fe. Aplicações análogas às da anterior.
:: Liga  E:  80Ni  +  20Cr.  Aplicável  em  radiadores  luminosos,  fornos  de  tratamento  a  altas temperaturas, aparelhos de laboratório e resistências de medidas.
* As ligas com níquel e cromo têm elevada resistividade e baixo coeficiente de  termorresistividade,  associados  a  uma  alta  resistência  à  oxidação  e  à  alteração  a  altas temperaturas.
* As ligas cobre-níquel têm menor resistividade que as de níquel-cromo e resistem pior às altas  temperaturas,  mas  têm  um  coeficiente  de  termorresistividade  praticamente  nulo  às temperaturas normais, o que é importante para a construção de aparelhos de medida de precisão.
* As ligas de cobre, níquel e zinco ou níquel  e prata foram primitivamente utilizadas para aplicações elétricas, mas foram sendo preteridas em favor das anteriormente mencionadas.
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= Referência bibliográfica =
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* G.Rolim, Jaqueline - '''Materiais Elétricos''', UFSC;
* Schimidt, W. - Materiais Elétricos - Vol I Ed. Edgard Blucher, 1979.

Edição atual tal como às 02h49min de 29 de julho de 2014

Ligas para Fins de Regulação


  • Temperatura, Atuam em uma faixa entre 100⁰C e 200⁰C
  • As ligas ternárias de Ferro, Níquel e Cromo são as que melhor satisfazem às condições de

resistividade elevada

    • Baixa variação de Resistividade mesmo empregando altas temperaturas;
  • Apresentam grande resistência química aos agente oxidantes;
  • Suas Características Mecânicas são capazes de permitir um funcionamento prolongado a alta temperatura, sem deformação excessiva;
  • A presença de cromo à Liga, melhora a resistência às ações químicas da liga e confere-lhe boas características mecânicas;


  • Existem cinco ligas que habitualmente se empregam na resolução de problemas diversos, variam na concentração dos três materiais empregados
    • Liga A: 12Ni + 12Cr + 76Fe.
      • Resistências de aquecimento a temperatura moderada e reostatos de arranque de motores;
    • Liga B: 36Ni + 11Cr + 53Fe
      • Aquecimento doméstico e Reostatos de Tração;
    • Liga C: 48Ni + 22Cr + 30Fe
      • Fornos de tratamento de altas temperaturas e aparelhos de Medida;
    • Liga D: 60Ni + 15Cr + 25Fe
      • Basicamente as mesmas aplicações anteriores;
    • Liga E: 80Ni + 20Cr
      • Aplicável em radiadores luminosos, fornos de tratamento a altas temperaturas, resistências de medidas.

Carbono e Grafite (C)

  • Carbono em sistema cúbico (Diamante), nao conduz eletricidade;

  • Outras variedades de Carbono conduzem eletricidade a temperaturas elevadas(+/-600⁰C)
    • Grafites e Carbonos amorfos

  • Matérias mais utilizadas são derivados de coque e grafites naturais que são moídos, peneirados e adicionados de um ligante.

Aplicações



  • Fabricação de reostatos,

  • Resistências de aquecimento para fornos elétricos

  • Aquecedores e aparelhos de laboratório;


Curiosidades



  • Os fios resistentes são normalmente revestidos de uma película impermeável e isolante de óxido, a qual permite bobinar resistências com as espiras encostadas, desde que a diferença de potencial entre os pontos vizinhos não exceda 2V;
  • As ligas atualmente empregadas substituem ligas de cobre, níquel e zinco e também níquel e prata em aplicações elétricas;
  • As ligas cobre-níquel possuem um coeficiente de termorresistividade praticamente nulo às temperaturas normais, o que é importante para a construção de aparelhos de medida de precisão.


Resumo


  • Nesse caso a faixa de temperatura se move entre 100 e 200oC. As ligas ternárias de ferro, níquel e cromo são as que melhor satisfazem às condições de resistividade elevada, pequena variação da resistividade com a temperatura, grande resistência química aos agente oxidantes, carburantes ou sulfurantes e têm propriedades mecânicas capazes de permitirem um funcionamento prolongado a alta temperatura, sem deformação excessiva.


  • A presença de cromo melhora a resistência às ações químicas da liga e confere-lhe boas características mecânicas. Há umas cinco ligas que habitualmente se empregam na resolução de problemas diversos, tais como: fabricação de reostatos, resistências de aquecimento para fornos, aquecedores e aparelhos de laboratório, etc.


  • Os fios resistentes são normalmente revestidos de uma película impermeável e isolante de óxido, a qual permite bobinar resistências com as espiras encostadas, desde que a diferença de potencial entre os pontos vizinhos não exceda qualquer coisa como 2V.


  • Isto permite fabricar reostatos de variação dita contínua, com um contato deslizantes. Estes reostatos suportam geralmente temperaturas da ordem dos 600oC.
  • As ligas habitualmente empregadas são as seguintes:
Liga A: 12Ni + 12Cr + 76Fe. Aplicada em resistências de aquecimento a temperatura moderada e reostatos de arranque de motores.
Liga B: 36Ni + 11Cr + 53Fe. Aplicada em resistências de aquecimento a temperatura moderada. Aquecimento doméstico. Reostatos de motores de tração.
Liga C: 48Ni + 22Cr + 30Fe. Aplicada na fabricação de radiadores, fornos de tratamento a altas temperaturas e em aparelhos de medida.
Liga D: 60Ni + 15Cr + 25Fe. Aplicações análogas às da anterior.
Liga E: 80Ni + 20Cr. Aplicável em radiadores luminosos, fornos de tratamento a altas temperaturas, aparelhos de laboratório e resistências de medidas.


  • As ligas com níquel e cromo têm elevada resistividade e baixo coeficiente de termorresistividade, associados a uma alta resistência à oxidação e à alteração a altas temperaturas.


  • As ligas cobre-níquel têm menor resistividade que as de níquel-cromo e resistem pior às altas temperaturas, mas têm um coeficiente de termorresistividade praticamente nulo às temperaturas normais, o que é importante para a construção de aparelhos de medida de precisão.


  • As ligas de cobre, níquel e zinco ou níquel e prata foram primitivamente utilizadas para aplicações elétricas, mas foram sendo preteridas em favor das anteriormente mencionadas.


Referência bibliográfica


  • G.Rolim, Jaqueline - Materiais Elétricos, UFSC;
  • Schimidt, W. - Materiais Elétricos - Vol I Ed. Edgard Blucher, 1979.