Página substituída por '= Conceito = <br> * <br> = Tipos = <br> * <br> = Funcionamento = <br> * <br> = Softwares = <br> * <br> = Exemplo = <br> * <br> = Imagem = <br> * <...'
 
(23 revisões intermediárias por 3 usuários não estão sendo mostradas)
Linha 1: Linha 1:
= Conceito =
= Conceito =
Conjunto de equipamentos interligados de maneira que eles possam trocarem informações e compartilharem recursos, como arquivos de dados gravados.
<br>
[[Arquivo:conceito.jpg]]
 
*
<br>
 
 
= Tipos =
<br>
 
*
<br>
 
 
= Funcionamento =
<br>


= Tipos de rede =
*
<br>


== WAN - Wide Área Network==
É uma rede de comunicação de dados que cobre uma área geográfica extensa e oferece uma transmissão de dados provida de operadoras de telefonia. Tornaram-se necessárias devido ao crescimento das empresas, pois as LAN’s não eram mais suficientes para atender a demanda, porque geralmente era necessário passar informações de uma empresa para outra de forma rápida e eficiente.
[[Arquivo:wan01]]


== MAN - Metropolitan Area Network ==
= Softwares =
São redes que ocupam o perímetro de um bairro ou uma cidade. Permitem que empresas com filiais em bairros
<br>
diferentes se comuniquem entre si.
 
*
<br>


== LAN - Local Área Network ==
São ligações entre microcomputadores para que possam compartilhar informações . Em outras palavras, LAN é uma rede de comunicação a
uma distancia limitada que permite usuários compartilharem informações e recursos.


== PAN - Personal Area Network==
= Exemplo =
É formada por nós muito próximo uns dos outros, normalmente a distância não passa de uma dezena de metros. São um exemplo de PAN as redes do tipo Bluetooth.
<br>


= Ethernet =
*
Nos finais da década de 60, a Universidade de Hawai desenvolveu uma WAN (Wide Area
<br>
Network) chamada ALOHA utilizando o CSMA/CD como método de acesso ao meio.
Poderíamos dizer que este foi o início do padrão Ethernet.
Na década de 70, o consórcio de empresas formado pela Intel, Xerox e DEC,
desenvolveu o padrão Ethernet, o qual abrange a camada física e camada de link de dados do
modelo OSI.
Esta especificação permite uma interconexão eficiente de equipamentos e também a sua
implantação a um custo moderado. Esta especificação considera a camada física do modelo
OSI e divide a camada de link em duas partes: <br>
• Controle de Acesso <br>
• Controle de Enlace <br>  


A Camada física se encarrega de prover os serviços de transmissão e recepção
de dados, definindo as características: <br>
• Elétricas, níveis de tensão e impedância. <br>
• Mecânicas, tipo de conector e tipo de cabo <br>
• Funcionais, tempo de duração do dado e velocidade de transferência. <br>
• Sub-Camada de controle de acesso ao meio arbitra o compartilhamento do meio
de transmissão comum aos usuários da rede. <br>
• A subcamada de controle de enlace se encarrega de garantir uma comunicação
confiável entre os usuários. <br>
• O padrão Ethernet trafega os dados em forma de pacotes chamados frames. O
tamanho do frame em uma rede Ethernet pode estar entre 64 e 1.518 bytes, dos
quais, 18 bytes são de controle. <br>


= Topologias =
= Imagem =
Pode ser entendida como a maneira pela qual os enlaces de comunicações e dispositivos de comutação estão interligados, provendo efetivamente a transmissão do sinal entre nós da rede. <br>
Abaixo, segue alguns tipos de topologias. <br>
<br>
<br>
      • Barramento
É a topologia mais fácil de instalar. Nas redes de topologia barramento cada nó é
conectado a um único cabo (espinha dorsal), porém esta estrutura deve completar-se em
ambas as pontas com um conector especial chamado Terminador.
O desempenho de um sistema em barra comum é determinado pelo meio de transmissão,
número de nós conectados, controle de acesso, tipo de tráfego entre outros fatores.
Isso faz da topologia barramento a mais utilizada, que, ainda, possui alto poder de
expansão utilizando repetidores. Esta rede utiliza o cabo coaxial e o padrão de comunicação
Ethernet. <br>
Cada nó na barra pode ouvir todas as informações transmitidas. Esta característica facilita
as aplicações com mensagens do tipo difusão (para múltiplas estações). Existe uma variedade
de mecanismos para o controle de acesso à barra, que pode ser centralizado ou
descentralizado. A técnica adotada para acesso à rede é a multiplexação no tempo. Em
controle centralizado, o direito de acesso é determinado por uma estação especial da rede, o
Servidor. Em um ambiente de controle descentralizado, a responsabilidade de acesso é
distribuída entre todos os nós.  <br><br>


      • Anel 
*
Essa topologia é muito parecida com a topologia Estrela, porém seu funcionamento lógico
<br>
é completamente diferente.   
Os maiores problemas desta topologia são relativos à sua pouca tolerância a falhas.
Este modelo de topologia utiliza um HUB que internamente possui um anel que faz a
busca dos computadores. <br>
É importante lembrar que este movimento de anel é feito internamente no HUB.  <br>


      • Estrela 
Em uma topologia física estrela todos os dispositivos da rede são conectados a um
dispositivo central, este pode ser um computador Mainframe, um dispositivo comutador PBX, ou mais comumente, em dispositivos LAN’s atuais, um HUB ou concentrador.  <br>
A topologia lógica tipo estrela é comum em ambiente de rede de grande porte, ou em
ambiente de rede utilizando PBX como um dispositivo comutador central de dados. Nos
ambientes LAN mais comuns, a estrela é implementada como física e não como uma topologia
lógica. Este modelo de topologia utiliza-se do padrão de comunicação Ethernet e do padrão de
comunicação ArcNet, Ethernet quando se utiliza de cabo par trançado e ArcNet quando se
utiliza de cabo coaxial. <br>
Existem outras topologias, tais como: Encadeada, Grafo (Parcial), Híbrida e Árvore. <br>


= Referências Bibliográficas =
= Referências =
- SOUZA, Lindeberg Barros de. Redes de Computadores - Guia Total. 1ª ed. São Paulo: Érica. <br>
- MORAES, Alexandre Fernandes de. Redes de Computadores – Fundamentos. 6ª ed. São Paulo: Érica. <br>
- MARIN, Paulo Sérgio Cabeamento Estruturado - Desvendando cada passo: do projeto à instalação. 3ª ed. São Paulo: Érica. <br>
- DERFLER Jr, Frank J. e Freed, Les. Como Funcionam as Redes III. 4ª ed. São Paulo: Quark Books.  <br>


Válida a pesquisa apenas em Livros, Artigos ou Revistas.
<br>


*
*  
<br>

Edição atual tal como às 15h56min de 5 de setembro de 2015

Conceito




Tipos




Funcionamento




Softwares




Exemplo




Imagem




Referências