André Carrijo (discussão | contribs)
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* Ilhas VoIP
* Ilhas VoIP
** As ilhas não se comunicam diretamente
** As ilhas não se comunicam diretamente
** A PSTN é utilizada como roteamento padrão entre as operadoras
** A PSTN (RTPC) é utilizada como roteamento padrão entre as operadoras
*** Serviços não oferecidos
*** Serviços não oferecidos
*** Aumento de custo
*** Aumento de custo
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* Utilizando essa interconexão, elimina o uso da PSTN e conversões IP/TDM e TDM/IP
* Utilizando essa interconexão, elimina o uso da PSTN e conversões IP/TDM e TDM/IP
* Diminui o custo de terminação de chamadas (não há valores pagos pelas prestadoras na PSTN)
* Diminui o custo de terminação de chamadas (não há valores pagos para prestadoras na PSTN)
* Possibilita novos serviços
* Possibilita novos serviços


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* Cenário 4
* Cenário 4
** Uma federação opera  a solução InterVoIP e realiza o encaminhamento das chamadas
** Uma federação opera  a solução InterVoIP e realiza o encaminhamento das chamadas
** Até o encaminhamento de chamadas é “terceirizado”
** Até o encaminhamento de chamadas é “terceirizado”
** Nenhum esforço para a empresa
** Nenhum esforço para a empresa
** A operadora disponibiliza a base de dados
** A operadora disponibiliza a base de dados


=Considerações=
=Considerações=

Edição atual tal como às 00h55min de 29 de novembro de 2011

Reunião 16 e 17/11

Nos dias 16 e 17/11/2011 o grupo do CPqD se reuniu em Uberlândia com os grupos da CTBC e da UFU. Estavam presentes:

Douglas - CTBC
Juliano - CTBC
Marco Aurélio - CTBC
Sérvolo - CTBC
Luiz Cláudio - CTBC/UFU
Eduardo - CTBC/UFU
Edgard - UFU
André - UFU
Alexandre Cardoso - UFU
Guardieiro - UFU
Saulo - UFU
Evandro - CPqD
Hélio - CPqD
Wilson - CPqD


O Wilson fez uma apresentação de conceitos e arquitetura relacionados ao projeto InterVoIP.

O Problema

  • Crescimento constante do VoIP, principalmente no setor corporativo
  • Ilhas VoIP
    • As ilhas não se comunicam diretamente
    • A PSTN (RTPC) é utilizada como roteamento padrão entre as operadoras
      • Serviços não oferecidos
      • Aumento de custo

A Solução

  • Chamada de VoIP Peering, pretende-se criar uma interconexão entre as provedoras de serviços originadoras e o destino para o estabelecimento de sessão entre assinantes em suas redes.
  • Interconexão entre provedoras de serviço com o objetivo de rotear em tempo-real a sinalização de chamadas entre seus respectivos clientes.

Vantagens

  • Utilizando essa interconexão, elimina o uso da PSTN e conversões IP/TDM e TDM/IP
  • Diminui o custo de terminação de chamadas (não há valores pagos para prestadoras na PSTN)
  • Possibilita novos serviços

Questão

O VoIP Peering ocorrerá sobre a infraestrutura de IP peering já existente?

  • Provavelmente não
  • Falta de QoS
  • Acordos comerciais diferentes
    • As operadoras dificilmente abrirão mão da receita gerada pela terminação de chamadas
  • Em suma: é necessário uma infraestrutura IP para troca de VoIP, mas esta infraestrutura provavelmente não será a Internet (por onde trafegamos dados)
  • Padrão emergente: IPX (IP eXchange) da GSMA
    • Evolução de GRX (GPRS Roaming eXchange), que já conecta operadoras móveis
    • É uma rede privada
    • Pode excluir as pequenas operadoras VoIP
  • Já existem outras redes IP privadas para tráfego de voz


Federações

  • Surge então a necessidade de criar entidades centralizadas que se comunicam entre si, as Federações.
  • Federnet - redes de Federações


Speermint

  • SSP - SIP Service Providers - Provê seviços SIP para os clientes
  • SBE - Signaling Path Border Element - Elemento de borda das operadoras, tráfego de mensagens inter-domínio
  • DBE - Data Path border Element - Elementos de dados, onde passa o tráfego de mídia, e não de sinalização. Pode ser controlado pelo SBE
  • LUF - Determina para qual operadora é o destino
  • LRF - Determina quais os dados necessários para o roteamento
  • SF - Encaminhamento dos dados


Cenários para o InterVoIP

  • Tarefa de avaliar o cenário e o modelo de negócio que podemos aplicar
  • Cenário 1
    • A operadora compra toda a solução
    • Uso interno para roteamento de chamadas aos parceiros de peering
    • Há necessidade de ter alguem especializado para fazer a integração da solução com a rede
  • Cenário 2
    • Cenário SaaS
    • Uma empresa especializada opera o registro e é responsável por disponibilizá-lo na forma de serviço
    • Há redução de investimento inicial por parte da operadora
    • Redução do custo operacional
    • A portadora mantém os dados sem disponibilizá-los
  • Cenário 3
    • Uma empresa especializada opera o registro
    • A operadora possui apenas a base de dados replicada
    • Dá mais trabalho para a empresa
  • Cenário 4
    • Uma federação opera a solução InterVoIP e realiza o encaminhamento das chamadas
    • Até o encaminhamento de chamadas é “terceirizado”
    • Nenhum esforço para a empresa
    • A operadora disponibiliza a base de dados

Considerações

  • Foi discutido também, a questão do plano de numeração.
    • Como resolver o plano de numeração, como se comunicar duas operadoras, uma com nome e outra com número nas ID's?
    • Todos no mundo tem que ter um número UNIVERSAL
    • Criar um plano de numeração universal com cabeçalho de pais + codigo de operadora + número local (exemplo)
  • Sobre os cenários, foram escolhidos como os mais viáveis, os cenários 2 e 4.
    • Foi sugerido pelo Sérvolo, a criação de um cenário intermediário entre os cenários 2 e 4, tendo nele itens escolhidos de cada um.
    • Nesse novo cenário, haverá uma entidade que analisará o originador e o destino escolhendo a melhor rota para a chamada, e no caso de o cliente não ter uma interconexão entre origem e destino, o InterVoIP poderá executá-la sem utilizar a PSTN.


Conclusões

  • O VoIP peering pode ocorrer em muitos cenários diferentes
  • Não há ainda um padrão definido
  • Padrões SPEERMINT e DRINKS
    • Bons guias para arquitetura e requisitos
    • Implementar pode ser um diferencial competitivo
  • Solução InterVoIP
    • Deverá ser flexível para adaptar-se aos diferentes modelos
    • Solução técnica está encaminhada
    • Há aspectos de segurança que não foram tratados