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Vou contar como pensei
Vou contar como pensei.
em um primeiro momento, levando em conta a falta de energia elétrica e a destruição de antenas e demais equipamentos de comunicação móvel, passei a imaginar uma coisa que não dependesse de energia elétrica (salvo apenas as pilhas e pequenas baterias). Com tal problema, não sei por qual motivo veio na minha cabeça um pombo correio ( estranho não? mais comecei a imaginar como eu poderia usar um pombo correio).
Em um primeiro momento, levando em conta a falta de energia elétrica e a destruição de antenas e demais equipamentos de comunicação móvel, passei a imaginar uma coisa que não dependesse de energia elétrica (salvo apenas as pilhas e pequenas baterias). Com tal problema, não sei por qual motivo veio na minha cabeça um pombo correio ( estranho não? mais comecei a imaginar como eu poderia usar um pombo correio).
Em um primeiro momento pensei em um dispositivo em um local seguro, uma espécie de gaiola onde a pessoa teria que ir todos os dias, digitar uma senha, se ficasse um dia sem digitar essa senha o dispositivo abria e o pombo levaria a mensagem pra um local previamente estipulado (no caso teria que treinar o pombo pra isso rs) esse local poderia ser qualquer lugar que tivesse condição de ajudar.
Em um primeiro momento pensei em um dispositivo em um local seguro, uma espécie de gaiola onde a pessoa teria que ir todos os dias, digitar uma senha, se ficasse um dia sem digitar essa senha o dispositivo abria e o pombo levaria a mensagem pra um local previamente estipulado (no caso teria que treinar o pombo pra isso rs) esse local poderia ser qualquer lugar que tivesse condição de ajudar.
Em um segundo momento, imaginei um sistema sem o pombo. Pensei em algum aparelho que iria medir a temperatura do corpo ou ate mesmo os sinais elétricos (com tais dados não daria pra saber se o individuo ainda esta vivo?)e iria enviar uma mensagem para um satélite. Não sei qual mensagem seria mais quem sabe 0 ou 1 (vivo ou morto) sei la qualquer coisa. De posse de tal mensagem, os órgãos competentes  juntamente com a familia (que sabe mais ou menos por onde a pessoa andava naquele momento) poderiam procurar o desaparecido, se supormos que o acidente foi as 15 horas, a familia tem condição de saber se nesse horário ele estava em casa ou se estava no trabalho ou outro lugar qualquer e então as equipes de resgate poderiam ser muito mais eficiente, vasculhando os escombros apenas em locais onde tem a possibilidade de encontrar sobreviventes. Não pensei em um sistema de rastreamento pois entra aquela velha questão da privacidade. O equipamento que pensei teria que ser preso ao corpo como um relógio por exemplo.
Em um segundo momento, imaginei um sistema sem o pombo. Pensei em algum aparelho que iria medir a temperatura do corpo ou ate mesmo os sinais elétricos (com tais dados não daria pra saber se o individuo ainda esta vivo?)e iria enviar uma mensagem para um satélite. Não sei qual mensagem seria mais quem sabe 0 ou 1 (vivo ou morto) sei la qualquer coisa. De posse de tal mensagem, os órgãos competentes  juntamente com a familia (que sabe mais ou menos por onde a pessoa andava naquele momento) poderiam procurar o desaparecido, se supormos que o acidente foi as 15 horas, a familia tem condição de saber se nesse horário ele estava em casa ou se estava no trabalho ou outro lugar qualquer e então as equipes de resgate poderiam ser muito mais eficiente, vasculhando os escombros apenas em locais onde tem a possibilidade de encontrar sobreviventes. Não pensei em um sistema de rastreamento pois entra aquela velha questão da privacidade. O equipamento que pensei teria que ser preso ao corpo como um relógio por exemplo.
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[[Usuário:Thiago|Thiago]] 19h58min de 16 de março de 2011 (BRT)
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Edição atual tal como às 23h25min de 16 de março de 2011

Vou contar como pensei. Em um primeiro momento, levando em conta a falta de energia elétrica e a destruição de antenas e demais equipamentos de comunicação móvel, passei a imaginar uma coisa que não dependesse de energia elétrica (salvo apenas as pilhas e pequenas baterias). Com tal problema, não sei por qual motivo veio na minha cabeça um pombo correio ( estranho não? mais comecei a imaginar como eu poderia usar um pombo correio). Em um primeiro momento pensei em um dispositivo em um local seguro, uma espécie de gaiola onde a pessoa teria que ir todos os dias, digitar uma senha, se ficasse um dia sem digitar essa senha o dispositivo abria e o pombo levaria a mensagem pra um local previamente estipulado (no caso teria que treinar o pombo pra isso rs) esse local poderia ser qualquer lugar que tivesse condição de ajudar. Em um segundo momento, imaginei um sistema sem o pombo. Pensei em algum aparelho que iria medir a temperatura do corpo ou ate mesmo os sinais elétricos (com tais dados não daria pra saber se o individuo ainda esta vivo?)e iria enviar uma mensagem para um satélite. Não sei qual mensagem seria mais quem sabe 0 ou 1 (vivo ou morto) sei la qualquer coisa. De posse de tal mensagem, os órgãos competentes juntamente com a familia (que sabe mais ou menos por onde a pessoa andava naquele momento) poderiam procurar o desaparecido, se supormos que o acidente foi as 15 horas, a familia tem condição de saber se nesse horário ele estava em casa ou se estava no trabalho ou outro lugar qualquer e então as equipes de resgate poderiam ser muito mais eficiente, vasculhando os escombros apenas em locais onde tem a possibilidade de encontrar sobreviventes. Não pensei em um sistema de rastreamento pois entra aquela velha questão da privacidade. O equipamento que pensei teria que ser preso ao corpo como um relógio por exemplo. Essa foi minha ideia mas, achei a idéia do Luiz Cláudio muito mais interessante.


Thiago 19h58min de 16 de março de 2011 (BRT)

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