Sem resumo de edição
 
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= Escopo =
= Coordenador =
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Este projeto tem o objetivo de desenvolver uma soluçao que resolva a questao do canal de retorno para a tecnologia de TV Digital. Como sabemos, a TV Digital trouxe duas novidades basicas: a alta qualidade da imagem e a interatividade.
* Diretor DIRCO - UFU
<br>


A qualidade ja esta presente nos lares dos usuarios que adquiriram TVs com essa caracteristicas porem a interatividade ainda nao e efetivamente usada porque o usuario precisa ter um equipamento (middleware) que integra o dispositivo com o aplicativo.


Nessa linha, e necessario criar uma comunicaçao entre a casa do telespectador e a operadora de TV. A proposta deste projeto e implementar este caminho que permitira as operadoras liberarem serviços de interatividade quando os aparelhos chegarem no mercado.
='''Escopo'''=
 
Este projeto tem o objetivo de desenvolver uma solução que resolva a questão do canal de retorno para a tecnologia de TV Digital. Como sabemos, a TV Digital trouxe duas novidades básicas: a alta qualidade da imagem e a interatividade.
 
A qualidade ja está presente nos lares dos usuários que adquiriram TVs com essa características porém a interatividade ainda não e efetivamente usada porque o usuário precisa ter um equipamento (middleware) que integra o dispositivo com o aplicativo.
 
Nessa linha, é necessário criar uma comunicação entre a casa do telespectador e a operadora de TV. A proposta deste projeto e implementar este caminho que permitirá as operadoras liberarem serviços de interatividade quando os aparelhos chegarem no mercado.
<br>
 
= [[Ginga]] =
<br>
 
* [[Treinamento Ginga]]
<br>
 
* Rio de Janeiro
** Apartamento 407 do Windsor Plaza Hotel
** Avenida princesa Izabel, nro 263
** Bairro Copacabana
** Telefone  (21)22011-010
<br>


= Etapas =
= Etapas =
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= Projeto =
= Projeto =
== Versão Rascunho ==
===[[TV Interativa]]===
*Introdução
 
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Hoje com a tecnologia da tv digital,
** '''Tema/objeto/delimitação espacial/delimitação temporal e título'''
TV Digital e Canal de Retorno, desenvolvimento para a interatividade na Tv, Brasil , ano 2003, Canal de Retorno e Interatividade na Tv Digital
*** '''Problema'''
Como prover o retorno das informações na interatividade utilizando a infraestrutura  de telecom, Junto a emissora de tv, desenvolvimento de um PCR (provedor de canal de retorno)
*** '''Justificativas'''
Para um total funcionamento da tv Digital, temos que ter uma infraestrutura onde todas as respostas da interatividade tenham um retorno que possa haver a interação, estudos hoje já esboçam modelos de como ser feito mais ainda não testado e não implementados nas emissoras. Diante disso ainda um certo período de estudo para total funcionamento da interatividade no aparelho televisivo
** '''Objetivos(geral e específico)'''
Apresentar a tecnologia da tv digital, abordando toda sua utilidade dentro do âmbito, educacional, informativo, interativo, para que possa ter uma maior versatilidade no aparelho de televisão.
Discutir sobre a importância  do canal de retorno para o funcionamento da interatividade
Analisar estratégias para efetivação da interatividade via algumas tecnologias como WI-Fi, Wimax, Dialup, Par metálico, Ethernet
* '''Hipóteses'''
A hipótese mais fundamentada seria da seguinte forma, seria montada uma estrutura que chama PCR onde esta estrutura seria ligada direto a emissora de televisão, o pcr iria transmitir o sinal das aplicações via fibra óptica, chegando os pacotes na operadora ela iria multiplexar o sinal que vem dos pcr’s, junto ao sinal televisivo, após a utilização do usuário na sua tv esta informação iria voltar para o provedor de canal de retorno, tendo assim a interatividade no seu aparelho televisivo.
** '''Fundamentação teórica'''
Canal de Retorno em TV Digital
Técnicas e abordagens para a efetivação da interatividade televisiva
Filipi Zimmermann
Canal de Interatividade em TV Digital
Marcus Aurélio Ribeiro Manhães, Pei Jen Shieh, Amilton da Costa Lamas*
e Pedro Eduardo de Oliveira Macedo
Canal de Retorno para TV Digital com
Interatividade Condicionada por Mecanismo de
Sinalização Contínua e Provisionamento de
Banda Orientado a QoS
M. Margalho, R. Francês e J. C. W. A. Costa
** '''Metodologia'''
Este trabalho sera realizado como estudo com pesquisas e teste, desenvolvimento do projeto com a construção de uma aplicação e após testes colocaremos em em televisores com a tecnologia, e após os testes partiremos para a estudo  da estrutura que irá prover o retorno da interatividade com a criação de PCR’s, durante os testes.
* Cronograma
Aplicações e suas respectivas plataformas NCL/LUA GINGA/JAVA
Enquete para TV, dispositivos móveis e portáteis
Tipos de dispositivos Dispositivos Físicos
Forma de conexões, ADSL, USB, WI-FI, Wimax, Dial-Up
 
* '''Referências'''
Introdução a TV Digital
Fundamentos do Sistema e suas Aplicações
Superior Technologies in Broadcasting
* Anexo


= Normas =
= Normas =
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[[TV Interativa - 12/04/11]]<br>
[[TV Interativa - 12/04/11]]<br>
[[TV Interativa - 13/04/11]]<br>
[[TV Interativa - 13/04/11]]<br>
[[TV Interativa - 25/04/11]]<br>
[[TV Interativa - 08/06/11]]<br>
[[TV Interativa - 10/11/11]]<br>
= Gestão do Conhecimento =
== Resumo da leitura ==
O Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) tem como principal objetivo implantar uma plataforma tecnológica digital baseada em televisão que promova a inclusão social por meio do acesso à informação. No Brasil, a televisão é a tecnologia mais difundida depois do rádio, estando presente em mais de 90% das residências brasileiras, segundo o IBGE. Assim sendo, o SBTVD será um instrumento de inclusão digital para uma grande parte da população. Tal feito será realizado graças a interatividade, um dos serviços oferecidos pela TV Digital. Porém, para que essa interatividade seja estabelecida é necessário que haja um meio de comunicação que ligue o usuário ao provedor de serviço de interatividade: o canal de retorno. Sem ele, não há comunicação do usuário com a emissora e, portanto, não há interatividade.
Para a escolha do sistema de TV Digital, no qual o SBTVD se basearia, três sistemas foram analisados. O sistema norte americano, ATSC (Advanced Television Systems Committee), que prioriza a alta qualidade de imagem e som; o sistema japonês, ISDB (Integrated Services Digital Broadcast), que prima pela mobilidade; e o sistema europeu, DVB (Digital Video Broadcasting), que dá prioridade a uma gama de canais mais variada. Depois de vários estudos, foi escolhido para o sistema brasileiro o padrão ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcast Terrestrial).
O grande problema a ser enfrentado agora é o de que em nenhum dos padrões apontados apresenta uma solução para a interatividade como a que é requerida no SBTVD, que servirá de porta de entrada para o mundo digital para grande parte da população brasileira. Nesses países, a maior parte da população tem acesso a serviços de Internet de banda larga, de modo que seus sistemas de TV simplesmente utilizam desse meio para o canal de retorno.
A transmissão do sinal de TV da emissora até a casa dos usuários se dá por ''broadcast'', ou seja, a emissora envia o sinal em todas as direções, pois deseja que todos os usuários em sua área de cobertura recebam o sinal. Entretanto, não é viável usar do mesmo meio para se fazer o canal de retorno, uma vez que haverá um grande desperdício de potência, visto que o sinal deve ser enviado apenas em uma direção (apenas para a emissora), e nesse caso estaria sendo enviado em todas as direções.
Pensando nisso, vários estudos foram feitos listando possíveis tecnologias de redes de comunicação, suas vantagens e desvantagens para adoção como canal de retorno para o SBTVD. Algumas dessas tecnologias são:
* '''PSTN''' (''Public Switched Telephony Network'') - São as redes de telefonia fixa analógica. Possibilitam a conexão com a emissora por meio de conexão discada.
* '''ISDN''' (''Integrated Services Digital Network'') - Como o próprio nome já diz, esse tipo de tecnologia de redes apresenta linhas digitais de ponta a ponta.
* '''aDSL''' (''Assymetric Digital Subscriber Line'') - Utiliza a infra-estrutura das redes PSTN, porém, as ligações entre centrais se dão de forma digital. Diferentemente das PSTN, as redes aDSL permitem conexão banda larga.
* '''DOCSIS''' (''Data Over Cable Service Interface Specification'') - Permite o envio de dados nas redes de transmissão de TV a cabo.
* '''WiMAX''' (''Worldwide Interoperability for Microwave Access'') - A primeira tecnologia da lista a contar com conexão wireless. Conta com uma cobertura impressionante e permite altas taxas de transmissão.
* '''GSM/CDMA''' - São as redes de telefonia celular.
* '''RCT''' (''Return Channel Terrestrial'') - Uma tecnologia interessante criada para fornecer um canal de retorno que utiliza do mesmo meio da transmissão dos sinais de TV comuns. Se assemelha às redes WiMAX, porém os pontos de acesso são as próprias antenas difusoras do sinal de TV.
* '''Ad Hoc''' - Redes ad hoc são redes sem fio que dispensam o uso de um ponto de acesso comum aos computadores conectados a ela, de modo que todos os dispositivos da rede funcionam como se fossem um roteador, encaminhando comunitariamente informações que vêm de dispositivos vizinhos. Exemplos: WiMesh, ...
Dentre essas tecnologias, algumas apresentam características de destaque, que as tornam fortes alternativas para o canal de retorno do SBTVD. A PSTN, por exemplo, é uma rede que possui grande capilaridade e em várias localizações de pequena população é o único meio de acesso à Internet. Porém ela apresenta uma baixa taxa de transferência, além de que ela é taxada por tempo de conexão, o que encarece sua utilização por parte do usuário. As redes WiMAX possuem uma fácil instalação, por contarem com tecnologia wireless, além de apresentar altas taxas de transferências e pode ser usada como canal de retorno em dispositivos móveis, já que não apresenta cabos. Entretanto, é uma tecnologia ainda pouco difundida, o que encarece sua instalação. Redes ad hoc também são uma solução muito atrativa para o canal de retorno, uma vez que possui uma grande facilidade de implantação, um baixo custo e uma alta escalabilidade, além de ser auto-adaptável à variação do número de usuários no tempo e espaço, o que é um fato no caso da interatividade, uma vez que os usuários não estarão conectados durante todo o tempo. Porém, quanto mais distantes os terminais estiverem dos gateways, menores serão as taxas disponíveis para eles. Outro agravante é a eventual indisponibilidade dos elementos que farão parte da rede.
Com tais dados em mãos, agora devemos analisar mais a fundo tais tecnologias e também buscarmos outras possíveis alternativas, de modo a chegar em resultados mais consistentes sobre quais tecnologias são mais indicadas para funcionar como canal de retorno para o SBTVD. É válido salientar que mais de uma solução deverá ser apresentada, pelo menos em um primeiro momento, uma vez que a solução para o canal de retorno deverá se adequar a cada contexto em particular, considerando aspectos populacionais, geofísicos, morfológicos, técnicos e socioeconômicos dos locais onde será implantado. Além disso, o fato de existir mais de uma solução estimula a competitividade entre fabricantes e fornecedores, e quem tem a ganhar com isso é o usuário.
<br>
== Soluções atuais para Canal de Retorno na TV Digital ==
O governo brasileiro ainda espera sensibilizar os fabricantes para a questão dos conversores digitais, além da inclusão do Ginga nos aparelhos receptores, da interatividade e de outros equipamentos para a transmissão, deixando o canal de retorno ainda em segundo plano. Porém, análises sobre algumas soluções foram feitas, apesar de que não está havendo um grande avanço no sentido de definir um padrão. Algumas dessas análises serão citadas a seguir:
* Desde 2009 o governo brasileiro analisa a possibilidade de utilizar WiMAX para retorno do canal de TV digital através da banda de 700 MHz. O assessor presidencial na época, André Barbosa, fez o anúncio durante o WiMAX Global Congress, realizado em Amsterdã, no começo de junho daquele ano. Ele disse que a possibilidade dependeria da disposição dos fabricantes em desenvolver equipamentos específicos, e que os trabalhos de investigação com vista à integração já estavam em progresso. Entretanto, até o presente momento, parece que as negociações pouco caminharam nesse sentido.
* Outra solução que também foi considerada é o PLC (''Power Line Communication''). Afinal de contas, como o aparelho de TV já está conectado à rede de distribuição de energia, uma solução que permite que a comunicação se dê por esse meio seria muito bem-vinda. Porém ainda precisam ser feitos alguns estudos sobre a viabilidade dessa tecnologia, além de que não há empresas suficientes oferecendo esse serviço de modo a atender toda a demanda necessária.
* Mais recentemente, com o advento do PNBL (Plano Nacional da Banda Larga), a tecnologia aDSL se tornou bem mais atrativa para uso como canal de retorno do SBTVD, visto que com preços mais acessíveis, uma fatia maior da população terá acesso à essa tecnologia.
<br>
= Sugestões =
<br>
* [[Sugestões - TV Interativa]]
<br>
= Documentação =
<br>
* a) Requerimento de Inscrição (Anexo I)
** [[TV Interativa - Requerimento]]
** Marilia e Cairo
* b) Projeto técnico de obra audiovisual interativa ou cesta de aplicações de serviços de governo eletrônico para televisão digital
** [[TV Interativa - Projeto Técnico]]
** Tiago, Luiz Cláudio e Ruan
* c) Proposta de incorporação de recursos interativos à programação regular da emissora
** [[TV Interativa - Recursos Interativos]]
** Tiago, Luiz Cláudio, Marilia e Cairo
* d) Projeto de uso futuro do laboratório, incluindo plano de capacitação para multiplicação do conhecimento destinado a técnicos, produtores e diretores da comunidade local Futuro
** [[TV Interativa - Projeto Uso]]
** Tiago, Luiz Cláudio e Hélvio
* e) Currículo do responsável pelas atividades relativas a este projeto na emissora;
** [[TV Interativa - CV Responsável]]
** Marilia e Cairo
* f) Comprovação da capacidade técnica e gerencial da entidade para implementar o projeto proposto.
** [[TV Interativa - Capacidade Técnica]]
** Marilia e Cairo
<br>
= Artigos =
<br>
* [[Arquivo:UML - TV _ Tales Paiva Nogueira.pdf]]
* [[Arquivo:Web Application Language Engine (WALE).pdf]]
<br>
= Proposta de Trabalho =
<br>
* II - [[TV Interativa - Índice]]
** Marília e Cairo
* III - [[TV Interativa - Apresentação da Proponente]]
** Marília e Cairo
* IV.a - [[TV Interativa - Introdução]]
** Marília e Cairo


==POST==


Canal de interatividade da tv digital
* IV.b - [[TV Interativa - Objetivos e metas]]
** Luiz Cláudio e Ruan


Várias pessoas são criticadas pelo tempo que passam de frente a televisão. Filmes, novelas, jogos e desenhos animados tem feito com que o tempo de permanância na poltrona ou no sofá se estenda cada vez mais, muitas vezes varando pela madrugada a fora. Recentemente, isto ficou mais interessante com a alta definição provida pela tecnologia de TV Digital, (com a diversidade da tv, você consegue ter uma vontade maior de estar ligado na programação, para saber das notícias e sem falar na qualidade do sinal que de uma certa forma é estrondosamente melhor não se compara ao sinal analógico).


Um detalhe que passou despercebido para muitas pessoas que atropelaram as lojas em busca de TVs mais acessíveis. Com esta nova tecnologia foi a funcionalidade de interatividade (se trata de aplicações rodando no seu aparelho de televisao, que são multiplexados e transmitodos junto ao sinal de áudio e vídeo, usuários que possuam os aparelhos já conseguem interagir parcialmente, porque não esta em pleno funcionamento somente em alguns horários,a tecnologia foi  desenvolvida para que o usuário tenha algo a mais no seu televisor e possa saber sobre notícias das novelas, assuntos jornalísticos e mais dentro das aplicações). Essa fenomenal possibilidade de interagir via controle remoto ainda não foi liberada para o público geral devido a alguns fatores técnicos e provavelmente também alguns aspectos jurídicos e comerciais.
* IV.c - [[TV Interativa - Conhecimento realidade local]]
** Marília e Cairo


Parag 01 - Fundamentar explicando o que é TV Digital, interatividade e as dificuldades  técnicas de se prover a tecnologia. O esforço de várias empresa no mundo para se implementar a interatividade.(Com toda as expectativas que estão em cima deste tema até mesmo porque 90% das residências tem aparelhos de televisão, o nosso maior problema e o retorno das informações durante a interatividade, mesmo porque hoje a estrutura de transmissão digital esta pronta e funcionando, precisamos descobrir meio para que o retorno das informações chegue nas emissoras, mais dentre este problema temos outro com relação aos aparelhos que irão receber as aplicações temos aparelhos full HD e temos dispositivos portáteis isso irá dificultar na programação, porque são dimensões de tela diferentes, (processamento, memoria). Então este e mais um problema, hoje já temos linguagens que se adequam a estes dispositivos como GINGA/NCL GINGA/JAVA, ginga é um middleware aberto do sistema brasileiro de tv digital (ISDB-TB), seria um sistema que iria interagir entre o hardware e o sistema operacional, Nas pesquisas temos a estrutura de telecom como o meio de acesso até mesmo porque toda a infra já esta em funcionamento, com isso as principais tecnologias a serem testadas no momento são:  Wimax 700, ADSL, Wireless,celular, entre outras, no meio da infra da emissora teremos um elemento que iria multiplexar a aplicação e depois transmiti-la para o telespectador e após a transmissão ficará aguardando as respostas e com isso toda hora estará sendo jogado informações no ar em um verdadeiro carrossel de informação ou loop, os equipamentos serão de alta performance para suportar o processamento de tantas informações e armazenamento).


Parag 02 - Explorar as várias possibilidades de serviços envolvendo interatividade.(fator importante na interatividade será a grande gama que o seu aparelho de televisão terá, pense, com isso você terá aplicações como e-commerce, acesso a sua conta bancária, ou até mesmo a convergência para a telecom com aplciações de SMS, MMS do seu aparelho para dispositivos movéis, olha que interresante pedir comida em restaurante ou fastfood, gps para descobrir onde seus familiares estão com localização em tempo real, O poder desta tecnologia e muito grande, abrangendo muitos recursos em um único local 
* IV.d - [[TV Interativa - Metodologia]]
** Luiz Cláudio


Parag 03 - Detalhar um serviço específico.( generalizando o poder da tv digital no futuro, com a propaganda de um restaurante que esta passando na tv ao vivo você pode ver todo o cardápio na sua televisão caso tenha vontade efetuar um pedido, pagar com cartão de crédito ou débito, receber um número de pedido que você possa gerenciar via tv toda a rota de entrega lincado com um gps e saber a hora exata da entrega na sua residência, ou até mesmo você pode montar o que deseja comer no dia.


* V - [[TV Interativa - Detalhamento do orçamento]]<br>
** Tiago, Luiz Cláudio e Ruan


'''Hoje as emissoras já conseguem transmitir junto ao sinal aplicações na sua respectiva programação. Já existem mercado para empresas que tende a explorar aplicações na tv digital, quem sair na frente irá ganhar um mercado que será amplo sendo pioneiros na tecnologia, uma observação, nem sempre quando um usuário adquire uma televisão que contém conversor digital embutido ela não esta preparada para a interatividade porque para este recurso funcionar os aparelhos tem que ter a tecnologia DTVI, com um middleware no aparelhos.'''
* VI - [[TV Interativa - Índice]]
** Tiago, Luiz Cláudio, Ruan, Marília e Cairo
<br>


E isso ai pessoal falamos um pouco da tv digital e seus respectivos problemas e respectivos serviços dentro da tecnologia espero ter esclarecido algumas dúvidas com relação ao tema.
= Pesquisadores =
<br>


Obrigado.
* Luiz Cláudio Theodoro
* Leonardo Leite Leite
* Guilherme Batista Roldão
* Whyster Silva

Edição atual tal como às 11h52min de 28 de abril de 2015

Coordenador


  • Diretor DIRCO - UFU



Escopo

Este projeto tem o objetivo de desenvolver uma solução que resolva a questão do canal de retorno para a tecnologia de TV Digital. Como sabemos, a TV Digital trouxe duas novidades básicas: a alta qualidade da imagem e a interatividade.

A qualidade ja está presente nos lares dos usuários que adquiriram TVs com essa características porém a interatividade ainda não e efetivamente usada porque o usuário precisa ter um equipamento (middleware) que integra o dispositivo com o aplicativo.

Nessa linha, é necessário criar uma comunicação entre a casa do telespectador e a operadora de TV. A proposta deste projeto e implementar este caminho que permitirá as operadoras liberarem serviços de interatividade quando os aparelhos chegarem no mercado.



  • Rio de Janeiro
    • Apartamento 407 do Windsor Plaza Hotel
    • Avenida princesa Izabel, nro 263
    • Bairro Copacabana
    • Telefone (21)22011-010


Etapas

Projeto

Normas

Normas da TV Digital "Referências sobre Interatividade"

Reuniões

TV Interativa - 15/03/11
TV Interativa - 23/03/11
TV Interativa - 12/04/11
TV Interativa - 13/04/11
TV Interativa - 25/04/11
TV Interativa - 08/06/11

TV Interativa - 10/11/11

Gestão do Conhecimento

Resumo da leitura

O Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) tem como principal objetivo implantar uma plataforma tecnológica digital baseada em televisão que promova a inclusão social por meio do acesso à informação. No Brasil, a televisão é a tecnologia mais difundida depois do rádio, estando presente em mais de 90% das residências brasileiras, segundo o IBGE. Assim sendo, o SBTVD será um instrumento de inclusão digital para uma grande parte da população. Tal feito será realizado graças a interatividade, um dos serviços oferecidos pela TV Digital. Porém, para que essa interatividade seja estabelecida é necessário que haja um meio de comunicação que ligue o usuário ao provedor de serviço de interatividade: o canal de retorno. Sem ele, não há comunicação do usuário com a emissora e, portanto, não há interatividade.

Para a escolha do sistema de TV Digital, no qual o SBTVD se basearia, três sistemas foram analisados. O sistema norte americano, ATSC (Advanced Television Systems Committee), que prioriza a alta qualidade de imagem e som; o sistema japonês, ISDB (Integrated Services Digital Broadcast), que prima pela mobilidade; e o sistema europeu, DVB (Digital Video Broadcasting), que dá prioridade a uma gama de canais mais variada. Depois de vários estudos, foi escolhido para o sistema brasileiro o padrão ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcast Terrestrial).

O grande problema a ser enfrentado agora é o de que em nenhum dos padrões apontados apresenta uma solução para a interatividade como a que é requerida no SBTVD, que servirá de porta de entrada para o mundo digital para grande parte da população brasileira. Nesses países, a maior parte da população tem acesso a serviços de Internet de banda larga, de modo que seus sistemas de TV simplesmente utilizam desse meio para o canal de retorno.

A transmissão do sinal de TV da emissora até a casa dos usuários se dá por broadcast, ou seja, a emissora envia o sinal em todas as direções, pois deseja que todos os usuários em sua área de cobertura recebam o sinal. Entretanto, não é viável usar do mesmo meio para se fazer o canal de retorno, uma vez que haverá um grande desperdício de potência, visto que o sinal deve ser enviado apenas em uma direção (apenas para a emissora), e nesse caso estaria sendo enviado em todas as direções.

Pensando nisso, vários estudos foram feitos listando possíveis tecnologias de redes de comunicação, suas vantagens e desvantagens para adoção como canal de retorno para o SBTVD. Algumas dessas tecnologias são:

  • PSTN (Public Switched Telephony Network) - São as redes de telefonia fixa analógica. Possibilitam a conexão com a emissora por meio de conexão discada.
  • ISDN (Integrated Services Digital Network) - Como o próprio nome já diz, esse tipo de tecnologia de redes apresenta linhas digitais de ponta a ponta.
  • aDSL (Assymetric Digital Subscriber Line) - Utiliza a infra-estrutura das redes PSTN, porém, as ligações entre centrais se dão de forma digital. Diferentemente das PSTN, as redes aDSL permitem conexão banda larga.
  • DOCSIS (Data Over Cable Service Interface Specification) - Permite o envio de dados nas redes de transmissão de TV a cabo.
  • WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access) - A primeira tecnologia da lista a contar com conexão wireless. Conta com uma cobertura impressionante e permite altas taxas de transmissão.
  • GSM/CDMA - São as redes de telefonia celular.
  • RCT (Return Channel Terrestrial) - Uma tecnologia interessante criada para fornecer um canal de retorno que utiliza do mesmo meio da transmissão dos sinais de TV comuns. Se assemelha às redes WiMAX, porém os pontos de acesso são as próprias antenas difusoras do sinal de TV.
  • Ad Hoc - Redes ad hoc são redes sem fio que dispensam o uso de um ponto de acesso comum aos computadores conectados a ela, de modo que todos os dispositivos da rede funcionam como se fossem um roteador, encaminhando comunitariamente informações que vêm de dispositivos vizinhos. Exemplos: WiMesh, ...

Dentre essas tecnologias, algumas apresentam características de destaque, que as tornam fortes alternativas para o canal de retorno do SBTVD. A PSTN, por exemplo, é uma rede que possui grande capilaridade e em várias localizações de pequena população é o único meio de acesso à Internet. Porém ela apresenta uma baixa taxa de transferência, além de que ela é taxada por tempo de conexão, o que encarece sua utilização por parte do usuário. As redes WiMAX possuem uma fácil instalação, por contarem com tecnologia wireless, além de apresentar altas taxas de transferências e pode ser usada como canal de retorno em dispositivos móveis, já que não apresenta cabos. Entretanto, é uma tecnologia ainda pouco difundida, o que encarece sua instalação. Redes ad hoc também são uma solução muito atrativa para o canal de retorno, uma vez que possui uma grande facilidade de implantação, um baixo custo e uma alta escalabilidade, além de ser auto-adaptável à variação do número de usuários no tempo e espaço, o que é um fato no caso da interatividade, uma vez que os usuários não estarão conectados durante todo o tempo. Porém, quanto mais distantes os terminais estiverem dos gateways, menores serão as taxas disponíveis para eles. Outro agravante é a eventual indisponibilidade dos elementos que farão parte da rede.

Com tais dados em mãos, agora devemos analisar mais a fundo tais tecnologias e também buscarmos outras possíveis alternativas, de modo a chegar em resultados mais consistentes sobre quais tecnologias são mais indicadas para funcionar como canal de retorno para o SBTVD. É válido salientar que mais de uma solução deverá ser apresentada, pelo menos em um primeiro momento, uma vez que a solução para o canal de retorno deverá se adequar a cada contexto em particular, considerando aspectos populacionais, geofísicos, morfológicos, técnicos e socioeconômicos dos locais onde será implantado. Além disso, o fato de existir mais de uma solução estimula a competitividade entre fabricantes e fornecedores, e quem tem a ganhar com isso é o usuário.

Soluções atuais para Canal de Retorno na TV Digital

O governo brasileiro ainda espera sensibilizar os fabricantes para a questão dos conversores digitais, além da inclusão do Ginga nos aparelhos receptores, da interatividade e de outros equipamentos para a transmissão, deixando o canal de retorno ainda em segundo plano. Porém, análises sobre algumas soluções foram feitas, apesar de que não está havendo um grande avanço no sentido de definir um padrão. Algumas dessas análises serão citadas a seguir:

  • Desde 2009 o governo brasileiro analisa a possibilidade de utilizar WiMAX para retorno do canal de TV digital através da banda de 700 MHz. O assessor presidencial na época, André Barbosa, fez o anúncio durante o WiMAX Global Congress, realizado em Amsterdã, no começo de junho daquele ano. Ele disse que a possibilidade dependeria da disposição dos fabricantes em desenvolver equipamentos específicos, e que os trabalhos de investigação com vista à integração já estavam em progresso. Entretanto, até o presente momento, parece que as negociações pouco caminharam nesse sentido.
  • Outra solução que também foi considerada é o PLC (Power Line Communication). Afinal de contas, como o aparelho de TV já está conectado à rede de distribuição de energia, uma solução que permite que a comunicação se dê por esse meio seria muito bem-vinda. Porém ainda precisam ser feitos alguns estudos sobre a viabilidade dessa tecnologia, além de que não há empresas suficientes oferecendo esse serviço de modo a atender toda a demanda necessária.
  • Mais recentemente, com o advento do PNBL (Plano Nacional da Banda Larga), a tecnologia aDSL se tornou bem mais atrativa para uso como canal de retorno do SBTVD, visto que com preços mais acessíveis, uma fatia maior da população terá acesso à essa tecnologia.


Sugestões



Documentação


  • a) Requerimento de Inscrição (Anexo I)
  • b) Projeto técnico de obra audiovisual interativa ou cesta de aplicações de serviços de governo eletrônico para televisão digital
  • c) Proposta de incorporação de recursos interativos à programação regular da emissora
  • d) Projeto de uso futuro do laboratório, incluindo plano de capacitação para multiplicação do conhecimento destinado a técnicos, produtores e diretores da comunidade local Futuro
  • e) Currículo do responsável pelas atividades relativas a este projeto na emissora;
  • f) Comprovação da capacidade técnica e gerencial da entidade para implementar o projeto proposto.


Artigos



Proposta de Trabalho









Pesquisadores


  • Luiz Cláudio Theodoro
  • Leonardo Leite Leite
  • Guilherme Batista Roldão
  • Whyster Silva