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Em comunicações móveis, o EIR é uma  base  de  dados  que  contém listagens de todos os equipamentos móveis válidos na rede, com todas as estações móveis sendo identificadas pelo IMEI (''International Mobile Equipment Identity'') dos terminais móveis. Esta central ainda possui interfaces para ligar outras redes, como a PLMN (Redes Privadas de Telefonia Fixa), padrão SS#7 (Sistema de inicialização número 7), a RPTC (Redes Públicas de Telefonia Comutada) e redes RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados).
A plataforma periférica na rede GSM que realiza o gerenciamento de todos os equipamentos móveis válidos na rede é chamado de '''EIR''' (''Equipment ID Register''). A finalidade da EIR é:


O IMEI é um número de 15 dígitos determinado pelo fabricante que é enviado para a operadora assim que o usuário adquire o aparelho na loja. Um IMEI é considerado  como inválido  se  declarado  como  roubado ou incompatível  com a  rede. Assim, o IMEI é basicamente utilizado para a segurança contra furto do aparelho móvel (celular). Isso significa que nenhum individuo que não seja o comprador do aparelho possa utilizá-lo, uma vez que o IMSI (''International Mobile Subscriber Identity'') é atrelado ao IMEI.
* Possibilitar a identificação da configuração do aparelho;
* Permitir o rastreamento e monitoramento de estações móveis roubadas ou com problemas.


Dessa forma, nenhum outro SIM card que não seja o original será aceito na operadora, fazendo com que o aparelho seja bloqueado.
O EIR compreende um banco de dados que armazena uma lista de telefones móveis por sua ''International Mobile Equipment Identity'' ou '''IMEI'''. Todos os aparelhos têm um número IMEI que é totalmente independente do SIM e completamente único.
 
O IMEI é um número de 15 dígitos determinado pelo fabricante que é enviado para a operadora assim que o usuário adquire o aparelho na loja. Um IMEI é considerado  como inválido  se  declarado  como  roubado ou incompatível  com  a  rede. Assim, o IMEI é basicamente utilizado para a segurança contra furto do aparelho móvel (celular). Isso significa que nenhum individuo que não seja o comprador do aparelho possa utilizá-lo, uma vez que o IMSI (''International Mobile Subscriber Identity'') é atrelado ao IMEI. Dessa forma, nenhum outro SIM card que não seja o original será aceito na operadora, fazendo com que o aparelho seja bloqueado. Porém, deve ser frisado que o bloqueio do aparelho não resulta no bloqueio do assinante.
 
O EIR ainda possui interfaces para ligar outras redes, como a PLMN (Redes Privadas de Telefonia Móvel), padrão SS#7 (Sistema de inicialização número 7), a RPTC (Redes Públicas de Telefonia Comutada) e redes RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados). É utilizado em conjunto com o AuC (''Authentication Center'') para questões de segurança.


=O roubo de celulares=
=O roubo de celulares=
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* Agenda telefônica e demais informações pessoais, etc. Através do uso do SIM chip é possível garantir maior facilidade para o usuário, que pode trocar de telefone sem precisar ir à loja ou até mesmo pegar um telefone emprestado e utilizar como se fosse o seu próprio aparelho.
* Agenda telefônica e demais informações pessoais, etc. Através do uso do SIM chip é possível garantir maior facilidade para o usuário, que pode trocar de telefone sem precisar ir à loja ou até mesmo pegar um telefone emprestado e utilizar como se fosse o seu próprio aparelho.


O IMEI, ao contrário do ESN dos demais sistemas celulares digitais, não tem participação ativa no cadastro do usuário. Um SIM chip (ou usuário) pode utilizar diversos aparelhos ou IMEI diferentes.
O IMEI, ao contrário do ESN dos demais sistemas celulares digitais (TDMA e CDMA), não tem participação ativa no cadastro do usuário. Um SIM chip (ou usuário) pode utilizar diversos aparelhos ou IMEI diferentes.


Em 12 de fevereiro de 2002 o site The Register noticiou o roubo de 26 mil celulares GSM ocorrido em Londres. O prejuízo estimado do roubo foi de seis milhões de dólares. As perdas com o roubo de celulares GSM vêm aumentando sistematicamente nos últimos anos. Amsterdan observou, entre os anos de 2000 e 2001, um aumento de 50% nos roubos de celulares.
Em 12 de fevereiro de 2002 o site The Register noticiou o roubo de 26 mil celulares GSM ocorrido em Londres. O prejuízo estimado do roubo foi de seis milhões de dólares. As perdas com o roubo de celulares GSM vêm aumentando sistematicamente nos últimos anos. Amsterdan observou, entre os anos de 2000 e 2001, um aumento de 50% nos roubos de celulares.
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Ao contrário dos sistemas atuais o GSM permite ao usuário trocar de modelo sem necessitar realizar novamente a habilitação, ou seja, ao se extraviar um celular basta a introdução de um novo chip no mesmo para que volte a funcionar normalmente. Para reduzir os transtornos causados pelo furto de celulares, várias operadoras, em consciência do fato, vêm tentando impedir o uso de celulares roubados em suas redes.
Ao contrário dos sistemas atuais o GSM permite ao usuário trocar de modelo sem necessitar realizar novamente a habilitação, ou seja, ao se extraviar um celular basta a introdução de um novo chip no mesmo para que volte a funcionar normalmente. Para reduzir os transtornos causados pelo furto de celulares, várias operadoras, em consciência do fato, vêm tentando impedir o uso de celulares roubados em suas redes.
   
   
Assim cada vez em que é ligado, o celular executa um procedimento conhecido como registro. Durante este processo, o IMEI do celular é checado no EIR. Nesta base de dados o aparelho pode ser caracterizado como '''verde''', '''cinza''' ou '''preto'''. '''Verde''' representa que o celular encontra-se regularizado, '''cinza''' que o celular é suspeito de roubo ou fraude e '''preto''' que o celular é roubado e não pode ser utilizado.
Assim cada vez em que é ligado, o celular executa um procedimento conhecido como registro. Durante este processo, o IMEI do celular é checado no EIR. Nesta base de dados o aparelho pode ser incluído em três listas de acordo com sua situação:
 
O EIR é hoje o principal mecanismo de combate ao roubo de celulares. Já começam a surgir no mundo grandes bases de dados que alimentam os bancos de dados das operadoras com o IMEI de aparelhos roubados; algo como um SPC dos celulares roubados.
 
 
 
 
 
 
 
=Referências=
 
[1] Disponível em: <http://www.dee.feis.unesp.br/pos/teses/arquivos/191-dissertacao_getulio_taruo_tateoki.pdf> Acesso em 21/09/2011
 
[2] Disponível em: <http://www.eletrica.ufpr.br/ufpr2/tccs/39.pdf> Acesso em 21/09/2011


[3] Disponível em: <http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialredegsm/default.asp> Acesso em 21/09/2011
* ''White List'': Contém os aparelhos regularizados;
* ''Gray List'': Contém aparelhos suspeitos de roubo ou fraude ou que apresentam algum problema como falha de software, quebra ou defeito do equipamento; e
* ''Black List'': Contém aparelhos que foram declarados bloqueados pela operadora.


[4] Disponível em: <http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialroubocel/default.asp> Acesso em 21/09/2011
O EIR é hoje o principal mecanismo de combate ao roubo de celulares. Como resultado da proliferação imensa de dispositivos móveis globalmente, vários '''CEIR''' (''Central Equipment ID Register'') vêm sendo implantados e podem ser utilizados por qualquer operadora para verificar o status de um dispositivo específico. Esses CEIR, também conhecidos como "banco de dados IMEI", permite às operadoras compartilharem suas listas negras com outras. Dessa forma, o serviço pode ser negado a dispositivos específicos que podem ter sido roubados e transportados de um país para outro, por exemplo.

Edição atual tal como às 02h01min de 13 de abril de 2012

Introdução

A plataforma periférica na rede GSM que realiza o gerenciamento de todos os equipamentos móveis válidos na rede é chamado de EIR (Equipment ID Register). A finalidade da EIR é:

  • Possibilitar a identificação da configuração do aparelho;
  • Permitir o rastreamento e monitoramento de estações móveis roubadas ou com problemas.

O EIR compreende um banco de dados que armazena uma lista de telefones móveis por sua International Mobile Equipment Identity ou IMEI. Todos os aparelhos têm um número IMEI que é totalmente independente do SIM e completamente único.

O IMEI é um número de 15 dígitos determinado pelo fabricante que é enviado para a operadora assim que o usuário adquire o aparelho na loja. Um IMEI é considerado como inválido se declarado como roubado ou incompatível com a rede. Assim, o IMEI é basicamente utilizado para a segurança contra furto do aparelho móvel (celular). Isso significa que nenhum individuo que não seja o comprador do aparelho possa utilizá-lo, uma vez que o IMSI (International Mobile Subscriber Identity) é atrelado ao IMEI. Dessa forma, nenhum outro SIM card que não seja o original será aceito na operadora, fazendo com que o aparelho seja bloqueado. Porém, deve ser frisado que o bloqueio do aparelho não resulta no bloqueio do assinante.

O EIR ainda possui interfaces para ligar outras redes, como a PLMN (Redes Privadas de Telefonia Móvel), padrão SS#7 (Sistema de inicialização número 7), a RPTC (Redes Públicas de Telefonia Comutada) e redes RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados). É utilizado em conjunto com o AuC (Authentication Center) para questões de segurança.

O roubo de celulares

No GSM, para se identificar em uma rede, o aparelho realiza um complexo conjunto de operações matemáticas com base nas informações gravadas no SIM chip. No SIM chip é armazenado as informações pessoais do usuário, tais como:

  • International Mobile Subscriber Identity (IMSI) - número de identificação do assinante;
  • Subscriber identification key - chaves de criptografia do usuário; e
  • Agenda telefônica e demais informações pessoais, etc. Através do uso do SIM chip é possível garantir maior facilidade para o usuário, que pode trocar de telefone sem precisar ir à loja ou até mesmo pegar um telefone emprestado e utilizar como se fosse o seu próprio aparelho.

O IMEI, ao contrário do ESN dos demais sistemas celulares digitais (TDMA e CDMA), não tem participação ativa no cadastro do usuário. Um SIM chip (ou usuário) pode utilizar diversos aparelhos ou IMEI diferentes.

Em 12 de fevereiro de 2002 o site The Register noticiou o roubo de 26 mil celulares GSM ocorrido em Londres. O prejuízo estimado do roubo foi de seis milhões de dólares. As perdas com o roubo de celulares GSM vêm aumentando sistematicamente nos últimos anos. Amsterdan observou, entre os anos de 2000 e 2001, um aumento de 50% nos roubos de celulares.

No Brasil as autoridades competentes não revelam dados concretos, até mesmo porque muitos usuários que têm seus celulares roubados não registram BO ou em alguns casos nem sequer ligam para sua operadora para comunicar o ocorrido. Mas profissionais da área celular informam que sem dúvida nenhuma a entrada do sistema GSM no Brasil fez subir significativamente a ocorrência de roubo de celulares em nosso país.

A razão para este aumento encontra-se em parte no uso de SIM chips e IMEI. Como o SIM chip pode ser utilizado por diversos aparelhos, um usuário mal intencionado pode fazer uso de aparelhos roubados mais facilmente.

Ao contrário dos sistemas atuais o GSM permite ao usuário trocar de modelo sem necessitar realizar novamente a habilitação, ou seja, ao se extraviar um celular basta a introdução de um novo chip no mesmo para que volte a funcionar normalmente. Para reduzir os transtornos causados pelo furto de celulares, várias operadoras, em consciência do fato, vêm tentando impedir o uso de celulares roubados em suas redes.

Assim cada vez em que é ligado, o celular executa um procedimento conhecido como registro. Durante este processo, o IMEI do celular é checado no EIR. Nesta base de dados o aparelho pode ser incluído em três listas de acordo com sua situação:

  • White List: Contém os aparelhos regularizados;
  • Gray List: Contém aparelhos suspeitos de roubo ou fraude ou que apresentam algum problema como falha de software, quebra ou defeito do equipamento; e
  • Black List: Contém aparelhos que foram declarados bloqueados pela operadora.

O EIR é hoje o principal mecanismo de combate ao roubo de celulares. Como resultado da proliferação imensa de dispositivos móveis globalmente, vários CEIR (Central Equipment ID Register) vêm sendo implantados e podem ser utilizados por qualquer operadora para verificar o status de um dispositivo específico. Esses CEIR, também conhecidos como "banco de dados IMEI", permite às operadoras compartilharem suas listas negras com outras. Dessa forma, o serviço pode ser negado a dispositivos específicos que podem ter sido roubados e transportados de um país para outro, por exemplo.