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Ginga é o middleware de especificação aberta adotado pelo SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) para instalação em conversores e em televisores. Camada de software intermediária entre o sistema operacional e as aplicações ele possui duas funções principais: a de tornar as aplicações independentes do sistema operacional da plataforma de hardware utilizados e oferecer um melhor suporte para o desenvolvimento de aplicações. Podemos entender o Ginga como aquele que dará suporte à interatividade. | Ginga é o middleware de especificação aberta adotado pelo SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) para instalação em conversores e em televisores. Camada de software intermediária entre o sistema operacional e as aplicações ele possui duas funções principais: a de tornar as aplicações independentes do sistema operacional da plataforma de hardware utilizados e oferecer um melhor suporte para o desenvolvimento de aplicações. Podemos entender o Ginga como aquele que dará suporte à interatividade. | ||
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Sua criação provém de intensos anos de pesquisa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio e pela Universidade Federal da Paraíba UFPB. | |||
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Esse sistema foi a primeira contribuição do brasil na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) que é usada em escala mundial, reconhecido pela União Internacional de Telecomunicações (ITU-T). Por ordem da Recomendação ITU-T, e como marca registrada da PUC-Rio e UFPB, o sistema Ginga foi subdividido em dois subsistemas principais ligados entre si: o núcleo comum (Ginga-CC) e o ambiente de execução das aplicações. O ambiente de execução de aplicações é composto pelo ambiente de execução de aplicações NCL (Ginga-NCL) integrado ao ambiente de execução de aplicações Java (Ginga-J). Ambos são obrigatórios no Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre para terminais fixos. Também para sistemas de TV digital IPTV, segundo Recomendação ITU-T somente o ambiente Ginga-NCL é de uso obrigatório. | |||
Ginga-NCL e Ginga-J permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas diferentes de programação. Um pode ser mais adequado que o outro em algumas aplicações. | |||
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Ginga_(middleware) | http://pt.wikipedia.org/wiki/Ginga_(middleware) | ||
Edição das 23h40min de 1 de julho de 2013
Introdução
Ginga é o middleware de especificação aberta adotado pelo SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) para instalação em conversores e em televisores. Camada de software intermediária entre o sistema operacional e as aplicações ele possui duas funções principais: a de tornar as aplicações independentes do sistema operacional da plataforma de hardware utilizados e oferecer um melhor suporte para o desenvolvimento de aplicações. Podemos entender o Ginga como aquele que dará suporte à interatividade.
Criação
Sua criação provém de intensos anos de pesquisa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio e pela Universidade Federal da Paraíba UFPB.
Variações
Esse sistema foi a primeira contribuição do brasil na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) que é usada em escala mundial, reconhecido pela União Internacional de Telecomunicações (ITU-T). Por ordem da Recomendação ITU-T, e como marca registrada da PUC-Rio e UFPB, o sistema Ginga foi subdividido em dois subsistemas principais ligados entre si: o núcleo comum (Ginga-CC) e o ambiente de execução das aplicações. O ambiente de execução de aplicações é composto pelo ambiente de execução de aplicações NCL (Ginga-NCL) integrado ao ambiente de execução de aplicações Java (Ginga-J). Ambos são obrigatórios no Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre para terminais fixos. Também para sistemas de TV digital IPTV, segundo Recomendação ITU-T somente o ambiente Ginga-NCL é de uso obrigatório. Ginga-NCL e Ginga-J permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas diferentes de programação. Um pode ser mais adequado que o outro em algumas aplicações.
Bibliografia http://pt.wikipedia.org/wiki/Ginga_(middleware)