| Linha 48: | Linha 48: | ||
= Interface de rede = | = Interface de rede = | ||
<p>As informações podem ser transferidas por meios guiados e meio não guiados:</p> | <p>As informações podem ser transferidas por meios guiados e meio não guiados:</p> | ||
<p><strong>Par trançado:</strong> Em sua forma mais simples, o cabo de par trançado é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Há dois tipos de cabos de par trançado: par trançado não-blindado (UTP, Unshielded Twisted-Pair) e par trançado blindado (STP, Shielded Twisted-Pair). O nome "par trançado" é muito conveniente, pois estes cabos são constituídos justamente por 4 pares de cabos entrelaçados.</p> | <p><strong>Par trançado:</strong> Em sua forma mais simples, o cabo de par trançado é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Há dois tipos de cabos de par trançado: par trançado não-blindado (UTP, Unshielded Twisted-Pair) e par trançado blindado (STP, Shielded Twisted-Pair). O nome "par trançado" é muito conveniente, pois estes cabos são constituídos justamente por 4 pares de cabos entrelaçados.</p> | ||
<p><strong>Coaxial:</strong> O cabo coaxial é um tipo de cabeamento de rede que foi amplamente utilizado, pois era relativamente barato, leve, flexível e fácil de manipular. A utilização era tão comum que sua instalação tornou-se segura e fácil de ser suportada.</p> | <p><strong>Coaxial:</strong> O cabo coaxial é um tipo de cabeamento de rede que foi amplamente utilizado, pois era relativamente barato, leve, flexível e fácil de manipular. A utilização era tão comum que sua instalação tornou-se segura e fácil de ser suportada.</p> | ||
| Linha 55: | Linha 54: | ||
<p><strong>Hub:</strong> Com o HUB podemos ligar várias linhas de entrada e os dados que chegam a qualquer destas entradas são enviados a todas as outras, ou seja, ele retransmite o que chega para todos os nós da rede, não analisando endereços (IP), assim, aumentando o risco de ocorrer colisão de dados que chegarem ao mesmo tempo.</p> | <p><strong>Hub:</strong> Com o HUB podemos ligar várias linhas de entrada e os dados que chegam a qualquer destas entradas são enviados a todas as outras, ou seja, ele retransmite o que chega para todos os nós da rede, não analisando endereços (IP), assim, aumentando o risco de ocorrer colisão de dados que chegarem ao mesmo tempo.</p> | ||
<p><strong>Repetidor:</strong> Esse dispositivo analógico tem como finalidade conectar dois segmentos de um cabo. Um sinal que aparece em um deles é amplificado e colocado no outro. Há, portanto uma regeneração de sinais. Um exemplo clássico de sua utilização é em redes Ethernet onde o limite entre nós de 100 metros pode-se ampliar até 1000 m com a colocação de um máximo de 4 repetidores no caminho.</p> | <p><strong>Repetidor:</strong> Esse dispositivo analógico tem como finalidade conectar dois segmentos de um cabo. Um sinal que aparece em um deles é amplificado e colocado no outro. Há, portanto uma regeneração de sinais. Um exemplo clássico de sua utilização é em redes Ethernet onde o limite entre nós de 100 metros pode-se ampliar até 1000 m com a colocação de um máximo de 4 repetidores no caminho.</p> | ||
= Referências bibliográficas = | = Referências bibliográficas = | ||
<br> | <br> | ||
Edição das 21h41min de 26 de abril de 2016
Esta pesquisa deve fornecer um conteúdo atualizado sobre o tema acima. Não esqueça de incluir as referëncias (fontes) no último item, reforçando que não deve ser um Copy/Paste e sim uma síntese das pesquisas que fizer.
Conceito
A interface é um dos elementos responsáveis pelo processo de interação, pode ser dividida em dois aspectos de comunicação. Uma delas é a interface física (ou de hardware), meio de contato predominantemente físico, empregando a conexão entre um sistema e um hardware.
Exemplo de Funcionamento
MODEM
É um dispositivo interno ou externo ao computador capaz de transformar, no lado do emissor dos dados.
O sinal digital que sai do computador para uma forma analógica sofre um processo chamado de modulação para que ele possa ser transmitido nas linhas telefônicas.
No lado receptor dos dados, o modem demodula o sinal, reconvertendo o sinal que veio da linha telefônica para a forma digital que é inteligível para o computador, assim os torna "legíveis" para o computador possa processá-los.
Tipos
Exemplos com imagens
Alguns exemplos de interfaces físicas:
CABO DE REDE PAR TRANÇADO

Protocolos
Alguns protocolos que fazem parte da Camada Física:
IrDA (Infrared Data Association): protocolos responsáveis pela transferência de dados de infravermelho é implementada de acordo com esses protocolos e padrões.
USB: Universal Serial Bus é um tipo de dispositivo de conexão que foi projetado por companhias do ramo de telecomunicações e de computadores pessoais. Estas companhias são: Compaq, Hewlett-Packard, Intel, Lucent, Microsoft, NEC, Philips. O USB , basicamente, tem como objetivo conectar periféricos externos ao computador trazendo diversas vantagens como a versatilidade, a facilidade no uso e a alta velocidade.
DSL: Transmissão de dados através da rede de telefonia, podendo haver troca de pacote de dados e de voz. Fazem parte da família do DSL os protocolos: ADSL, HDSL, ISDL – ISDN, VDSL, SDSL, RADSL. (Cada protocolo possui uma especificação diferente)
OTN (Optical Transport Network): é um protocolo de nova geração padrão do setor que oferece um caminho eficiente e aceito globalmente para fazer multiplex de serviços em caminhos de luz ópticos. O recurso de multiplex avançado do OTN permite que diferentes tipos de tráfego—incluindo Ethernet, armazenamento, vídeo digital e SONET/SDH
GSM: A rede GSM é formada por interfaces abertas e padronizadas, seguindo sua principal intenção, montar uma arquitetura mais abrangente possível. Ela é estruturada para que seja possível a integração entre componentes de diferentes fabricantes, o que aquece a concorrência e diminui o preço para o usuário.
Interface de rede
As informações podem ser transferidas por meios guiados e meio não guiados:
Par trançado: Em sua forma mais simples, o cabo de par trançado é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Há dois tipos de cabos de par trançado: par trançado não-blindado (UTP, Unshielded Twisted-Pair) e par trançado blindado (STP, Shielded Twisted-Pair). O nome "par trançado" é muito conveniente, pois estes cabos são constituídos justamente por 4 pares de cabos entrelaçados.
Coaxial: O cabo coaxial é um tipo de cabeamento de rede que foi amplamente utilizado, pois era relativamente barato, leve, flexível e fácil de manipular. A utilização era tão comum que sua instalação tornou-se segura e fácil de ser suportada.
Fibra óptica: As fibras ópticas transportam sinais de dados na forma de pulsos modulados de luz. Esse é um meio relativamente seguro de enviar dados porque nenhum impulso elétrico é transportado no cabo de fibra óptica. Isso significa que não é possível interceptar o cabo de fibra óptica e subtrair seus dados, o que pode acontecer com qualquer cabo baseado em cobre que transporta dados na forma de sinais eletrônicos.</p
Modem: Um dispositivo interno ou externo ao computador capaz de transformar o sinal digital que sai do computador para uma forma analógica para que este sinal possa ser transmitido por linhas telefônicas padrão. E o processo chamado de modulação. Quando ele recebe faz uma operação de demodula do sinal, reconvertendo o sinal transmitido da linha telefônica para a forma digital que é inteligível para o computador.
Hub: Com o HUB podemos ligar várias linhas de entrada e os dados que chegam a qualquer destas entradas são enviados a todas as outras, ou seja, ele retransmite o que chega para todos os nós da rede, não analisando endereços (IP), assim, aumentando o risco de ocorrer colisão de dados que chegarem ao mesmo tempo.
Repetidor: Esse dispositivo analógico tem como finalidade conectar dois segmentos de um cabo. Um sinal que aparece em um deles é amplificado e colocado no outro. Há, portanto uma regeneração de sinais. Um exemplo clássico de sua utilização é em redes Ethernet onde o limite entre nós de 100 metros pode-se ampliar até 1000 m com a colocação de um máximo de 4 repetidores no caminho.
Referências bibliográficas


