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O cientista de dados, nome dado ao profissional desta área, vive em três mundos: o dos negócios, o da matemática e o de TI. Sua função é transformar os dados disponíveis em balizadores de decisões a serem tomadas.  
O cientista de dados, nome dado ao profissional desta área, vive em três mundos: o dos negócios, o da matemática e o de TI. Sua função é transformar os dados disponíveis em balizadores de decisões a serem tomadas.  
Esse processo de trabalho com dados exige que este profissional tenha qualificações na área de TI para que consiga acessar e processar o dado de forma eficiente e em tempo hábil, capacidades matemáticas para entender as implicações dos modelos utilizados e de negócio para que possa traduzir tudo isso em relatórios que possibilitem decisões assertivas.
Esse processo de trabalho com dados exige que este profissional tenha qualificações na área de TI para que consiga acessar e processar o dado de forma eficiente e em tempo hábil, capacidades matemáticas para entender as implicações dos modelos utilizados e de negócio para que possa traduzir tudo isso em relatórios que possibilitem decisões assertivas.



Edição das 14h07min de 6 de junho de 2016

Descrição Cientistas de Dados

O cientista de dados, nome dado ao profissional desta área, vive em três mundos: o dos negócios, o da matemática e o de TI. Sua função é transformar os dados disponíveis em balizadores de decisões a serem tomadas.

Esse processo de trabalho com dados exige que este profissional tenha qualificações na área de TI para que consiga acessar e processar o dado de forma eficiente e em tempo hábil, capacidades matemáticas para entender as implicações dos modelos utilizados e de negócio para que possa traduzir tudo isso em relatórios que possibilitem decisões assertivas.

Funções Típicas dos cientistas de dados

• Coletar grandes quantidades de dados “unruly” ou desafiadores e transformá-los em um formato mais prático;

• Solucionar problemas de negócios com técnicas de orientação à dados;

• Trabalhar com uma variedade de linguagens de programação, incluindo SAS, R e Python;

• Ter uma sólida compreensão de estatísticas, incluindo testes estatísticos e distribuições;

• Manter-se a par das técnicas analíticas, como a aprendizagem de máquinas, ou machine learning, a aprendizagem profunda, ou deep learning e análise de dados textuais, ou text analytics;

• Comunicar-se e colaborar com TI e área de negócios;

• Procurar por ordens e padrões nos dados, bem como detectar tendências que podem ajudar os resultados de uma empresa;

Como se tornar um cientista de dados

Escolher uma universidade que ofereça um diploma em ciência de dados, ou pelo menos, uma que ofereça aulas de ciência de dados e analytics é um primeiro passo importante. É importante também que tenham um talento especial para a resolução de problemas, a capacidade de comunicação e uma curiosidade insaciável sobre como as coisas funcionam.Além dessas qualidades, você também precisará de um sólido conhecimento em:

Estatística e machine learning; Linguagens de codificação, como SAS, R ou Python; Bancos de dados como MySQL e Postgres; Visualização de dados e tecnologias de informação; Hadoop e MapReduce;


Mercado de Trabalho

A escassez deste profissional se reflete nos salários. Ao longo de toda a carreira, os cientistas de dados têm remuneração superior à dos técnicos, que até o surgimento do big data eram os responsáveis por cuidar da manutenção dos bancos de dados. No Brasil, um profissional recém-formado pode ganhar até 6 000 reais, enquanto os gerentes chegam a receber cerca de 20 000 reais. Segundo a empresa de recolocação americana Glassdoor, os profissionais do big data também são valorizados nos Estados Unidos. Lá, o ganho médio de um cientista de dados em início de carreira é de 10 000 dólares mensais, o dobro do de um programador.


Referências Bibliográficas


Integrantes

  • Guilherme Vasconcelos Costa
  • Luiz Felipe Vasconcelos Costa
  • André Felipe Machado
  • Bruno Coelho Lopes
  • Patrick Coelho Freitas
  • João Victor da Costa Gonçalves.