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Edição das 17h07min de 10 de maio de 2018

Evolução na profissão

Graduação em engenharia da computação na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), curso no ramo da engenharia que lida com a realização de projeto e construção de computadores e de sistemas que integram hardware e software, viabilizando a produção de novas máquinas e de equipamentos computacionais para serem utilizados em diversos setores.

Participou no total de 5 maratonas entre os anos de 2014 a 2015. Iniciou sua carreira na Algar como estagiário realizando pequenas funções. No início do ano de 2016 encerrou seu contrato como estagiário na Algar e iniciou estagio na Martins como analista, onde teve seu primeiro contato com a profissão. No final do ano foi contratado como Analista de Sistemas na mesma empresa onde exerce a função até hoje.


Descrição da atividade atual

Especificação de sistemas com o objetivo em compreender o que deve ser feito e o que se espera receber como resultado.

Homologação de sistemas, comprovação pelo cliente e demais partes interessadas, de que o produto resultante do projeto de software atende aos critérios de aceite previamente estabelecidos com o cliente.

Mapear processos, garantir a funcionalidade dos sistemas utilizados, planejar e realizar atualizações de softwares, desenvolver e implantar sistemas, atuar como facilitador entre usuários e desenvolvedores, analisar o impacto e custo das mudanças em TI, sugerir soluções que tragam inovação, aperfeiçoar a capacidade de gerar produtos e serviços, elaborar documentos referentes aos sistemas e participar de reuniões, entre outras tarefas.



Requisitos mínimos para exercer a profissão

Graduação na área de tecnologia, principalmente nos cursos Sistema de informação, Ciência da computação ou Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Deve ter grande capacidade de resolução de problemas, capacidade analítica, raciocínio lógico, conhecimento do comportamento do usuário e comprometimento para lidar com projetos. Organização e responsabilidade são essenciais para saber gerar relatórios e produzir documentação de sistemas existentes ou implantados, para controle interno da empresa e de futuros usuários. Conhecimento avançado em banco de dados, inglês e lógica de programação também são requisitos comuns. Outras características desejáveis são o bom relacionamento interpessoal, para poder se comunicar de forma a entender as necessidades dos usuários, e liderança, para poder gerenciar outros desenvolvedores e analistas em projetos.



Ferramentas usadas no dia-a-dia

PO é um funcionário da empresa de desenvolvimento, fica alocado nela, mas conhece o negócio bem para desempenhar sua função e representa cliente e os interesses dele no produto. Ele é o funcionário da empresa de desenvolvimento, que fica alocado no cliente, mantém contato com o time ágil e SM através do Skype (ou qualquer ferramente de comunicação que permita conferência), e se reunia com a equipe presencialmente em momentos muito necessários, como durante a reunião para planejar um sprint com histórias complexas, etc. Já conhece bem o negócio, e toca o barco normalmente. A única coisa que ainda não vi é o PO ser funcionário da empresa contratante, e ficar 100% alocado nas dependências do contratante e nunca reunir com o time ágil, nem comunicar de forma eficiente, ficar só na troca de e-mail por exemplo. Embora creio que com organização, disciplina e comunicação sólida o suficiente isso funcionaria sem problema algum. Exemplo disso são times ágeis formados por pessoas em cidades/países diferentes que funcionam mesmo assim. Resumindo, acho que não existe regra definidora, uma coisa muito comum é o paradigma ágil ser adaptado para se encaixar no formato que a empresa precisa ou melhor irá atendê-la. Não é requisito para que um time ágil de desenvolvimento seja eficiente, tenha que seguir tudo à risca. O PO deve ter passado pelo menos por alguns cargos de desenvolvimento e analista de dados, para conhecer um pouco sobre os prazos, necessidades e esquemas de serviços. Assim, direcionará com agilidade as equipes e passará prazos aproximados e certeiros aos seus clientes.

Tecnologias envolvidas

Durante seu estágio na Martins – empresa atacadista de Uberlândia, usou algumas linguagens de programação sendo elas; Visual Basic e .NET. Teve contato também com banco de dados usando assim a linguagem apropriada para a construção de bancos na ferramenta Oracle, uma vez que algumas funções não são aceitas em outros instrumentos de construção de banco. Por fim usou o bootstrap que é uma ferramenta gratuita para desenvolvimento HTML, CSS e JS e também um framework chamado API Restful que tem a capacidade de determinado sistema aplicar os princípios de REST.


Ética profissional

Compromisso e responsabilidade com a empresa onde se trabalha sobre os aspectos de segurança, privacidade e interesses econômicos.


Exemplo de resultado tangível

Um resultado de sua pequena experiência profissional pode ser notado com a criação da Wiki Martins. A Wiki Martins é uma plataforma de compartilhamento de conhecimento, onde quem é mais experiente pode ajudar os mais novos na empresa fazendo assim com que aquele conhecimento nunca se perca. E também é uma simples e inteligente de fazer com que os funcionários novatos entendam o sistema com mais facilidade, logo o tempo que demandaria para entender todo o funcionamento do sistema poderá ser usado para realizar novas tarefas na empresa, aumentando assim sua produção.


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