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* Observando abaixo, pode-se obter um maior entendimento das ligações entre estes elementos que compõe a rede GSM/GPRS.Ve-se claramente como os nós da rede GPRS se alocam, logicamente, entre os nós da rede GSM, bem como as interfaces comuns de ambas as redes. | * Observando abaixo, pode-se obter um maior entendimento das ligações entre estes elementos que compõe a rede GSM/GPRS.Ve-se claramente como os nós da rede GPRS se alocam, logicamente, entre os nós da rede GSM, bem como as interfaces comuns de ambas as redes. | ||
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== Visão da rede GPRS == | |||
[[Arquivo:GPRS-Topologia.png]] | [[Arquivo:GPRS-Topologia.png]] | ||
Fonte: Agilent Technologies, 2002, p.10 | * Fonte: Agilent Technologies, 2002, p.10 | ||
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= Camada de protocolos = | |||
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* Apesar do GPRS utilizar vários protocolos da rede GSM e alguns protocolos padrão como os da família TCP/IP, existem novos protocolos, específicos do GPRS | |||
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== Protocolos da interface Gn == | |||
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=== GTP (GPRS tunneling protocol) === | |||
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* Este protocolo recebe e transfere datagramas IP e pacotes X.25, provenientes de redes externas, entre os nós GGSN e SGSN da rede. Como em uma rede podem existir diversos nós, o GTP fornece um TID (Tunnel ID) ou identificador de túnel, que identifica o destino e a transação aos quais o pacote/datagrama pertence | |||
=== Protocolos da interface Gb === | |||
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* SNDCP (sub network dependent convergence protocol) | |||
** Se localiza entre o telefone móvel e o SGSN, ele converte as PDUs (Protocol Data Unit) da camada de rede (N-PDUs) na interface Gn para um formato adequado à arquitetura da rede GPRS base, e também executa várias outras funções, tais como: | |||
*** Multiplexação de N-PDUs de uma ou várias entidades da camada de redeem uma conexão LLC apropriada | |||
*** Colocação das N-PDUs em buffer para o serviço reconhecido | |||
*** Gerência de seqüência de entrega de cada NSAPI (Network Layer Service Access Point Identifier); | |||
*** Compactação e descompactação das informações do protocolo e dos dados do usuário | |||
*** Segmentação e remontagem dos dados compactados até o comprimento Maximo da LLC-PDU; | |||
*** Negociação dos parâmetros de controle (XID) entre as entidades do SDNCP | |||
<br> | |||
* LLC (logical link control) | |||
** Provê através de criptografia um enlace lógico altamente confiável entre a estação móvel e o SGSN. Este módulo usa diversos modos de transmissão de dados e dependendo do modo pode ou não utilizar acknowledgement | |||
** O LLC também gerencia: | |||
*** a retransmissão de quadros | |||
*** a utilização de buffer | |||
*** o comprimento da informação com base na classe de atraso de QoS negociada | |||
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* BSSGP (base station system GPRS protocol) | |||
** Responsável pelo roteamento de informações entre o BSS e o SGSN | |||
** Sua função básica é fornecer informações relacionadas ao rádio para o uso pelas funções de RLC (radio link control) e MAC (medium access control) na interface aérea | |||
** Não transporta nenhuma forma de correção de erro além de informações de QoS | |||
** Utilizando quadros LLC a função de relay do BSS faz a comunicação entre o BSSGP e a camada RLC/MAC. As informações de rede enviadas pelo BSSGP às camadas de serviço para determinar o destino da transferência são: | |||
*** BVCI (BSSGP virtual connection identifier) | |||
*** LSP (link selection parameter) | |||
*** NSEI (network service entity identifier) | |||
<br> | |||
* BSSAP+ (BSS Application Part Plus) | |||
<br> | |||
** Define o uso de recursos móveis quando uma estação móvel utiliza ambos serviços, serviço de troca de circuito GSM e serviço de troca de pacotes GSM | |||
** Define os procedimentos usados no nó de suporte do servidor GPRS (SGSN) para registros de visitantes locais por uma inter-operalidade entre serviços de troca de circuitos e pacotes. Mensagens da camada 3 na interface Gs são definidas. | |||
** A interface GS conecta o banco de dados no MSC/VLR e o SGSN | |||
** Os procedimentos do protocolo BSSAP+ são usados para coordenar a localização da informação do MS que são IMSI agregado a ambos serviços GPRS e não-GPRS | |||
** A interface Gs também é usada para converter alguns procedimentos relatados de circuito trocado via o SGSN. | |||
** A base para a rede interna entre um VLR e um SGSN é a exitencia de uma associação entre essas entidades via MS. Uma associação consiste do SGSN armazenar o número do VLR sevindo o MS por serviçoes de circuito trocado e o VLR armazenando número do SGSN servindo o MS para serviços de pacotes trocados | |||
** A associação é aplicavel somente para MS no modo de classe-A de operação e MS no modo classe B de operação. | |||
** Todas as mensagens no BSSAP + usa o serviço de sem-conectividade de SCCP (Signalling Connection Control Part) classe 0. Quando a opção de retorno no SCCP é usada e o enviante recebe uma notificação N_Notice do SCCP, a entidade enviante retorna para o Sistema de Operação e Manutenção | |||
** O comportamento das entidades VLR e SGSN reportadas a interface Gs são definidas pelo estado de associação a um MS. Estados individuais por associação, ex: por modo de operação class-A do MS e modo de operação Class-B do MS, são mantidos em ambos o VLR e o SGSN | |||
** O tipo de mensagem, unicamente identifica a mensagem sendo enviada. | |||
<br> | |||
* NS (network service) | |||
** Utiliza o recurso de frame relay da interface Gb para prover uma conexão ponto-a-ponto entre o SGSN e o BSS ou uma rede frame relay. Para realizar o roteamento entre o SGSN e o BSS a interface NS utiliza uma tabela look-up de DLCI (identificador de conexão de enlace de dados). | |||
<br> | |||
* BCC (Broadcast Call Control) | |||
** É usando no Serviço de chamadas de grupo de voz (VGCS) na interface de rádio. É o único da subcamada de protocolos da Connection Managemente (CM) | |||
** Geralmente certa quantidade de estações móveis participa numa chamada broadcast. Consequentemente há mais de uma MS com uma entidade BCC engajada na mesma chamada Broadcast, e há uma entidade BCC na rede engajada na chamada broadcast | |||
** A MS ignora mensagens BCC enviadas num modo desconhecido e que especifica como destino uma identidade móvel que não é uma identidade móvel daquele MS. Camadas superiores da sub-camada MM decide quando aceitar | |||
transações paralelas BCC e quando e de que modo aceitar as transações paralelas BCC em outras transações CM. | |||
** A chamada broadcast mode ser iniciada por um usuario movel ou um despachante. O originador da transação BCC escolhe o Identificador da Transação (TI) | |||
** As entidades de chamada de controle são descritas como máquinas de estado de comunicação finito que troca mensagens através da interface de radio e comunicação internamente com outros protocolos sub-camadas ou camadas | |||
** Em particular, o protocolo BC usa as subcamadas Mm e RR especificadas em GSM 04.08 | |||
** A rede deve aplicar funções de supervisão para verficar que os procedimentos BCC estão progredindo ou não e tomar as medidas apropriadas para resolver o problema | |||
** Os processos padrões no BCC incluem: | |||
*** Estabelecimento dos processos das chamadas de Broadcast | |||
*** Processos de terminação de uma chamada Broadcast | |||
*** Informação da fase dos processos da chamada Broadcast | |||
*** Vários processos miscelâneos, | |||
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Edição das 23h15min de 12 de outubro de 2011
GPRS
- General Packet Radio Service
Necessidade tecnológica
- Muitas operadoras GSM têm implementado a tecnologia GPRS em resposta à crescente necessidade dos clientes pelo acesso wireless à Internet.Este serviço, que transfere dados por pacotes através de aparelhos móveis, aumenta a taxa de dados das redes GSM que nos antigos aparelhos era de 9,6 ou 14,4 Kbps
- Em circunstâncias ideais, o GPRS pode operar a taxas de até 171,2 Kbps, o que ultrapassa a taxa de acesso de uma conexão ISDN, porém as estimativas mais realistas para as primeiras implementações é que a taxa de dados fique em torno de 40 Kbps utilizando um timeslot para uplink e três para downlink.
- Sendo o GPRS um serviço “sempre ativo”, ele dá as operadoras a possibilidade de fornecer a seus clientes um excelente acesso à Internet a um custo plausível, e ainda tarifar pela quantidade de dados transferidos e não somente pelo tempo de conexão.
Comutação de dados
- Para entender melhor o sistema de comunicação das redes GSM/GPRS é necessário conhecer um pouco sobre as duas técnicas existentes de transporte de dados pelas redes de comunicação.
- A primeira, utilizada pelas atuais redes GSM, é a comutação de circuitos, onde uma conexão é estabelecida do ponto de origem até o destino, os recursos da rede são reservados durante toda a duração da chamada e os dados
podem ser transmitidos continuamente ou por bursts. Sendo os recursos alocados durante toda a transmissão dos dados, o número de usuários que podem ser atendidos nessa técnica se torna limitado.
- A outra técnica de comunicação, utilizada pelo GPRS, é a comutação de pacotes, onde os recursos são alocados para o usuário somente quando for necessário enviar ou receber dados. Estes são enviados em pacotes, os quais são
roteados pela rede juntamente com o tráfego de outros usuários, permitindo que várias pessoas compartilhem os mesmos recursos, isto aumenta a capacidade da rede e permite que os recursos sejam gerenciados com eficiência.
A rede GPRS
- Por utilizar a comutação de pacotes, os telefones GPRS não necessitam de circuitos dedicados alocados para si. Dinamicamente é estabelecido um canal físico, que permanece enquanto os dados estiverem sendo transmitidos e poderá ser atribuído a outro usuário assim que for concluída a transmissão, tornando mais eficiente o uso da rede.
- Por ter seus pacotes trafegando entre sua rede e redes TCP/IP, o GPRS inclui novos procedimentos de transmissão e sinalização, bem como novos protocolos para integração com o ambiente IP. Novos sistemas de detecção/correção de erros e múltiplos timeslots também são implementados
A arquitetura da rede GPRS
- O GPRS traz diversas mudanças à rede GSM, sendo a maior parte referente à inclusão de novos blocos e não a modificação do que já existe. Uma análise mais simplificada da rede pode nos mostrar os elementos incluídos pelo GPRS.
GGSN
- Gateway GPRS support node que funciona como uma central de comutação e controle, colocando um gateway entre a rede GPRS de origem e a rede pública ou outras redes GPRS. Algumas funções:
- Fornecer funções de gerência de autenticação
- Localizar o assinante, utilizando a interface Gc para se conectar ao registro de localização da unidade móvel (HLR)
- Contar o número de pacotes transmitidos, permitindo tarifar corretamente o assinante
SGSN
>
- Serving GPRS support node que controla a conexão entre a rede e a estação móvel, possibilitando a gerência da sessão e funções de gerenciamento de mobilidade GPRS, como handovers e paging
- Utiliza a interface Gr para se conectar ao HLR e a interface Gs para se conectar ao registro de localização de visitante (MSC/VLR). Neste nó também é feita a contagem do número de pacotes roteados
PCU
- Packet Control Unit ou unidade de controle de pacotes que, podendo ser comparada à camada física do modelo OSI, converte os dados a serem enviados para um formato que pode ser transmitido pela interface aérea
- Também faz a gerência dos recursos de rádio e implementa as medições de QoS (Quality of Service)
SS7
- Para fazer o enlace de sinalização entre os nós GPRS e os blocos GSM foram definidas interfaces SS7 MAP. Entre as novas interfaces físicas estão:
- Interface Gb, que conecta o SGSN à PCU
- Interface Gn, que conecta o GGSN e o SGSN
- Interface Um que provê a comunicação entre a estação móvel e o subsistema da estação radiobase (BSS)
- Além das interfaces Gc, Gr e Gs que transportam protocolos baseados na SS7.
- Observando abaixo, pode-se obter um maior entendimento das ligações entre estes elementos que compõe a rede GSM/GPRS.Ve-se claramente como os nós da rede GPRS se alocam, logicamente, entre os nós da rede GSM, bem como as interfaces comuns de ambas as redes.
Visão da rede GPRS
- Fonte: Agilent Technologies, 2002, p.10
Camada de protocolos
- Apesar do GPRS utilizar vários protocolos da rede GSM e alguns protocolos padrão como os da família TCP/IP, existem novos protocolos, específicos do GPRS
Protocolos da interface Gn
GTP (GPRS tunneling protocol)
- Este protocolo recebe e transfere datagramas IP e pacotes X.25, provenientes de redes externas, entre os nós GGSN e SGSN da rede. Como em uma rede podem existir diversos nós, o GTP fornece um TID (Tunnel ID) ou identificador de túnel, que identifica o destino e a transação aos quais o pacote/datagrama pertence
Protocolos da interface Gb
- SNDCP (sub network dependent convergence protocol)
- Se localiza entre o telefone móvel e o SGSN, ele converte as PDUs (Protocol Data Unit) da camada de rede (N-PDUs) na interface Gn para um formato adequado à arquitetura da rede GPRS base, e também executa várias outras funções, tais como:
- Multiplexação de N-PDUs de uma ou várias entidades da camada de redeem uma conexão LLC apropriada
- Colocação das N-PDUs em buffer para o serviço reconhecido
- Gerência de seqüência de entrega de cada NSAPI (Network Layer Service Access Point Identifier);
- Compactação e descompactação das informações do protocolo e dos dados do usuário
- Segmentação e remontagem dos dados compactados até o comprimento Maximo da LLC-PDU;
- Negociação dos parâmetros de controle (XID) entre as entidades do SDNCP
- Se localiza entre o telefone móvel e o SGSN, ele converte as PDUs (Protocol Data Unit) da camada de rede (N-PDUs) na interface Gn para um formato adequado à arquitetura da rede GPRS base, e também executa várias outras funções, tais como:
- LLC (logical link control)
- Provê através de criptografia um enlace lógico altamente confiável entre a estação móvel e o SGSN. Este módulo usa diversos modos de transmissão de dados e dependendo do modo pode ou não utilizar acknowledgement
- O LLC também gerencia:
- a retransmissão de quadros
- a utilização de buffer
- o comprimento da informação com base na classe de atraso de QoS negociada
- BSSGP (base station system GPRS protocol)
- Responsável pelo roteamento de informações entre o BSS e o SGSN
- Sua função básica é fornecer informações relacionadas ao rádio para o uso pelas funções de RLC (radio link control) e MAC (medium access control) na interface aérea
- Não transporta nenhuma forma de correção de erro além de informações de QoS
- Utilizando quadros LLC a função de relay do BSS faz a comunicação entre o BSSGP e a camada RLC/MAC. As informações de rede enviadas pelo BSSGP às camadas de serviço para determinar o destino da transferência são:
- BVCI (BSSGP virtual connection identifier)
- LSP (link selection parameter)
- NSEI (network service entity identifier)
- BSSAP+ (BSS Application Part Plus)
- Define o uso de recursos móveis quando uma estação móvel utiliza ambos serviços, serviço de troca de circuito GSM e serviço de troca de pacotes GSM
- Define os procedimentos usados no nó de suporte do servidor GPRS (SGSN) para registros de visitantes locais por uma inter-operalidade entre serviços de troca de circuitos e pacotes. Mensagens da camada 3 na interface Gs são definidas.
- A interface GS conecta o banco de dados no MSC/VLR e o SGSN
- Os procedimentos do protocolo BSSAP+ são usados para coordenar a localização da informação do MS que são IMSI agregado a ambos serviços GPRS e não-GPRS
- A interface Gs também é usada para converter alguns procedimentos relatados de circuito trocado via o SGSN.
- A base para a rede interna entre um VLR e um SGSN é a exitencia de uma associação entre essas entidades via MS. Uma associação consiste do SGSN armazenar o número do VLR sevindo o MS por serviçoes de circuito trocado e o VLR armazenando número do SGSN servindo o MS para serviços de pacotes trocados
- A associação é aplicavel somente para MS no modo de classe-A de operação e MS no modo classe B de operação.
- Todas as mensagens no BSSAP + usa o serviço de sem-conectividade de SCCP (Signalling Connection Control Part) classe 0. Quando a opção de retorno no SCCP é usada e o enviante recebe uma notificação N_Notice do SCCP, a entidade enviante retorna para o Sistema de Operação e Manutenção
- O comportamento das entidades VLR e SGSN reportadas a interface Gs são definidas pelo estado de associação a um MS. Estados individuais por associação, ex: por modo de operação class-A do MS e modo de operação Class-B do MS, são mantidos em ambos o VLR e o SGSN
- O tipo de mensagem, unicamente identifica a mensagem sendo enviada.
- NS (network service)
- Utiliza o recurso de frame relay da interface Gb para prover uma conexão ponto-a-ponto entre o SGSN e o BSS ou uma rede frame relay. Para realizar o roteamento entre o SGSN e o BSS a interface NS utiliza uma tabela look-up de DLCI (identificador de conexão de enlace de dados).
- BCC (Broadcast Call Control)
- É usando no Serviço de chamadas de grupo de voz (VGCS) na interface de rádio. É o único da subcamada de protocolos da Connection Managemente (CM)
- Geralmente certa quantidade de estações móveis participa numa chamada broadcast. Consequentemente há mais de uma MS com uma entidade BCC engajada na mesma chamada Broadcast, e há uma entidade BCC na rede engajada na chamada broadcast
- A MS ignora mensagens BCC enviadas num modo desconhecido e que especifica como destino uma identidade móvel que não é uma identidade móvel daquele MS. Camadas superiores da sub-camada MM decide quando aceitar
transações paralelas BCC e quando e de que modo aceitar as transações paralelas BCC em outras transações CM.
- A chamada broadcast mode ser iniciada por um usuario movel ou um despachante. O originador da transação BCC escolhe o Identificador da Transação (TI)
- As entidades de chamada de controle são descritas como máquinas de estado de comunicação finito que troca mensagens através da interface de radio e comunicação internamente com outros protocolos sub-camadas ou camadas
- Em particular, o protocolo BC usa as subcamadas Mm e RR especificadas em GSM 04.08
- A rede deve aplicar funções de supervisão para verficar que os procedimentos BCC estão progredindo ou não e tomar as medidas apropriadas para resolver o problema
- Os processos padrões no BCC incluem:
- Estabelecimento dos processos das chamadas de Broadcast
- Processos de terminação de uma chamada Broadcast
- Informação da fase dos processos da chamada Broadcast
- Vários processos miscelâneos,
