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'''DESENVOLVIMENTO BASEADO EM CAMADAS | CBD'''
'''DESENVOLVIMENTO BASEADO EM COMPONENTES | CBD'''




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Uma vez definidos os requisitos através das convencionais técnicas de coleta existentes no universo da Engenharia de Software, inicia-se o momento no qual se define os meios pelos quais os componentes do sistema serão desenvolvidos - o projeto arquitetural.  A partir de uma análise detalhada dos requisitos, a equipe de desenvolvimento parte para a tomada de decisão: compor ou construir.
Uma vez definidos os requisitos através das convencionais técnicas de coleta existentes no universo da Engenharia de Software, inicia-se o momento no qual se define os meios pelos quais os componentes do sistema serão desenvolvidos - o projeto arquitetural.  A partir de uma análise detalhada dos requisitos, a equipe de desenvolvimento parte para a tomada de decisão: compor ou construir.


Em suma, o Desenvolvimento Baseado em Camadas – CBD permite aos desenvolvedores implementar uma solução totalmente baseada em componentes tecnológicos pré-existentes, podendo também propiciar que os mesmos desenvolvam do zero componentes que possam ser reutilizados por terceiros futuramente.  
Em suma, o Desenvolvimento Baseado em Componentes – CBD permite aos desenvolvedores implementar uma solução totalmente baseada em componentes tecnológicos pré-existentes, podendo também propiciar que os mesmos desenvolvam do zero componentes que possam ser reutilizados por terceiros futuramente.  


Tais componentes estarão aptos a serem utilizados em qualquer tipo de sistema, uma vez que suas vantagens nos aspectos robustez, flexibilidade, produtividade e manutenção são pontos estratégicos e essenciais no momento de traçar o projeto de implementação do sistema. Ou seja, a CBD pode ocorrer em duas maneiras:
Tais componentes estarão aptos a serem utilizados em qualquer tipo de sistema, uma vez que suas vantagens nos aspectos robustez, flexibilidade, produtividade e manutenção são pontos estratégicos e essenciais no momento de traçar o projeto de implementação do sistema. Ou seja, a CBD pode ocorrer em duas maneiras:
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[[Arquivo:DESENVOLVIMENTO_BASEADO_EM_CAMADAS.pdf]]
[[Arquivo:DESENVOLVIMENTO_BASEADO_EM_COMPONENTES.pdf]]

Edição das 13h59min de 3 de dezembro de 2019

DESENVOLVIMENTO BASEADO EM COMPONENTES | CBD


A reutilização de componentes completos, confiáveis e flexíveis para desenvolvimento de novos sistemas é uma realidade.

1. Introdução:

Uma vez definidos os requisitos através das convencionais técnicas de coleta existentes no universo da Engenharia de Software, inicia-se o momento no qual se define os meios pelos quais os componentes do sistema serão desenvolvidos - o projeto arquitetural. A partir de uma análise detalhada dos requisitos, a equipe de desenvolvimento parte para a tomada de decisão: compor ou construir.

Em suma, o Desenvolvimento Baseado em Componentes – CBD permite aos desenvolvedores implementar uma solução totalmente baseada em componentes tecnológicos pré-existentes, podendo também propiciar que os mesmos desenvolvam do zero componentes que possam ser reutilizados por terceiros futuramente.

Tais componentes estarão aptos a serem utilizados em qualquer tipo de sistema, uma vez que suas vantagens nos aspectos robustez, flexibilidade, produtividade e manutenção são pontos estratégicos e essenciais no momento de traçar o projeto de implementação do sistema. Ou seja, a CBD pode ocorrer em duas maneiras:


a) Dentro do mesmo ambiente de desenvolvimento;

b) Reuso de componentes de terceiros.

Caso ocorra a situação em que os componentes não possam ser modificados para satisfazerem os requisitos, a equipe poderá partir para os tradicionais métodos de desenvolvimento, como por exemplo, o desenvolvimento OO. Ou seja, a existência de componentes reusáveis não garante que em todas situações os mesmos possam ser utilizados a fim de atender todas as demandas do sistema.

2. Fases do Desenvolvimento Baseado em Componentes – CBD


Neste tópico veremos que sair de uma metodologia tradicional e migrar para o CBD não é um ato corriqueiro que ocorre da noite para o dia. Nas tradicionais formas de desenvolvimento, despende-se um determinado tempo para tarefas de análise, regras de negócio, modelagem, projeto e análise. Portanto, a metodologia CBD acaba gastando menos tempo e apresentando um ciclo de vida de projeto menor.

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2.1. Qualificação do Componente:


Nesta etapa analisa-se e garante que um componente candidato irá se adequar corretamente aos requisitos e a arquitetura do sistema.

2.2. Adaptação do Componente:


Em determinados casos, os componentes necessitam de uma adaptação para que atendam a todos requisitos. Para isso, esta etapa se faze necessária, onde ocorrem algumas técnicas de empacotamento de componentes.

2.3. Construção de Novos Componentes:


Caso não seja possível adaptar os componentes pré-existentes no projeto de desenvolvimento, consideramos então, a ocorrência desta etapa. A construção de novos componentes pode ocorrer de duas formas: composição de componentes ou criação de novos componentes através de técnicas clássicas de desenvolvimento.

2.4. Atualização da Biblioteca:


A Biblioteca de Componentes é a responsável pelo gerenciamento dos mesmos. Uma vez que prontos, serão adicionados a biblioteca para que possa ser dada a implementação do sistema.

3. A utilização da CBD


Proposto para enfrentar os desafios cotidianos da Engenharia de Software, o CBD é utilizado em muitos setores distintos, como por exemplo, o de desenvolvimento de empresas como IBM e Microsoft (ZEID, 2004). Com efeito, a tabela abaixo representa as atividades utilizando o CBD:

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4. Equipes de CBD


Dentro das tradicionais metodologias de desenvolvimento, o uso do CBD acontece também com aplicação de um plano de migração, onde agrega processos de motivação psicológica e definições gerais do processo como um todo. É sempre importante tocar na questão de tempo x custo, onde se comparado aos demais métodos, o CBD sai a frente com larga vantagem.

Definir papeis de atuação dentro da equipe também contribui para a capacitação da mesma, onde define quem atuará em cada etapa, mediante avaliação das capacidades individuais de cada membro da equipe.

O papel é um conjunto de habilidades e responsabilidades dentro de um time, trazendo objetividade ao processo (Allen e Frost, 2001). Portanto, não diferente das demais metodologias de trabalho, aqui, os papeis também são dinâmicos e flexíveis, podendo ser exercidos por vários atores, e consequentemente, permitindo que alguns executem mais de um papel.

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5. Referências Bibliográficas


ALLEN, P,; FROST, S. Planning Team Roles for CBD. In: HEINEMAN, G. PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002. ZEID, A.; MESSIHA, M.; YOUSSSEF, S. Applicabily of Component-Based Development In High-Performance Systems. In: INTERNATIONAL WORKSHOP ON COMPONENT-ORIENTED PROGRAMMING, WCOP, 9., 2004. HERNANDEZ, B. E. Uma Abordagem Baseada em Componentes Voltada a Reuso de Projeto de Hardware. Porto Alegre, 2005.


6. Arquivo Apresentação


Arquivo:DESENVOLVIMENTO BASEADO EM COMPONENTES.pdf