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== Ficha das Disciplinas ==
== Ficha das Disciplinas ==


'''BASES DE DADOS'''
'''BASES DE DADOS'''<br>
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https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/bd3/2011-2012/1-semestre
https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/bd3/2011-2012/1-semestre
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''Objetivos gerais''<br>
''Objetivos gerais''<br>
Modelar, desenhar e implementar uma base de dados relacional. Programar uma aplicação que aceda à base de dados. Dominar, do ponto de vista de desenvolvimento de base de dados, um SGBD relacional comercial. Entender a diferença entre modelo relacional e orientado a objectos. Compreender a utilidade do XML em Bases de Dados.<br>
Modelar, desenhar e implementar uma base de dados relacional. Programar uma aplicação que aceda à base de dados. Dominar, do ponto de vista de desenvolvimento de base de dados, um SGBD relacional comercial. Entender a diferença entre modelo relacional e orientado a objectos. Compreender a utilidade do XML em Bases de Dados.<br>
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'''Programa'''<br>
'''Programa'''<br>
• Introdução <br>
• Introdução <br>
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• Introdução aos agregados e revisões
• Introdução aos agregados e revisões


Corpo docente
'''Corpo docente'''<br>
Antonio Carvalho Fernandes
Antonio Carvalho Fernandes<br>
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REDES INTEGRADAS DE COMUNICAÇÕES
REDES INTEGRADAS DE COMUNICAÇÕES
https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/ric2/2011-2012/1-semestre
https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/ric2/2011-2012/1-semestre
Objetivos gerais
'''Objetivos gerais'''<br>
• Saber explicar os conceitos de comutação e transmissão associados às redes digitais de comutação de voz e das redes com integração de serviços baseadas nos princípios de comutação de circuitos, pacotes e células;  
• Saber explicar os conceitos de comutação e transmissão associados às redes digitais de comutação de voz e das redes com integração de serviços baseadas nos princípios de comutação de circuitos, pacotes e células; <br>
• Conhecer os protocolos utilizados nas Redes Digitais com Integração de Serviços e em Redes ATM;
• Conhecer os protocolos utilizados nas Redes Digitais com Integração de Serviços e em Redes ATM;<br>
• Conhecer os mecanismos de suporte à com Qualidade de Serviço em redes RDIS, ATM e IP;
• Conhecer os mecanismos de suporte à com Qualidade de Serviço em redes RDIS, ATM e IP;<br>
• Analisar e conceber soluções de suporte a serviços multimédia em Redes Integradas de Comunicações, quer na vertente unicast, quer na vertente multicast;
• Analisar e conceber soluções de suporte a serviços multimédia em Redes Integradas de Comunicações, quer na vertente unicast, quer na vertente multicast;<br>
• Saber desenvolver aplicações utilizando as diferentes tecnologias de redes, RDIS, ATM e IP
• Saber desenvolver aplicações utilizando as diferentes tecnologias de redes, RDIS, ATM e IP.<br>


Programa
'''Programa'''<br>
TELEFONIA DIGITAL  
<br>
• Estruturas de comutação e transporte de dados
TELEFONIA DIGITAL <br>
REDES INTEGRADAS
• Estruturas de comutação e transporte de dados<br>
• RDIS - Arquitectura, configuração de referência, interfaces de acesso, modelo de protocolos da RDIS;  
<br>
• Controlo de acesso ao canal D;  
REDES INTEGRADAS<br>
• Interface U de transmissão;
• RDIS - Arquitectura, configuração de referência, interfaces de acesso, modelo de protocolos da RDIS; <br>
• Protocolo LAPD;  
• Controlo de acesso ao canal D; <br>
• Estrutura das mensagens de sinalização de RDIS;  
• Interface U de transmissão;<br>
• Sistema de Sinalização número 7, ATM - Modelo de referência de ATM;
• Protocolo LAPD; <br>
• Nível físico e ATM;  
• Estrutura das mensagens de sinalização de RDIS; <br>
• Caracterização dos diferentes tipos de AAL (AAL1, AAL2, AAL3/4 e AAL5);
• Sistema de Sinalização número 7, ATM - Modelo de referência de ATM;<br>
• Gestão de tráfego em redes ATM;  
• Nível físico e ATM; <br>
• Parâmetros de tráfego e de qualidade de serviço;
• Caracterização dos diferentes tipos de AAL (AAL1, AAL2, AAL3/4 e AAL5);<br>
• Algoritmos de controlo de tráfego;  
• Gestão de tráfego em redes ATM; <br>
• Sinalização em redes ATM, UNI3.1 e Q.2931;
• Parâmetros de tráfego e de qualidade de serviço;<br>
• Endereçamento ATM e redes Locais ATM.  
• Algoritmos de controlo de tráfego; <br>
 
• Sinalização em redes ATM, UNI3.1 e Q.2931;<br>
• Suporte à QoS em IP - Internet com Qualidade de Serviço;
• Endereçamento ATM e redes Locais ATM. <br>
• Modelo de Serviços Integrados;  
<br>
• Modelo de Serviços Diferenciados;
• Suporte à QoS em IP - Internet com Qualidade de Serviço;<br>
• Integração de IP com ATM;
• Modelo de Serviços Integrados; <br>
 
• Modelo de Serviços Diferenciados;<br>
• Tecnologia MPLS;
• Integração de IP com ATM;<br>
 
<br>
• VoIP (SIP, H323).  
• Tecnologia MPLS;<br>
 
<br>
• Multicasting
• VoIP (SIP, H323). <br>
 
<br>
Corpo docente
• Multicasting<br>
Paulo Rogerio Barreiros d'Almeida Pereira
<br>
 
'''Corpo docente'''<br>
PORTFOLIO PESSOAL I
Paulo Rogerio Barreiros d'Almeida Pereira<br>
<br>
'''PORTFOLIO PESSOAL I'''<br>
http://portfolio.tagus.ist.utl.pt/portfolio/
http://portfolio.tagus.ist.utl.pt/portfolio/
Objetivos gerais
<br>
Seguindo algumas das recomendações internacionais sobre a estruturação dos currículos de Engenharia, visa estimular os estudantes a adquirirem, de forma diversificada, conhecimentos e competências comportamentais, organizacionais, sociais, culturais, científicas e profissionais, através da realização de actividades extra-curriculares e da reflexão sobre as mesmas. Estas serão documentadas e avaliadas, constituindo um Portfolio Pessoal de (algumas das) aprendizagens não formais dos estudantes.  
'''Objetivos gerais'''<br>
Seguindo algumas das recomendações internacionais sobre a estruturação dos currículos de Engenharia, visa estimular os estudantes a adquirirem, de forma diversificada, conhecimentos e competências comportamentais, organizacionais, sociais, culturais, científicas e profissionais, através da realização de actividades extra-curriculares e da reflexão sobre as mesmas. Estas serão documentadas e avaliadas, constituindo um Portfolio Pessoal de (algumas das) aprendizagens não formais dos estudantes. <br>
O Portfolio é um instrumento para reconhecer, estimular e apoiar o desenvolvimento dos estudantes num contexto fora do ensino tradicional. Pretende-se que os alunos consigam complementar as competências científicas e técnicas que a Escola lhes fornece e que, se reconhecidamente cumprem a sua missão no que toca às competências científicas e técnicas para a profissão de Engenheiro, deixam de fora muitas outras, nomeadamente de carácter comportamental (soft skills) – como foi repetidamente referido pelos empregadores dos nossos formados - por difícil enquadramento académico, porque não existem no currículo do IST, porque dependem do percurso pessoal do aluno e dos seus gostos e que, portanto, são impossíveis de enquadrar no ensino formal.<br>
O Portfolio é um instrumento para reconhecer, estimular e apoiar o desenvolvimento dos estudantes num contexto fora do ensino tradicional. Pretende-se que os alunos consigam complementar as competências científicas e técnicas que a Escola lhes fornece e que, se reconhecidamente cumprem a sua missão no que toca às competências científicas e técnicas para a profissão de Engenheiro, deixam de fora muitas outras, nomeadamente de carácter comportamental (soft skills) – como foi repetidamente referido pelos empregadores dos nossos formados - por difícil enquadramento académico, porque não existem no currículo do IST, porque dependem do percurso pessoal do aluno e dos seus gostos e que, portanto, são impossíveis de enquadrar no ensino formal.<br>
Corpo docente
Pedro Miguel Roldao de Barros (Responsável)
Antonio Artur Ferreira da Silva
João Paulo Pinto Trindade
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'''Corpo docente'''<br>
Pedro Miguel Roldao de Barros (Responsável) <br>
Antonio Artur Ferreira da Silva <br>
João Paulo Pinto Trindade <br>
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Edição das 18h03min de 12 de novembro de 2011

Pesquisadora

  • Nome: Bruna Lorena Rodrigues Gondin
  • Endereço/Morada: Av. Elias Garcia, 120 R/C
  • Cidade/Conselho: Lisboa
  • Instituição de Origem: Universidade Federal de Uberlândia
  • Curso: Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica e Telecomunicações
  • Instituição acolhedora: Universidade Técnica de Lisboa e Instituto Superior Técnico(IST)
  • Curso: Engenharia de Redes de Comunicações
  • Orientador:
  • Programa: Acordo Bilateral Brasil - Portugal
  • Ano letivo: 2011/2012


Informações turísticas

Portugal

Lisboa

Uma cidade boa pra se morar, o clima não é tão frio como nos demais países europeus e o verão é bem parecido com o que temos no Brasil. Há praias e diversos serviços

  • Assembléia da República
  • Bairro alto
  • Basílica da Estrela
  • Castelo de São Jorge
  • Igreja da Graça
  • Igreja e museu de São Roque
  • Jardim da Estrela
  • Jardim Zoológico
  • Marco do Descobrimento
  • Mosteiro de São Jerônimo
  • Museu Calouste Gulberkian
  • Parque das Nações
    • Jardim das águas
    • Oceanário
    • Torre e centro comercial Vasco da Gama
  • Praça do Comércio
  • Ruínas do Carmo
  • Torre de Belém
  • Comidas: Pasteizinhos de Belém


Sintra

  • Palácio Queluz
  • Palácio da Pena
  • Castelo dos Mouros
  • Quinta da Regaleira


Porto

  • Comidas: Francesinha (Pão de forma recheado com muita carne, coberto com bastente queijo e rodeado por batata frita imersa em um molho típico da cidade feito com cerveja)


Holanda

Breda

  • Bouvigne Breda (castelo)
  • Parque


Bélgica

Antwerpen

  • Câmara Municipal (Stadhuis)
  • Castelo Steen
  • Catedral de Nossa Senhora (Onze Lieve Vrouwekathedraal)
  • Cidade dos diamantes
  • Grote Markt
  • Museu do rio



Dicionário Português Portugal/Brasil

"se calhar" = provavelmente, possivelmente
"tomar um copo" = beber cerveja
“um bucadinho” = um pouco
agrafador = grampeador
alfa-pendular = trem mais confortável, que faz o transporte entre cidades (seria a 1ª classe dos comboios)
ananás = abacaxi
auto-carro = ônibus
auto-carro eléctrico = bondinho
autocolante = adesivo
avariado = estragado
bilheteira = bilheteria
boate = zona
boleia = carona
cadeira = disciplina, aula
cafetaria = café
caloiros = calouros
camisola = camiseta, camisa (manga longa, de time,...)
capacidade = capacitância
carruagem = vagão
casa de banho = banheiro
caução = bermuda
comboio = trem
conselho = cidade, distrito
coroa = região
delegado de turma = representante de sala
discar = discertar
discoteca = boate
dobrado = dublado
eletrão = elétron
encerrado = fechado
esfregão = palha de aço
esfregona = ralo do banheiro
exames = provas
fato = terno
fiambre = presunto
fita cola = fita adesiva
fixe = legal
fotocópia = xerox
freguesia = bairro
frigorífico = geladeira
gira = uma coisa gira é algo legal, bonita, divertida lima = limão
mala = bolsa
máquina de calcular = calculadora
metro = metrô
miudos = crianças
mola de roupa = prendedor de roupa
nata = creme de leite
palhinha = canudinho
peões = pedestres
portagio = pedágio
praxe = trote (existe toda uma tradição, em que o caloiro é praxado o ano todo e quem aplica o trote veste uma roupa como a do Harry Potter e eles nunca podem lavar a capa, porque nela está todo o conhecimento e as experiências adquiridas)
salsicha = linguiça
sumo = suco
telemóvel = celular
X-acto = estilete

Pastelaria - não vende pastel, apenas folhados, salgados, pastéis de nata(de Belém), lanches. Não existe pastel frito por aqui
Há leite: gordo, meio-gordo e magro e Coca-cola zero e tradicional nas versões com e sem cafeína.

Contexto de inserção acadêmica

IST

  • Alameda
  • Taguspark


Disciplinas Cursadas

Ano letivo 2011/12
Semestre 1

  • Bases de dados:aulas teóricas e de laboratório.
  • Portifolio Pessoal I: Atividades extra-curriculares.
  • Propagação e Antenas: Estuda-se linhas de transmissão, guias de onda e antenas. Há aulas teóricas, laboratório e aulas de problemas nesta disciplina.
  • Redes Integradas de Comunicações:aulas teóricas e de laboratório. A ementa abrange conteúdos e trabalhos de ordem práica sobre ATM, arquitetura de redes, QoS, MPLS e VoIP, sendo o projeto (prático e em grupo) sobre VoIP.

Site do laboratório de RIC: http://groups.ist.utl.pt/labredes/


Ficha das Disciplinas

BASES DE DADOS

https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/bd3/2011-2012/1-semestre
Objetivos gerais
Modelar, desenhar e implementar uma base de dados relacional. Programar uma aplicação que aceda à base de dados. Dominar, do ponto de vista de desenvolvimento de base de dados, um SGBD relacional comercial. Entender a diferença entre modelo relacional e orientado a objectos. Compreender a utilidade do XML em Bases de Dados.

Programa
• Introdução
• Modelização conceptual: modelo Entidade Relacionamento
• Modelização lógica: modelo relacional, teoria da normalização, álgebra relacional
• Conversão diagramas conceptuais em diagramas lógicos
• Linguagem SQL
• Desenvolvimento de aplicações de bases de dados
• Índices
• Gestão de transacções, controlo de concorrência, gestão de recuperação
• Bases de dados XML

Corpo docente
Diogo Ribeiro Ferreira (Responsável) Helena Isabel de Jesus Galhardas Paulo Jorge Fernandes Carreira

PROPAGAÇÃO E ANTENAS
http://courses.tagus.ist.utl.pt/deec/ap0/web/
Objetivos gerais
Aprendizagem das bases físicas e do funcionamento de linhas, guias de onda, fibras ópticas e antenas, enquanto elementos dum sistema de telecomunicações.

Programa
• Revisão de conceitos fundamentais de Electromagnetismo, equações de Maxwell e suas soluções, e condições de fronteira entre meios diferentes.
• Condições e características da propagação em linhas de transmissão, como linhas bifilares e cabos coaxiais: equações das linhas, adaptação de impedâncias, regime de onda estacionária e perdas. Medição dos principais parâmetros.
• Conceitos básicos de propagação em guias de onda: aplicação aos guias metálicos de planos paralelos e às fibras ópticas. Medição de perdas.
• Redes de telecomunicações e suas impedâncias. Medição de impedâncias características e de entrada.
• Conceitos básicos de antenas: impedância própria e de entrada, diagrama de radiação, directividade, ganho, abertura, polarização. Antenas isoladas e em agregado. Dipolos, monopolos, espiras e parábolas. Medidas de impedâncias de entrada e de campo radiado.

Programa detalhado APRESENTAÇÃO • Conceitos fundamentais. Formalismo da onda plana monocromática • Amplitude e fase duma onda • Evolução dos conceitos básicos do electromagnetismo • Equações de Maxwell e o seu significado

PROPAGAÇÃO GUIADA • Equação de onda e equação da linha • Linhas bifilares e cabos coaxiais, no modo TEM • Parâmetros característicos da linha, constante de propagação e impedância característica • Equações canónicas e equações de propagação da tensão e da corrente • Impedância de carga, factor de reflexão e impedância de entrada da linha • Distribuição da tensão e da corrente ao longo da linha, para vários valores da carga • Factor de onda estacionária. Adaptação duma linha com um stub • Equação da dispersão e propagação em espaço livre • Condições de fronteira entre meios • Transmissão total e reflexão total num plano dieléctrico - onda evanescente. • Reflexão total num plano condutor perfeito • Propagação guiada por dois planos paralelos condutores. - Reflexão e refração de ondas entre dois meios • Modos de propagação e frequências de corte: - Velocidade de fase e de grupo. - Modos de propagação em varões dieléctricos e em fibras ópticas - Parâmetros característicos das fibras • Modos de propagação LP, fibras mono modo e multimodo - Tipos de dispersão e atenuação nas fibras

RADIAÇÃO • Antenas, história e configurações clássicas • Equações de Maxwell - Propagação vs. Radiação

• O Dipolo Eléctrico de Hertz e a antena equivalente actual - Das equações de Maxwell à radiação do DEH

• Campos próximos, campos radiados e diagrama de radiação do DEH - Monopolo de Hertz - Impedância de entrada, resistência de radiação e potência radiada - Resistência de perdas e rendimento

• Características da Antena Curta e seu monopólo

• Antenas lineares finas e grossas, de qualquer comprimento - Distribuição de corrente - Campos radiados e diagramas de radiação - Intensidade de radiação, directividade, abertura e ganho

• Espira curta - Circuito equivalente da antena

• Antenas em recepção e potência recebida.

• Introdução aos agregados e revisões

Corpo docente
Antonio Carvalho Fernandes

REDES INTEGRADAS DE COMUNICAÇÕES https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/ric2/2011-2012/1-semestre Objetivos gerais
• Saber explicar os conceitos de comutação e transmissão associados às redes digitais de comutação de voz e das redes com integração de serviços baseadas nos princípios de comutação de circuitos, pacotes e células;
• Conhecer os protocolos utilizados nas Redes Digitais com Integração de Serviços e em Redes ATM;
• Conhecer os mecanismos de suporte à com Qualidade de Serviço em redes RDIS, ATM e IP;
• Analisar e conceber soluções de suporte a serviços multimédia em Redes Integradas de Comunicações, quer na vertente unicast, quer na vertente multicast;
• Saber desenvolver aplicações utilizando as diferentes tecnologias de redes, RDIS, ATM e IP.

Programa

TELEFONIA DIGITAL
• Estruturas de comutação e transporte de dados

REDES INTEGRADAS
• RDIS - Arquitectura, configuração de referência, interfaces de acesso, modelo de protocolos da RDIS;
• Controlo de acesso ao canal D;
• Interface U de transmissão;
• Protocolo LAPD;
• Estrutura das mensagens de sinalização de RDIS;
• Sistema de Sinalização número 7, ATM - Modelo de referência de ATM;
• Nível físico e ATM;
• Caracterização dos diferentes tipos de AAL (AAL1, AAL2, AAL3/4 e AAL5);
• Gestão de tráfego em redes ATM;
• Parâmetros de tráfego e de qualidade de serviço;
• Algoritmos de controlo de tráfego;
• Sinalização em redes ATM, UNI3.1 e Q.2931;
• Endereçamento ATM e redes Locais ATM.

• Suporte à QoS em IP - Internet com Qualidade de Serviço;
• Modelo de Serviços Integrados;
• Modelo de Serviços Diferenciados;
• Integração de IP com ATM;

• Tecnologia MPLS;

• VoIP (SIP, H323).

• Multicasting

Corpo docente
Paulo Rogerio Barreiros d'Almeida Pereira

PORTFOLIO PESSOAL I
http://portfolio.tagus.ist.utl.pt/portfolio/
Objetivos gerais
Seguindo algumas das recomendações internacionais sobre a estruturação dos currículos de Engenharia, visa estimular os estudantes a adquirirem, de forma diversificada, conhecimentos e competências comportamentais, organizacionais, sociais, culturais, científicas e profissionais, através da realização de actividades extra-curriculares e da reflexão sobre as mesmas. Estas serão documentadas e avaliadas, constituindo um Portfolio Pessoal de (algumas das) aprendizagens não formais dos estudantes.
O Portfolio é um instrumento para reconhecer, estimular e apoiar o desenvolvimento dos estudantes num contexto fora do ensino tradicional. Pretende-se que os alunos consigam complementar as competências científicas e técnicas que a Escola lhes fornece e que, se reconhecidamente cumprem a sua missão no que toca às competências científicas e técnicas para a profissão de Engenheiro, deixam de fora muitas outras, nomeadamente de carácter comportamental (soft skills) – como foi repetidamente referido pelos empregadores dos nossos formados - por difícil enquadramento académico, porque não existem no currículo do IST, porque dependem do percurso pessoal do aluno e dos seus gostos e que, portanto, são impossíveis de enquadrar no ensino formal.

Corpo docente
Pedro Miguel Roldao de Barros (Responsável)
Antonio Artur Ferreira da Silva
João Paulo Pinto Trindade

Projetos, concursos e eventos nas áreas de Engenharia e Inovação

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