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1/6 – Sistema com capacidade de enviar e receber dados. | |||
Serviços de dados modernos: IP e pacotes de dados. | |||
2/6 – Maior taxa de dados com o serviço GPRS. | |||
Utiliza os recursos da rede quando os pacotes estão sendo enviados. | |||
3/6 – 3G une os atributos do GSM e do GPRS. | |||
VoIP | |||
4/6 – Comutação de circuitos utiliza a o recurso do radio enquanto existir a conexão, enquanto comutação por pacote solicita seus recursos apenas durante a transferência de dados. | |||
5/6- Sistema GPRS reduz os custos permitindo maior penetração no mercado. | |||
Capaz de estabelecer uma conexão virtual, que requer o mínimo de sinal possível, transmitindo | |||
dados por comutação de circuitos, CSD (Circuit-switched data). | |||
6/6 - É possível reaproveitar a estrutura estabelecida no GSM, a fim de estabelecer uma verdadeira arquitetura de comutação de pacotes. | |||
Edição das 05h30min de 23 de maio de 2012
GSM/GPRS
- Capitulo 5
- Página 89
- Discussão: 17/05
- GSM
- Limitações - Luiz Cláudio
- Limitações do GSM
- 1/6: GSM é um padrão europeu para telefonia móvel celular. GSM é considerada a geraçao 2G e foi orinalmente projetada para sistemas baseados em voz e ainda para transmissão de dados. em uma rede GSM, serviços de dados são oferecidos no modelo comutado a circuitos. Serviços modernos de dados como os centrados em IP são baseados em pacotes e consequentemente são pobremente servidos pelos arranjos comutados a circuito.
- 2/6: O desenvolvimento do GPRS habilitou taxas de dados mais altas que o GSM suporta com o benefício adicional de que os recursos são usados apenas quando os dados são enviados. GPRS é conhecido como geração 2.5. Este sistema é constituído por uma sobreposição sobre a rede de voz GSM existente e usa a mesma interface de rádio. Isto significa que os padrões comutados a circuito e a pacote são oferecidos numa rede GSM com GPRS.
- 3/6: A geração 3G tem muitos dos atributos GSM e GPRS incorporados em um único padrão. Gerações subsequentes poderão tornar-se rede puramente de dados e utilizarão a tecnologia VoIP para acomodar as chamadas de dados. Um padrão já consolidado para atender a este necessidade e que permitirá a convergência de todas as redes é o IMS.
- Vantagens do GPRS sobre o GSM
- 4/6: Sistemas comutados a circuito usam os recursos de rádio durante todo o tempo em que um usuário está conectado. Contudo, sistemas comutados a pacote acessam os recursos de rádio apenas durante a transferência dos dados. Dessa forma, estes onerosos recursos estão sendo usados de forma mais eficiente em uma rede comutada a pacotes.
- 5/6: GPRS reduziu os custos e aumentou a taxa de dados associados ao GSM. Os baixos custos permitirão que se aumentasse a penetração no mercado para serviços móveis de dados. Usando CSD com GSM sempre que um usuário desconecta entre a transferência de dados, cada transferência de dados requer um canal de tráfego e que então cai novamente uma vez que a transferência foi completada. GPRS contudo fornece conexões virtuais que podem ser mantidas com um mínimo de sinalização.
- 6/6: Para implementar as alterações no sentido de termos uma rede comutada a pacotes é exigido normalmente uma arquitetura nova de sistemas. Contudo, para reutilizar a interface de rádio, esta nova rede sobrepoem-se à rede GSM existente. O novo sistema é o GPRS e este padrão foi completamente definido pelo ETSI.
- Limitações do GSM
- Distinções para com o GPRS - Marcelo
- 1/6:
- Em um sistema de comunicações móveis, como o GSM e o GPRS, os termos "Núcleo da Rede (Core Network)" e "Rede de Acesso do Radio (Radio Access Network)" são utilizados para distinguir duas entidades lógicas do sistema de comunicação móvel.
- O Núcleo da Rede (Core Network) refere-se as matrizes de comutação e a conexão entre as diversas matrizes da rede de comunicação.
- Já a Rede de Acesso do Radio (Radio Access Network) é a estação radio base que recebe o sinal do comunicador móvel e o seu sistema de comutação.
- 2/6:
- O GPRS compartilha diversos recursos com o GSM, incluindo a interface aérea do rádio. Entretanto o núcleo das redes são completamente separados.
- O GPRS se interage com outras redes através de um "Gateway GPRS Support Node (GGSN)".
- 3/6:
- O GGSN é o principal comutador e controlador de uma rede GPRS, funciona como um gateway como o "Gateway Mobile service Switching Center (GMSC)" do GSM.
- Um GGSN se conecta à vários "Nós de Suporte de Serviços GPRS (Serving GPRS Support Nodes - SGSN) através de enlaces de alta capacidades como os de microondas ou fibras ópticas.
- 4/6:
- Cada SGSN controla uma parte (área geográfica) da rede GPRS. Essas partes são conhecidas como "área de serviço SGSN (SGSN service area)".
- Apesar de que a área de serviço SGSN é uma parte da área do Centro de Comutação de serviços Móveis (Mobile services Switching Center - MSC) do sistema GSM, não há uma relação entre as áreas de serviços.
- 5/6:
- Cada Controlador de Rádio Base (Base Station Controller - BSC) se comunica tanto com a MSC como a SGSN.
- A MSC irá disponibilizar parte dos canais de rádio para a rede GPRS. O restante é reservado para os sinais de voz e CSD.
- Por fim, a SGSN e a BSS vão administrar os canais reservados para o GPRS.
- 6/6:
- As BTS em uma já existente rede GSM precisam apenas de atualizar os software para acomodarem os canais de GPRS. Algumas exceções podem ocorrer dependendo do fabricante da BTS.
- As células GPRS vão cobrir a mesma área geográfica das células GSM. Entretanto usuários de dados, quando demandarem um baixa taxa de transmissão, vão poder acessar as redes GPRS a uma distância maior do que a possível para a transmissão dos sinais de voz. Isso é possível devido a pequena relação sinal-ruído requerida para o transporte de dados.
- 1/6:
- Canais - Rafael
- 1/6
- Uma vez que o GPRS irá funcionar sobre uma rede GSM existente e compartilhar o canal aéreo com os canais comutados por circuitos do GSM, a BTS deve tratar igualmente um PDTCH e um TCH
- Os bits de uma sequência de bits GPRS são posicionados igualmente como sequências TCH. Consequentemente, os moduladores, demoduladores e componentes de radio da BTS e da MS são idênticos para GPRS e serviços de comutação de circuitos;
- 2/6
- No entanto, a BSC conterá uma nova pilha de protocolo, permitindo a identificação de quais canais são TCHs e quais são PDTCHs
- Essa identificação é realizada pelas funções Radio Link Control (RLC) e Media Access Control (MAC)
- Consequentemente, novo hardware é necessário para implementar essa nova função de software e comutação de pacotes. Esse é o Packet Control Unit (PCU).
- 3/6
- Todas as funções de controle podem ser acomodadas nos canais de controle do GSM sem maiores restrições
- Como os canais GSM sempre estarão presentes, a MS os utiliza por padrão. Se existirem canais de controle GPRS dedicados, a MS deve ser explicitamente informada da sua localização física na BCCH
- 4/6
- Normalmente uma MS irá 'acampar' na BCCH, quer dizer, a MS irá monitorar o time-slot 0 (TS 0) no sinal mais forte para colher informações sobre a célula. O TS 0 carrega o BCCH
- Geralmente, um PBCCH é configurado somente se há tráfego GPRS suficiente,ou se um canal de frequência é dedicado ao GPRS em uma célula. Nesse caso, todos os MSs irão 'acampar' no PBCCH.
- 5/6
- A maior limitação na utilização dos canais GSM estipulada pelo padrão ETSI está na área de acesso aleatório, que resulta em uma taxa de bits mais baixa.
- Se um PDTCH é requisitado sobre o RACH, a rede pode atribuir no máximo 2 PDTCHs por aparelho. Por outro lado, se PRACH é utilizado, um máximo de o PDTCHs pode ser atribuído.
- 6/6
- A menos que um canal físico seja inteiramente dedicado ao GPRS, qualquer PDCH pode ser liberado para o uso normal GSM se a demanda muda de comutação de pacotes para comutação de circuitos. O operador de rede decidirá quais canais dedicar ao GPRS e quais alocar dinamicamente a ambos GPRS e GSM.
- Desse modo, os recursos de rádio podem ser utilizados mais eficientemente, dependendo da demanda por dados ou voz.
- 1/6
- GPRS
- Vantagens sobre o GSM - Murilo
1/6 – Sistema com capacidade de enviar e receber dados. Serviços de dados modernos: IP e pacotes de dados.
2/6 – Maior taxa de dados com o serviço GPRS. Utiliza os recursos da rede quando os pacotes estão sendo enviados.
3/6 – 3G une os atributos do GSM e do GPRS.
VoIP
4/6 – Comutação de circuitos utiliza a o recurso do radio enquanto existir a conexão, enquanto comutação por pacote solicita seus recursos apenas durante a transferência de dados.
5/6- Sistema GPRS reduz os custos permitindo maior penetração no mercado. Capaz de estabelecer uma conexão virtual, que requer o mínimo de sinal possível, transmitindo dados por comutação de circuitos, CSD (Circuit-switched data).
6/6 - É possível reaproveitar a estrutura estabelecida no GSM, a fim de estabelecer uma verdadeira arquitetura de comutação de pacotes.
- Elementos chave - Muller
- Em sistemas de comunicação Móvel como o GSM e GPRS, os termos "núcleo da rede" e "rede de acesso via radio" são frequentemente uados para distinguir entre duas entidades lógicas dentro do sistema físico.
"Núcleo da rede" se refere a função de comutação principal e conexões de alta capacidade entre os comutadores.
"Rede de acesso via radio" se refere a estação radio base e suas funções de comutação - O GPRS é uma Rede publica terrestre móvel (PLMN) assim como o GSM.
GPRS compartilha vários recursos com o GSM incluindo a interface área. Entretanto os núcleos da redes são essencialmente separados, cada um totalmente funcional e com interfaces para outras redes como a PSTN, ISDN, ou redes de dados privadas independentemente da GSM.
Cada interface com outras redes passa pelo Gateway GPRS Support Node (CGSN) - O CGSN é o principal comutador e nó controlador para a rede GPRS, age como um gateway na rede de forma muito parecida como o "Gateway Mobile services Switching Center (GMSC)" da rede GSM
O GGSN se conecta como uma série de nós servidores GPRS chamados SGSN através de uma rede de links microondas de alta capacidade ou interconexões via fibra. - Cada SGSN controla uma seção (ex: área geografica) da rede GPRS conhecida como Area de serviço SGSN.
Enquanto a área de serviço SGSN pode estar relacionado com uma área de serviço MSC da GSM, não há nenhuma relação entre as duas áreas de serviços - Cada Base Station Controller (BSC) irá comunicar tanto com a MSC quanto com a SGSN.
A MSC irá atribuir uma porção dos recursos de radio na BSS para a rede GPRS e o resto será atribuido para voz e CSD.
A SGSN e a BSS irão então administrar esses recursos e prover canais para o GPRS - A BTS em uma rede GSM irá, as vezes, precisar apenas de uma atualização de software para suportar canais GPRS. Algumas exceções podem ocorrer dependendo do fabricante da BTS.
A célula CPRS irá cobrir a mesma área geografica que a célula GSM. Entretanto, usuários de baixa taxa de transmissão de dados poderão utilizar seus serviços a distancias muito maiores que usuários de voz, isso ocorre principalmente devido a redução da relação portadora-interferência requerido por um canal de dados.
- Em sistemas de comunicação Móvel como o GSM e GPRS, os termos "núcleo da rede" e "rede de acesso via radio" são frequentemente uados para distinguir entre duas entidades lógicas dentro do sistema físico.
- Tipos de canais - Robson
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- GPRS compartilha a interface aérea com o padrão GSM. Por conseguinte, será usado técnicas de Múltiplo Acesso por Divisão no Tempo, utilizando os mesmos oito time slots doGSM. Qualquer intervalo de tempo em qualquer canal de rádio GSM atribuído a utilização GPRS é definido como um pacote de dados do canal (PDCH)
- 2/6
- Qualquer PDCH utilizado para transportar os dados do utilizador é referido como um canal de tráfego de pacote de dados (PDTCH). Enquanto um PDTCH ocupará um time slot em um dado quadro, cada estação móvel (MS) pode utilizar PDTCHs múltiplos na mesma frequência da portadora de rádio. No entanto, já que o MS só podem ter acesso um transportador de cada vez,existe um máximo de 8 PDTCHs por MS
- 3/6
- O canal de difusão de pacotes (PBCCH) leva informação específica para uma determinada célula, tal como o mapeamento físico de PDTCHs e os critérios para ser usados para calcular o momento de transferência para a outra célula. Se uma célula tem poucos utilizadores ativos GPRS, pode ser pragmática para reduzir a sobrecarga de sinalização GPRS, proporcionando assim mais recursos de rádio GSM para o funcionamento normal. Para facilitar isto, o BCCH pode ser usado para transportar toda a informação suportada sobre o PBCCH em determinados momentos. Caso contrário, a informação PBCCH será atribuída a um time slot específico sobre uma portadora específica, e o BCCH vai levar a sua localização do canal físico.
- 4/6
- O Packet commom Control Channel (PCCCH) tem três principais canais secundários, cada um com sua função específica. Estas funções incluem:
- 1-Page como MS por BSC-Packet Paging Chanel (PPCH)
- 2-Alocar recursos para o MS-Packet Acesso Grant Channel (PAGCH)
- 3-Pedido PDTCH pelo MS-Packet Pandom Canal de Acesso (PRACH)
- As partes PCCCH em um dado time slot com a PBCCH em um GSM multiquadro-51, enquanto que as partes PCCCH um time slot dado com a PBCCH e o PDTCH num GPRS multiquadro-52, onde implementada.
- O Packet commom Control Channel (PCCCH) tem três principais canais secundários, cada um com sua função específica. Estas funções incluem:
- 5/6
- O Packet Associated Control Channel (PACCH) transporta informações de sinalização entre o BSC e MS, incluindo:
- Informações sobre o recurso re-alocação
- Nível de potência e tempo de ajustes
- Mudanças de freqüência, etc
- Uma vez que cada MS requer apenas um canal de sinalização, apenas uma PACCH é necessária para cada MS, independentemente do número de PDTCHs
- O Packet Associated Control Channel (PACCH) transporta informações de sinalização entre o BSC e MS, incluindo:
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- Ao contrário do GSM, GPRS não tem nenhuma SDCCH. Isto é porque o SDCCH só é usado durante a configuração de chamada, e a GPRS eliminou a maior parte da negociação associada a configuração de chamada. Da mesma forma, TSHs GSM utilizam um time slot a cada 26 para realizar o controle de sinalização sobre a SACCH. No entanto, o SACCH não pode existir no GPRS, uma vez que requer uma constante, o circuito é comutado ao caminho a partir do MS para BSC. No GPRS, o PACCH carrega as informações de sinalização, a qual é usada apenas quando a sinalização é realmente necessária.
- Elementos chave - Muller
- Estabelecimento de um canal - Marcelo
- Lista de Símbolos
- ACK - ACKnowledgement, "Aceitação" sinalização enviado ao transmissor para indicar que os dados que chegaram ao receptor não foram corrompidos
- BCCH - Broadcast Control CHannel, Canal de Controle através de Broadcast utilizado para gerenciar todos os Dispositivos Móveis conectados à BSS
- BSC - Base Station Controller, Controlador da Estação Base é a unidade responsável por controle e inteligência da BTS
- BSS - Base Station System, Sistema da Estação Base é a união da BSC com a BTS
- BTS - Base Transceiver Station, Estação Base Transceiver é a responsável pela comunicação entre a BSC e a MS
- CSD - Circuit-Switched Data, Transferência de dados utilizando Comutação por Circuito
- Dispositivo Móvel GPRS - Dispositivo que utilize o sistema GPRS para comunicação via rádio para uma BSS
- GPRS - General Packet Radio Service, Serviço de Rádio de Pacote Geral
- HLR - Home Locator Register, Registro do Local Base é uma base de dados na rede de telefonia móvel que guarda os dados do assinante
- MS - Mobile Satation, Dispositivo Móvel que se conecta à BSS
- NACK - ACKnowledgement, "Não Aceitação" sinalização enviado ao transmissor para indicar que os dados que chegaram ao receptor foram corrompidos ou não chegaram no receptor no dentro do intervalo previsto
- PAGCH - Packet Access Grant Channel, Canal de Concessão de Acesso de Pacote é um canal de downlink e envia a informação contando o canal de tráfego móvel que tem sido atribuído à MS
- PBCCH - Packet Broadcast Control CHannel, Canal de Controle através de Broadcast que utiliza Pacotes para gerenciar todos os Dispositivos Móveis conectados à BSS
- PDTCH - Packet Data Traffic CHannel, Canal de Trafico de Dados por Pacote
- PDTCH - Packet Data Traffic Channel, Canal de Trafico de Dados por Pacote é o canal utilizado para a transferência de dados do usuário
- PRACH - Packet Random Access CHannel, Canal de Acesso Aleatório de Pacote utilizado pela MS para iniciar um uplink de dados do usuário ou sinalização de informação
- SGSN - Serving GPRS Support Node, Nó de Suporte ao GPRS responsável pela comutação de pacotes na rede GPRS
- TCH - Traffic CHannels, Canal de Trafego de dados
- TFI - Temporary Flow Identity, Identidade de Fluxo Temporário é uma identidade única atribuída à MS que permite identificar que os dados transferidos pertencem à MS
- VLR - Visitor Location Register, Registro de Localização de Visitantes é um banco de dados provisório que contém todas as informações relacionadas aos terminais móveis que se encontram dentro da área de atuação da MSC
- Lista de Símbolos
- 1/7
- Por que o GPRS utiliza um sistema de comutação de pacote um PDTCH irá existir apenas durante o período de transmissão de dados. Já a transmissão de dados em um sistema de comutação de circuitos (CSD - Circuit-Switched Data) um significante overhead (signaling) é utilizado para configurar e manter um TCH para cada seção de transferência de dados.
- Consequentemente, de forma a reduzir o overhead, o GPRS faz com que cada PDTCH seja configurado com um mínimo de sinalização pelo enlace de radio.
- Estabelecimento de um canal - Marcelo
- 2/7
- Quando um dispositivo móvel GPRS é ligado ele irá monitorar o sinal de BCCH, que está sempre disponível, ou o sinal de PBCCH, se esse estiver disponível.
- Dessa forma, o dispositivo GPRS irá sempre saber qual a frequência e o time-slot está disponível para comunicação com os nós GPRS. O dispositivo móvel (MS - Mobile Satation) irá informar ao SGSN sempre que mudar de célula. Isso significa que ambos os sistemas (estação radio base e o dispositivo móvel) poderão se comunicar entre si.
- 2/7
- 3/7
- Quando um dispositivo GPRS desejar enviar um pacote de dados, ele utiliza um Canal de Acesso Aleatório de Pacote (PRACH - Packet Random Access CHannel) para fazer um pedido de estabelecimento de um PDTCH.
- Feito isso, a BSC irá enviar o peido à SGSN. Na SGSN poderá ser feito uma pesquisa na HLR/VLR para validar o pedido e para verificar as preferencias do usuário.
- 3/7
- 4/7
- Se a SGSN determinar (através da pesquisa no HLR/VLR) que a MS pode utilizar o serviço requisitado, ela reservará recursos a essa MS através de um sinal de "acesso imediato" utilizando o PAGCH.
- Esse sinal irá informar à MS qual a frequência e o time-slot ela deverá utilizar para o PDTCH. Um Identificador de Fluxo Temporário (TFI - Temporary Flow Identity) será atribuído ao PDTCH, dessa forma, a MS poderá identificar os pacotes interessados a ela.
- 4/7
- 5/7
- O dispositivo GPRS terá acesso ao PDTCH terá acesso a quatro (4) quadros consecutivos. Isso significa que uma janela de quatro (4) time-slots será de uso exclusivo para o dispositivo GPRS acesse o sistema.
- Essa janela permite que a MS enviar blocos de dados GSM de 456bits. Dessa forma o burst de GPRS contem a mesma quantidade de bits que um burst TCH comum.
- Os pacotes de dados são geralmente divididos em vários blocos para a transmissão e remontados na BSC.
- 5/7
- 6/7
- No GPRS, a BSC, de tempo em tempo, envia à MS um sinal informando se os pacotes recebidos contem erros ou não, por exemplo a cada quatro (4) bursts recebidos.
- Caso os pacotes recebidos pela BSC não contenham erros a BSC envia um sinal de ACK (ACKnowledgement - dados corretos). Caso a BSC detecte algum erro no pacote ou o burst de dados não sejam recebidos em um determinado tempo, é enviado à MS um sinal de NACK (Not ACKnowledgement - dados incorretos).
- 6/7
- 7/7
- Caso o dispositivo GPRS tenha acesso a mais de um time-slot no mesmo canal (mesma frequência), cada um dos time-slots associado ao dispositivo GPRS será configurado como PDTCHs independentes.
- Consequentemente, cada PDTCH irá ser tratado separadamente e terão uma janela de dados de quatro (4) bursts e cada time-slot receberá o sinal de ACK (ou de NACK) independente. Por fim, caberá à BSS reconstruir os pacotes respeitando os time-slots de cada pacote.
- 7/7
- Alocação dos recursos de rádio - Rafael
- 1/7
- Um PDTCH existirá somente durante uma sessão de transmissão de dados.
- No CSD (Comutação de Circuitos), cabeçalhos grandes são necessários (sinalização) para estabelecimentos de chamadas.
- O GPRS foi projetado para minimizar a sinalização para a utilização de um PDTCH.
- 2/7
- Quando um MS é ligado, começa a monitorar constantemente o BCCH ou o PBCCH, se disponível.
- Assim, o terminal GPRS sempre saberá quais as frequências e time-slots estão disponíveis para comunicação GPRS.
- A MS também informará a SGSN sempre que mudar de célula.
- Isso significa que o terminal e o sistema devem sempre ser capazes de se comunicar.
- 3/7
- Se um terminal GPRS deseja enviar pacotes, usará o PRACH (Packet Random Access Channel) para requisitar um PDTCH.
- A BSC entregará o pedido à SGSN, que por sua vez pode precisar checar o HLR/VLR para validar o pedido.
- 4/7
- Se o SGSN permite que a MS utilize o sistema, irá alocar recursos de rádio usando o PAGCH (Packet Access Grant Channel).
- O sinal informa a MS da frequência e time-slot a utilizar.
- Um número de Identidade Temporária de Fluxo (TFI) é também determinado à PDTCH, para que a MS posa identificar pacotes endereçados à ela.
- 5/7
- Um terminal sempre terá acesso a um PDTCH por quatro frames consecutivos.
- Isso Significa que uma janela de 4 time-slots sempre estará disponível para o terminal.
- A janela permite o envio e um bloco de dados GSM de 456 bits, mesmo número dos bursts GPRS.
- Um pacote de dados é geralmente segmentado em diversos blocos para transmissão e reagrupamento no receptor.
- 6/7
- No GPRS um ACK é enviado no final de cada bloco, ou seja, depois de cada 4 bursts.
- Se ocorre erro ou se um burst não chega no tempo especificado, um NACK é enviado.
- Quando um pacote completo é recebido, um ACK final é enviado.
- 7/7
- Se um terminal tem acesso a mais de um time-slot no canal, cada um deles será configurado como PDTCH independente.
- Assim, os PDTCHs serão operados independentemente, e os ACKs também enviados independentemente.
- Os blocos de dados serão reagrupados na BSS.
- Multiframes - Murilo
- Esquemas de codificação de canal - Robson
- Exemplos de uma transmissão de dados - Muller
- Considere o cenário onde o assinante tenha estabelecido uma conexão ftp com um servidor através de uma rede GPRS e queira fazer o upload de um arquivo.
Vamos agora descrever esse processo. - O uso do TCP para transportar pacotes de dados é fundamental para operação da internet.
Entretanto, o controle de tráfego e caracteristicas de retransmissão tornam o TCP inapropriado para aplicações wireless, visto que o Bit-error Rate tem a ordem de magnitude várias vezes maior que a de uma linha fixa de acesso a internet.
No GPRS, TCP terá uso apenas para aplicações com Conexões Orientadas a Serviços de Rede (CONS) que tenta imitar os sistemas comutados por circuito como exemplo o X.25 - O UDP é menos conhecido e um protocolo de transporte mais simples visto que não implementa as facilidades de retransmissão do tcp. No UDP os dados são divididos em datagramas, cada um com um endereço anexado no cabeçalho.
Observação: Um datagrama é um container para o pacote que não precisa referenciar conexões passadas em ordem para rotear o seu caminho do originador para o destino
A recepção destes datagramas não são reconhecidos. Isso significa que a rede GPRS deve fazer as funções de reconhecimento e retransmissão caso necessário. Entretanto, enquanto o GPRS já faz correção de erro através da interface área o UDP se torna um protocolo de transporte apropriado para a rede GPRS - No modelo OSI, a unidade de dados de Serviço (SDU) é definido como um montante de informação transportado entre as camadas adjacentes.
No nosso exemplo, vamos considerar que o cliente ftp quer mandar um arquivo de 1kb, este será nosso SDU de 1kb, mas poderia ser qualquer tipo de pacote de dados. - Para simplificar, vamos assumir que o UDP interpreta o SDU como sendo 1000 bytes, um bloco de 8000 bits.
O UDP irá então gerar um cabeçalho que contém informações sobre o datagrama, em particular o endereço do destinatário. O cabeçalho possui 20 bytes de tamanho, ou seja (8x20) 160 bits.
Isso significa que o datagrama tem agora 8160 bits de tamanho. - Se a MS (após negociar com a SGSN) determinar que o CS1 deverá ser usado para codificar os dados, o datagrama de 8160 bits será quebrado em 46 blocos de 181 bits. No caso [181 x 46 = 8326 - (181 - 15) = 8160]
Como o ultimo bloco conterá apenas 15 bits de dados de usuário, ele será preenchido com bits extras até ter um tamanho de 181 bits. - O USF, BCS e os bits de calda serão adicionados para cada um desses blocos.
O bloco é então codificado em convolução para meia taxa para dar um total de 456 bits por bloco que é separado em 8 sub-blocos
Cada par de sub-blocos é então usado para construir uma rajada GSM padrão. - Visto que cada bloco necessita de 4 time-slots, o SDU requer a construção de (46x4) 184 rajadas GSM. Cada rajada contém 2 sub-blocos e a sequencia de treinamento usado para caracterizar o canal de radio.
Essas rajadas são então moduladas e transmitidas através do canal de radio - Cada bloco é recebido, filtrado, demodulado e decodificado na BTS antes de ser passado para a BSC para remontagem em 46 blocos de dados.
A BCS é usada para checagem de erro. Cada bloco que contém erro deve ser retransmitido. - Quandos todos os blocos são recebidos, ele são corretamente ordenados e reproduzidos no datagrama UDP original que então pode ser passado para o servidor.
Uma vez que esse processo é completado, o arquivo terá sido transmitido com sucesso. - Este exemplo simples mostra como um pacote flui pelo sistema GPRS.
Deve ser notado que este exemplo não considera a adição de cabeçalhos pelo controle de link logico (LLC), Controle de link de Radio (RLC) e Controle de acesso ao meio (MAC) das camadas do modelo OSI, ou uma possivel adição de cabecalho IP.
A adição desses cabeçalhos aumentará bastante o numero de bits a serem transmitidos.
- Considere o cenário onde o assinante tenha estabelecido uma conexão ftp com um servidor através de uma rede GPRS e queira fazer o upload de um arquivo.
- Conclusões - Luiz Cláudio