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* OpenRoads foi implementado sobre um controlador NOX, possibilitando controlar switches, APs e basestations, e ainda dividiram a rede em grupos utilizando o FlowVisor | |||
* Assim como foi feito com o OpenRoads, o SNMP foi extendido ao NOX possibilitando assim controlar detalhes como SSID, energia, frequência, e frequência de dados, e capturar informações da wireless. | |||
* Todas as ferramentas utilizadas são open-source, possibilitanto a qualquer interessado utiliza-las e melhora-las. | |||
3.1 -Caio | 3.1 -Caio | ||
* O trabalho incial constitui de uma rede composta por 30 WiFi APs, 2 basestations WIMAXe swithces ethernet de 5 GBs. | |||
* As WiFi APs são circuitos embarcados conendo Linux. | |||
* O protocolo OpenFlow foi adicionado a basestations NEC WiMAX adicionada a rede sobre um spectro de pesquisa FCC, atuando como uma AP WiMAX pouco inteligente rodando sobre o protocolo OpenFlow | |||
* Foram usados switches que possuíam firmware que suportam o protocolo OpenFlow | |||
* Para trabalhos futuros, há planos de testar hardwares mais exóticos, como por exemplo rádios programáveis, como o GNU-Radio e WARP, adicionando a interface OpenFlow a ambos, e então explorar a sua característica programável atrás do SNMP ou NetConf. | |||
Edição das 20h31min de 27 de julho de 2012
- Artigo:
- Blueprint for Introducing Innovation into the Wireless Networks we use every day
- Kok-Kiong Yap, Rob Sherwood, Masayoshi Kobayashi, Nikhil Handigol, Te-Yuan Huang, Michael Chan, Nick McKeown, and Guru Parulkar
- Ecosistemas abertos são um caminho sem volta
- Infraestrutura de rede sem fio continua fechada e cada vez mais proprietária
- O usuário está envolvido por um grande número de redes sem fio (WiFi e celular) mas ainda limitadas
- Parece que a indústria dá pouco incentivo às mudanças e prefere agarrar-se a um sistema ineficiente e tradicional
- Este artigo é uma "Convite às Armas" para que a comunidade cientifica se movimente para uma abertura das futuras redes
- Uma perspectiva é o usuário poder mover-se livremente entre as redes disponíveis e ter condição de bancar sua própria estrutura
- Um bom caminho para isso é manter o serviço de rede separado da infraestrutura física
- Dessa forma, pesquisadores, provedores de serviço e operadoras, fornecedores e desenvolvedores poderão colaborar para a criação de serviços de rede inovadores
- A proposta é construir e implantar uma infraestrutura de rede wireless aberta - mas compatível - que possa ser facilmente implantada e disponibilizada em universidades pelo mundo
- Os pesquisadores poderão experimentar novos serviços de rede diretamente em suas próprias infraestruturas.
Introdução
- Atualmente, usuários tem a disposição um enorme conjunto de aparelhos podendo optar entre várias operadoras comerciais
- Um contingente cada vez maior de desenvolvedores estáo criando aplicações, jogos e conteúdo para dispositivos móveis
- O SO Android clama para ser a "primeira plataforma realmente aberta e abrangente para dispositivos móveis; todo o
software para rodar um aparelho móvel, mas sem os entraves proprietários que tem dificultado a inovação móvel".
- Existe uma crença forte na possibilidade de termos um mercado que traga eficiência, inovação e serviço de alta qualidade para o usuário
- A indústria também pode se beneficiar porque as opções aumentarão e atrairão novas empresas que poderão competir com as incumbents
- Existem barreiras para a abertura que não serão quebradas pela indũstria e o governo e que exigem inovação técnica
- Surge a força das pesquisas nas universidades
- A seguir, duas propostas para quebrar estas barreiras tecnológicas:
- 1. A fechada e inacessível capacidade sem fio a nossa volta:
- Apesar de existirem fisicamente muitas redes celulares e WiFi na maioria das vezes estão inacessíveis para o uso
- Operadoras móveis restringem o uso das redes e as redes WiFi privadas requerem autenticação
- Capacidade abundante mas não disponível para o usuário
- O cenário esperado é onde o usuário possa usufruir de um vasto conjunto de redes sem fio com acesso a toda a infraestrutura deles
- Abertura não quer dizer que seja livre mas sim a possibilidade de acesso a baixo custo e ampla cobertura
- Numa linha mais radical, sem as atuais barreiras, usuários poderiam se conectar a múltiplas redes, ao mesmo tempo gerando enorme capacidade e cobertura
- 2. Uma infraestrutura de rede que é fechada para inovação
- Redes celulares intensificam o uso do protocolo IP e este tem sido um grande motivador para as escolhas e inovações para o usuário final
- Provavelmente seu maior feito é permitir inovação nas bordas
- IP é simples, padronizado e fornece conectividade universal
- Acredita-se que tal como está, o IP não é a escolha certa para a Internet móvel do futuro
- É inadequado para suportar mobilidade e segurança e também difícil de gerenciar
- Sua arquitetura é fixa destinando pequeno espaço para adicionar novas funcionalidades
- Operadoras celulares sentem as dificuldades de tratar mobilidade, segurança e inovações em geral
- Se o IP continuar a ser usado para estas demandas trará sérias limitações
- Requer uma rede que permita inovação continuada para serviços que sequer foram imaginados
- E ainda assim as aplicações atuais deverão continuar funcionando.
- A visão do futuro idealiza uma rede que permitirá a um computador móvel conectar-se em qualquer rede e mover-se livremente e sem dificuldades de uma rede a outra
- A lógica do próximo passo é fazer um computador de mão conectar-se a qualquer rede, independentemente de quem é a rede e qual é a tecnologia de rádio
- Questões regulatórias, técnicas e econômicas deverão ser quebradas.
- Nesta nova arquitetura, haverão muitos provedores de serviço, muitos rádios, muitos tipos de rádios, todos amarrados juntos em muitas redes fixas
- Existirá diversidade em todos os níveis: redes (muitas redes para escolher), canais (mais espectro estará disponível), antenas (mais MIMOs), rádios (um aparelho irá conter muitos rádios)
- Atualmente um aparelho contém 3 ou 4 tecnologias (GSM, WiFi, Bluetooth, etc) e no futuro haverão muito mais
- A crescente compactação e projetos de circuito com eficiência de energia produzirão aparelhos com 10 tecnologias ou mais com vários do mesmo tipo
- Um aparelho portátil poderá se conectar a várias redes pela robustez e reforço da qualidade do sinal
- Se os usuário se moverão livremente entre as redes, os provedores de serviço precisarão estar separados de suas próprias redes
- Estes deverão prover autenticação, mobilidade e faturamento independentemente da rede que estiverem conectados
- Algumas companhias celulares permitirão MVNOs para fornecer serviços sobre suas redes
- Nas redes WiFi, de hotéis ou aeroportos, um terceiro poderá assumir o papel de autenticar e bilhetar os serviços
- Como os provedores celulares criam transição para o IP seria interessante habilitá-los a inovar em sua própria rede
- Possibilitar pesquisas e experimentos com novos modelos de segurança (controles de acesso, autenticação de usuário, ...) e mais alternaticas escaláveis para o IP móvel
- A indústria se beneficiaria e a comunidade open-source poderia crescer trazendo contribuição a todos os usuários
- Existem muitas pedras no meio de caminho e a comunidade de pesquisadores no mundo pode ajudar
- Serviços de usuário finais, por exemplo, precisa-se descobrir como decompor o serviço de rede para a infraestrutura de rede subjacente
- Uma separação limpa de "serviço da infraestrutura" através de diferentes redes (provedores celulares, redes locais, redes corporativas, shoppings, ...) e através de tipos diferentes de redes sem fio (GSM, WiFi, WiMAX, LTE, ...) pode dar condições de acesso a maior capacidade e levando a maior competição entre provedores
- Outra pesquisa poderia incluir o gerenciamento personalizado de mobilidade alocado na nuvem em serviços de um ou mais usuários
- Um gerenciador de mobilidade pessoal poderia implementar as preferências do usuário para roteamento, seleção de rede e precificação
- Experimentos poderiam ser ampliados a ponto de atender uma população de bilhões de serviços e usuários móveis
- Finalmente, pesquisar maneiras de aperfeiçoar medições e instrumentação de redes que permitirá comparar qualidade de serviço de diferentes provedores em diferentes redes
- Para suportar esta visão é apresentado:
- Cap 2: o OpenRoads, um projeto para esta arquitetura de rede aberta
- Cap 3: Descrição da implementação do OpenRoad atual no nosso campus
- Cap 4: Ação para a comunidade se juntar a este esforço.
OpenRoads: Projeto para uma rede sem fio aberta
- OpenRoads: plataforma de rede móvel sem fio para pesquisa experimental e implantação realistica de redes e serviços
- Usa:flow-table acl
- OpenFlow (desacopla mobilidade da rede física) para separar controle do caminho de dados através de:
- FlowVisor (permite múltiplos provedores de serviço para controlar concorrentemente), uma API para criar fatias de rede e prover isolamento entre elas e daí permitindo vários experimentos simultâneos e
- SNMPVisor (configura a infraestrutura subjacente) para mediar acesso à configuração dos dispositivos entre os experimentos
OpenFlow
- É um aspecto adicionado a switches, roteadores, pontos de acesso (APs) e estações radiobase
- Permite que os caminhos de dados dos dispositivos possam ser controlados através de uma API externa e padronizada
- Explora o fato de que quase todos os caminhos de dados dos dispositivos já contém uma tabela de fluxo (flow-table)
- Originalmente colocada para manter ACLs - Access Control List dos firewalls
- Switches e roteadores atuais não possuem uma interface externa comum
- No OpenRoads adicionamos OpenFlow para APs WiFi e estações WiMAX modificando seu software
- A mesma coisa pode ser feita para LTE e outras tecnologias móveis
- Em OpenFlow e portanto no OpenRoads o caminho de dados da rede é controlado por um ou mais controladores remotos que rodam num PC
- Em nossa rede, usamos controlador open-source NOX, disponivel livremente da Nicira
- A principio, qualquer controlador é possível se ser utilizado desde que converse no protocolo OpenFlow
- O controlador gerencia a tabela de fluxo em todos os elementos no caminho de dados e decide sobre os pacotes que serão roteados na rede
- Dessa forma, o caminho de dados e seu controle são separados e o controlador tem completo controle sobre a operação do caminho de dados
- O controlador pode definir a granularidade de um fluxo
- Por exemplo, um fluxo pode consistir de uma simples sessão TCP ou qualquer combinação ou qualquer combinação de pacote de cabeçalhos (Camada 1-4) permitindo agregação
- Como um exemplo de separação de controle e caminho de dados, um gerenciador de mobilidade em OpenRoads pode ser implementado como uma aplicação NOX
- NOX fornece uma visibilidade de ampla-rede da topologia atual, estados dos enlaces e do fluxo e todos os outros eventos da rede
- O gerenciador de mobilidade pode escolher para ser feito ciente de cada novo fluxo da aplicação na rede e pode dividir a rota que ele toma
- Quando o usuário se move, o gerenciador de mobilidade é notificado e pode decidir para re-rotear o fluxo
- Como o OpenFlow é independente da camada física (isto é, o ponto de terminação sem fio está processando WiFI ou WiMAX), o handoff vertical entre redes de tecnologias diferentes é transparente e simples
- A abertura do controlador torna mais fácil adicionar ou alterar a funcionalidade da rede
- Por exemplo, um pesquisador pode criar um novo gerenciador de mobilidade (um que faz mais rápido ou com menos perda no handoff) simplesmente modificando um existente
- Uma aplicação pode ser escrita para implementar AAA, bilhetagem, roteamento, serviço de diretórios e por aí vai ... todos processando como um programa em um controlador OpenFlow
- E já que o controlador é simplesmente um programa processando em um servidor, ele pode ser colocado em qualquer lugar na rede - até num centro de dados remoto.
2.2 - Alex
- Levando em consideração como um serviço experimental pode ser executado no OpenRoads, ainda existe a questão de como executar vários serviços numa mesma rede.
- A estratégia é cortar a rede, subdividi-la em múltiplos controladores, que permitiriam inclusive a movimentação de usuários entre redes físicas. Para isso é utilizado o FlowVisor.
- FlowVisor é uma ferramenta aberta que delega o controle de diferentes fluxos para cada controlador. É basicamente um proxy transparente para o OpenFlow. A estratégia da divisão de fluxos é agrupá-los de acordo com uma política definida por um gerenciador da rede, criando um "flow-space", um conjunto de fluxos de características similares, o que coordena o corte, a subdivisão da rede.
- A subdivisão da rede permite a execução de testes experimentais com mais segurança.
- O FlowVisor aloca o "flow-space" de acordo com um padrão, e encaminha-o para uma rede de produção de acordo com um protocolo. Cada teste, ou experimento realizado na rede é atribuído à fatia, ou subdivisão na qual atua, de acordo com o "flow-space" e uma topologia, criada pelo FlowVisor.
- O fatiamento da rede é como um versionamento da rede de produção, onde cada fatia pode ser dedicada a versões e testes diferentes, possibilitando um incorporamento gradual na fatia de produção.
- Subdividir a rede também permite delegar diferentes fluxos para cada usuário, ou até administrador, permitindo uma hierarquia de controle na delegação das fatias para a execução de testes.
2.3 - Alex
- O OpenFlow permite o controle do datapath no OpenRoads, mas não permite configurar este datapath. Para realizar estas configurações são usadas interfaces de linhas de comando, como SNMP ou NetConf.
- Apesar do princípio ser simples, configurar cada fatia de forma independente é complicado, visto que uma interface pode ser compartilhada por várias fatias, o que dificulta desativá-la para uma em específico.
- Assim, são fatiados os datapaths usando o SNMPVisor, que age em conjunto com o FlowVisor, permitindo o experimentador configurar sua fatia da rede. O SNMPVisor utiliza as mensagens de controle provindas do SNMP, modificando-as e enviando-as para o elemento correto do datapath.
- O SNMPVisor atua como o FlowVisor, como um proxy transparente entre os controladores e o datapath, provendo as mesmas características de versionamento e delegação.
- As vezes é impossível subdividir certas configurações que podem por exemplo compartilhar um canal. Assim é subdividido ao máximo possível, expondo os parâmetros não divididos para o usuário via feedback e por mensagens de erro.
3 - Caio
- OpenRoads foi implementado sobre um controlador NOX, possibilitando controlar switches, APs e basestations, e ainda dividiram a rede em grupos utilizando o FlowVisor
- Assim como foi feito com o OpenRoads, o SNMP foi extendido ao NOX possibilitando assim controlar detalhes como SSID, energia, frequência, e frequência de dados, e capturar informações da wireless.
- Todas as ferramentas utilizadas são open-source, possibilitanto a qualquer interessado utiliza-las e melhora-las.
3.1 -Caio
- O trabalho incial constitui de uma rede composta por 30 WiFi APs, 2 basestations WIMAXe swithces ethernet de 5 GBs.
- As WiFi APs são circuitos embarcados conendo Linux.
- O protocolo OpenFlow foi adicionado a basestations NEC WiMAX adicionada a rede sobre um spectro de pesquisa FCC, atuando como uma AP WiMAX pouco inteligente rodando sobre o protocolo OpenFlow
- Foram usados switches que possuíam firmware que suportam o protocolo OpenFlow
- Para trabalhos futuros, há planos de testar hardwares mais exóticos, como por exemplo rádios programáveis, como o GNU-Radio e WARP, adicionando a interface OpenFlow a ambos, e então explorar a sua característica programável atrás do SNMP ou NetConf.
3.2 - Gabriel
- Os resultados são precisos e repetitivos, sendo implementando um componente de medição abrangente no desenvolvimento, chamado OpenRoads.
- Com os logs de eventos NOx, são registrados todos os eventos da rede, incluindo as mudanças na topologia, link-state, ow-state, entre outros.
- Foram criados uma série de ferramentas de visualização, monitoramento e GUIs running em cima da NOX para auxiliar os usuários e instrumentos no estado de sua fatia, e também gerar correlações temporais nos eventos de rede.
- Isso facilitará na inovação em redes sem fio abertas, mostrando importantes problemas, tendências e interações na rede.
3.3 - Gabriel
- Primeiro passo foi a criação de uma experiência em OpenRoads, no qual os alunos em 12 semanas criaram um projeto baseado em projetar e implementar seu próprio gestor de mobilidade, e em seguida implantá-lo na rede.
- Um grupo criou um gerente de mobilidade para executar um desempenho com uma menor perda “hando” ´por movimentos rápidos de usuários.
- Outro grupo criou um serviço de alta confiabilidade por “n-casting-pack-ets “ na rede, usando OpenFlow, de modo que cada cliente recebeu várias cópias em diferentes caminhos e rádios.
- O último grupo usou uma rede estadual de informação NOX para prever quais canais eles deveriam usar durante a transmissão, para minimizar o tempo de procura.
- Em cada projeto, os alunos demostraram o gerenciador do trabalho na atual rede gerada. Rodando simultaneamente em sua própria fatia
- Devido ao OpenRoads , todos os gerenciadores de mobilidade foram capazes de fazer a transferência entre o WiFi e WiMAX, além de trabalhar sem modificar o software host ou suas aplicações.
- O importante não é que os gestores eram radicalmente novos, mas que foram escrito por não especialistas em menos de 4 semanas, construindo em cima de uma crescente base de código open-source e uma constante melhora na plataforma.
- Ainda existem muita coisa a melhorar. Isso foi apenas o primeiro protótipo.
- Outra surpresa que um gerenciador de mobilidade pode ser escrito em 200 linhas de C++.
- Isso serve de validação preliminar para um sistema OpenRoads, útil para a comunidade de pesquisas, o que facilita o processo de inovação na rede sem fio.
4. - Conclusão
- A arquitetura das redes sem fio está por ser alterada significantemente nos próximos anos com a convergência das redes celulares e WiFI
- Sem nossa participação, a indústria permanecerá fechada e baseada em equipamentos proprietários
- Nossa regra, como comunidade de pesquisa, é ajudar a abrir a infraestrutura - para permitir que múltiplas idéias coexistam na mesma rede física - e portanto permitir que a inovação aconteça, mais livremente e mais rapidamente
- Abrir uma infraestrutura fechada soa como um sonho impossível mas invoca as mudanças que o Linux trouxe para a indústria de computadores pela dedicação da comunidade de desenvolvedores open-source
- Acreditamos que o melhor lugar para iniciar a abertura da infraestrutura das redes sem fio é nas nossas universidades com uma alternativa mais aberta (e inversamente compatível).
- Chamamos esta nova rede de "OpenRoads"
- OpenRoads está sendo construída no topo do OpenFlow
- As principais adições técnicas são a habilidade de fatiar a rede usando o FlowVisor e SNMPVisor e a habilidade para os usuários terem acesso aos experimentos
- No conjunto, OpenRoads forma uma completa produção de rede que pode ser fatiada - função do administrador de rede - para criar partes isoladas para novos experimentos ou novas versões de funcionalidade
- A expectativa é que a comunidade de pesquisadores adote, construa, implante e use a arquitetura de rede sem fio móvel desenvolvendo o sistema usando pontos de acesso existentes despojado das estações radio-base celulares, switches convencionais colocado sob o controle de um sistema aberto que permite múltiplos experimentos isolados para processamento concorrente na rede
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