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Consiste em um Sistema de Gerência Autônomo, do inglês '''Autonomic Management Systems (AMSs)'''. | |||
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Cada AMS consiste em um Management Plane e um Knowledge Plane, assim como se comunica com um set dedicado de modelos, ontologias e interfaces e se comunica com um ou mais componentes distribuídos de orquestração (Distributed Orchestration Components). Mapear lógica habilita os dados armazenados em modelos a serem transformados em conhecimento e combinado com o conhecimento armazenado em ontologias provê uma avaliação sensível a contexto de operações de um ou mais recurso virtual. Outro set de interfaces habilita serviços de frameworks, como serviços de diretório, nomeação, federação, e outros para serem usados pela AMS. | |||
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O AMS é desenhado para ser federado, habilitando diferentes AMS que são dedicadas a governar diferentes tipos de dispositivos, recursos e serviços, a serem combinadas. Afim de suportar isso, cada AMS usa os modelos e ontologias para fornecer um set padrão de capacidades que podem ser anunciadas e usadas por outras AMS; tal funcionalidade pode ser negociada através de definições pré definidas e outros mecanismos. | |||
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Cada AMS coleta informações apropriadas de monitoramento de dispositivos virtuais e não virtuais e serviços que ele está gerindo, e faz decisões apropriadas para os recursos e serviços que governa, tanto por si mesmo (se seu modo de governo é individual) ou em colaboração com outras AMS (se seu modo de governo é distribuido ou colaborativo). [1] | |||
=Objetivos e funcionalidades= | |||
O Management Plane (MP) consiste em um Autonomic Management Systems (AMSs), que é desenhado para seguir loops de controle autonomos. No nosso framework os AMSs são desenhados para obter os seguintes objetivos e funcionalidades: '''i.''' Funções embarcadas na rede, a maioria das funcionalidades de gerência devem ser embarcadas na rede. Assim como os AMSs rodam em ambientes de execução no topo de redes virtuais e sistemas, que rodam no topo de todas as redes e estruturas físicas; '''ii.''' Funções de monitoramento e auto-monitoramento: monitora a rede e o contexto operacional assim como o estado de operações internas afim de avaliar se o comportamento atual da rede serve para o seu propósito de serviço; '''iii.''' Funções adapatáveis e auto-adaptáveis; Dispara mudanças nas funções de operação da rede (estado, configuração, função) como resultado de mudanças na rede ou no contexto de serviço. '''iv.''' Auto-funções automáticas: Habilita o auto-controle das operações internas da rede, funções e estado. Ele também "bootstraps" a si mesmo e opera sem intervenção manual externa. Entrada manual/externa é apenas provida na configuração do objetivo de serviço. '''v.''' Funções extensíveis: Adiciona novas funções sem perturbar o resto do sistema ((Un)Plug_and_Play/ Programação dinâmica de funções e serviços de gerência); '''vi.''' Funções de custo simples: Minimiza o custo computacional das operações de rede e minimiza a pegada ecológica (economia de energia). [2] | |||
=Referências= | |||
[http://ist-autoi.eu/d/D4.2%20-Management%20Plane,%20Knowledge%20Plane%20and%20Interfaces%20%20-%20Final%20Version%20V3.0.pdf]Management Plane, Knowledge Plane and Interfaces - Deliverable D4.2 - Autonomic Internet (AutoI) Project | |||
<br/>[http://utopia.duth.gr/~emamatas/globecom2010.pdf] Platforms and Software Systems for an Autonomic Internet | |||
Edição atual tal como às 17h14min de 28 de março de 2011
Management Plane (MP)
Consiste em um Sistema de Gerência Autônomo, do inglês Autonomic Management Systems (AMSs).
Caractetísticas
- Funções embarcadas
- Funções de monitoramento e auto-monitoramento
- Funções adapatáveis e auto-adaptáveis
- Funções automáticas
- Funções extensíveis
- Funções de custo simples
Autonomic Management Systems (AMSs)
Cada AMS consiste em um Management Plane e um Knowledge Plane, assim como se comunica com um set dedicado de modelos, ontologias e interfaces e se comunica com um ou mais componentes distribuídos de orquestração (Distributed Orchestration Components). Mapear lógica habilita os dados armazenados em modelos a serem transformados em conhecimento e combinado com o conhecimento armazenado em ontologias provê uma avaliação sensível a contexto de operações de um ou mais recurso virtual. Outro set de interfaces habilita serviços de frameworks, como serviços de diretório, nomeação, federação, e outros para serem usados pela AMS.
O AMS é desenhado para ser federado, habilitando diferentes AMS que são dedicadas a governar diferentes tipos de dispositivos, recursos e serviços, a serem combinadas. Afim de suportar isso, cada AMS usa os modelos e ontologias para fornecer um set padrão de capacidades que podem ser anunciadas e usadas por outras AMS; tal funcionalidade pode ser negociada através de definições pré definidas e outros mecanismos.
Cada AMS coleta informações apropriadas de monitoramento de dispositivos virtuais e não virtuais e serviços que ele está gerindo, e faz decisões apropriadas para os recursos e serviços que governa, tanto por si mesmo (se seu modo de governo é individual) ou em colaboração com outras AMS (se seu modo de governo é distribuido ou colaborativo). [1]
Objetivos e funcionalidades
O Management Plane (MP) consiste em um Autonomic Management Systems (AMSs), que é desenhado para seguir loops de controle autonomos. No nosso framework os AMSs são desenhados para obter os seguintes objetivos e funcionalidades: i. Funções embarcadas na rede, a maioria das funcionalidades de gerência devem ser embarcadas na rede. Assim como os AMSs rodam em ambientes de execução no topo de redes virtuais e sistemas, que rodam no topo de todas as redes e estruturas físicas; ii. Funções de monitoramento e auto-monitoramento: monitora a rede e o contexto operacional assim como o estado de operações internas afim de avaliar se o comportamento atual da rede serve para o seu propósito de serviço; iii. Funções adapatáveis e auto-adaptáveis; Dispara mudanças nas funções de operação da rede (estado, configuração, função) como resultado de mudanças na rede ou no contexto de serviço. iv. Auto-funções automáticas: Habilita o auto-controle das operações internas da rede, funções e estado. Ele também "bootstraps" a si mesmo e opera sem intervenção manual externa. Entrada manual/externa é apenas provida na configuração do objetivo de serviço. v. Funções extensíveis: Adiciona novas funções sem perturbar o resto do sistema ((Un)Plug_and_Play/ Programação dinâmica de funções e serviços de gerência); vi. Funções de custo simples: Minimiza o custo computacional das operações de rede e minimiza a pegada ecológica (economia de energia). [2]
Referências
[1]Management Plane, Knowledge Plane and Interfaces - Deliverable D4.2 - Autonomic Internet (AutoI) Project
[2] Platforms and Software Systems for an Autonomic Internet