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Um sistema de banco de dados, na sua maioria, pode ser considerado como sendo uma estrutura dividida em duas partes, consistindo em um servidor e um conjundo de clientes. A arquitetura cliente/ servidor é atualmente a principal paltaforma tecnológica da industria da tecnologia da informação. A sua | Um sistema de banco de dados, na sua maioria, pode ser considerado como sendo uma estrutura dividida em duas partes, consistindo em um servidor e um conjundo de clientes. A arquitetura cliente/ servidor é atualmente a principal paltaforma tecnológica da industria da tecnologia da informação. A sua popularização se deve aos vários fatores oriundos do processo de achatamento das estruturas organizacionais, fazendo com que muitos dos sistemas fossem descentralizados. | ||
Segundo Renaud (1994,p3) "cliente/servidor é um conceito lógico, mais precisamente um paradigma, ou modelo para interaçãoentre processos de software em execução concorrente". Ou seja este conceito foi criado com o objetivo de possibilitar que vários tipos de aplicações, executadas em máquinas distintas, se comuniquem entre si, de forma independente. | Segundo Renaud (1994,p3) "cliente/servidor é um conceito lógico, mais precisamente um paradigma, ou modelo para interaçãoentre processos de software em execução concorrente". Ou seja este conceito foi criado com o objetivo de possibilitar que vários tipos de aplicações, executadas em máquinas distintas, se comuniquem entre si, de forma independente. | ||
Edição das 22h59min de 13 de junho de 2016
Esta pesquisa deve fornecer um conteúdo atualizado sobre o tema acima. Não esqueça de incluir as referëncias (fontes) no último item, reforçando que não deve ser um Copy/Paste e sim uma síntese das pesquisas que fizer.
Conceito
Um sistema de banco de dados, na sua maioria, pode ser considerado como sendo uma estrutura dividida em duas partes, consistindo em um servidor e um conjundo de clientes. A arquitetura cliente/ servidor é atualmente a principal paltaforma tecnológica da industria da tecnologia da informação. A sua popularização se deve aos vários fatores oriundos do processo de achatamento das estruturas organizacionais, fazendo com que muitos dos sistemas fossem descentralizados.
Segundo Renaud (1994,p3) "cliente/servidor é um conceito lógico, mais precisamente um paradigma, ou modelo para interaçãoentre processos de software em execução concorrente". Ou seja este conceito foi criado com o objetivo de possibilitar que vários tipos de aplicações, executadas em máquinas distintas, se comuniquem entre si, de forma independente.
Estrutura em Camadas
MVC
O padrão arquitetural Model-View-Controller (MVC) é uma forma de quebrar uma aplicação, ou até mesmo um pedaço da interface de uma aplicação, em três partes: o modelo, a visão e o controlador. Inicialmente foi desenvolvido no intuito de mapear o método tradicional de entrada, processamento, e saída que os diversos progamas baseados em interface gráfica de usuário utilizavam. No padrão teriamos o mapeamento de cada uma dessas partes da seguinte maneira: Input > Processing > Output > Controller > Model > View.
Sendo assim o controlador (Controller) interpreta as entradas enviadas pelo usuário e mapeia essas ações do usuário em comandos que são enviados para o modelo (Model) e/ou para a janela de visualização (View) para efetuar a alteração apropriada. Já o modelo (Model) gerencia um ou mais elementos de dados, responde a pergundas sobre o seu estado e responde as instruções para mudar de estado. O modelo sabe o que o aplicativo quer fazer e é a principal estrutura computacional da arquitetura, pois é ele quem modela o problema que está se tentando resolver. Finalizando, a visão (View) gerencia a área do display e é responsavél por apresentar as informações para o usuário através de uma combinação de gráficos e textos. A visão não sabe nada sobre o que a aplicação está atualmente fazendo, tudo que ela realmente faz é receber instruções do controle e informações do modelo e então exibir elas.
Funções do Servidor
O sistema servidor é responsavel por receber dos clientes as requisições, processa-las e devolve-las ao mesmo os resultados. A grande vantagem desse sistema é a capacidade de ser totalmente reativo, isso faz com que o servidor não procure interagir com outros servidores durante um pedido de requisição, o que torna o processo de ativação uma tarefa a ser desempenhada apenas pelo cliente que o solicitou. O sistema servidor possui um conjunto de funcionalidades necessárias ao processamento de informação através da rede. estes componentes são divididos em:
- Hardware de servidor;
- Sistema operacional de rede;
- Interface de conectividade;
- Sistema gerenciador de banco de dados;
Funções do cliente
O sistema cliente é responsável pela tarefa de requisição de pedidos ao servidor e por toda a parte relativa à interação com o usuário final. Normalmente os sistemas cliente abstraem do usuário todas as funções de rede e do servidor, fazendo parecer que todos os processos estão rodadando em um mesmo local. Para fazer esta interação, o sistema abrange um conjunto de componentes básicos que auxiliam nas funcionalidades, tanto a nível de aplicação como de sistema. Estes componentes de acordo com Melo (1997) são agrupados em:
- Hardware de estação;
- Sistema operacional;
- Interface de conectividade;
- Programas de aplicação;
- Interface gráfica de usuário;
Protocolos
Referências bibliográficas
DOERNER, John Cristian. Protótipo De Um Banco De Dados Relacional Cliente/ Servidor. 88 f. Trabalho de conclusão de curso - Ciências da Computação, Universidade Regional de Blumenau SC, 2004. Disponivel em : <http://www.inf.furb.br/departamento/arquivos/tccs/monografias/2004-1johncdoernervf.pdf>. Acessado em: 13/05/2016.
MEDEIROS, Higor.Introdução ao Padrão MVC. Disponivel em :<http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=29308>. Acessado em:13/05/2016.
MELO, Rubens N.; SILVA.Banco de dados não convencionais: a tecnologia do BD e suas novas áreas de aplicação. Campinas: Infobook, 1988.
RENAUD, Paul E. Introdução aos Sistemas Cliente / Servidor: Guia Prático para Profissionais de Sistemas. Rio de Janeiro: Infobook, 1994.