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*Frameworks verticais – mais comummente chamados frameworks especialistas, são criados através da experiência obtida em projetos anteriores de um determinado contexto específico[1], geralmente tem as funçoẽs mais comuns de uma aplicação de um determinado escopo (como Web por exemplo) já implementadas (ou pelo menos parte delas) de maneira que o desenvolvedor não precisara recriar do zero toda a estrutura da aplicação uma vez que a maior parte dos sistemas de um determinado domínio tem requisítos funcionais comuns em todos eles. O desenvolvedor então só terá que personalizar os módulos de maneira que atendam aos requisítos específicos do seu sistema. | |||
*Frameworks horizontais – Esse tipo de framework não depende do domínio da aplicação e pode ser usado para resolver problemas de diferentes domínios. Exemplos: interfaces gráficas.[1] | |||
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Edição das 15h45min de 22 de maio de 2017
Conceito
- Uma abstração que une códigos comuns entre vários projetos de software provendo uma funcionalidade específica, por configuração durante a programação de uma aplicação.[1]
- Definir exatamente o que é um framework não é uma tarefa tão fácil, muitos são os conceitos criados por profissionais da área, mas em conceitos gerais seria um conjunto de códigos abstratos e/ou genéricos, geralmente classes implmentadas em uma linguagem de programação, que são usadas para modelar e construir as partes de uma aplicação que são comuns à um domínio de problemas específicos.[2]
Características básicas
- Um framework diferentemente de uma biblioteca, tem módulos estruturados seguindo algum padrão de projeto (como o MVC por exemplo) sendo praticamente impossível construir a aplicação sem seguir os padroẽs especificados pelo framework.
Classificação
- Frameworks verticais – mais comummente chamados frameworks especialistas, são criados através da experiência obtida em projetos anteriores de um determinado contexto específico[1], geralmente tem as funçoẽs mais comuns de uma aplicação de um determinado escopo (como Web por exemplo) já implementadas (ou pelo menos parte delas) de maneira que o desenvolvedor não precisara recriar do zero toda a estrutura da aplicação uma vez que a maior parte dos sistemas de um determinado domínio tem requisítos funcionais comuns em todos eles. O desenvolvedor então só terá que personalizar os módulos de maneira que atendam aos requisítos específicos do seu sistema.
- Frameworks horizontais – Esse tipo de framework não depende do domínio da aplicação e pode ser usado para resolver problemas de diferentes domínios. Exemplos: interfaces gráficas.[1]
Benefícios
Desafios
Referências