Etiqueta: visualeditor |
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É importante saber que um software passa por constantes versões até chegar à sua versão final, isso mantém o engenheiro mais próximo do usuário (a ideia da evolutiva), uma série de versões (protótipos) é desenvolvida e a cada versão novas funcionalidade são implementadas, tornando o software mais completo e funcional, ou seja, cada versão sofre uma evolução.A evolução e a interação são pontos fortemente ligados ao modelo espiral. | É importante saber que um software passa por constantes versões até chegar à sua versão final, isso mantém o engenheiro mais próximo do usuário (a ideia da evolutiva), uma série de versões (protótipos) é desenvolvida e a cada versão novas funcionalidade são implementadas, tornando o software mais completo e funcional, ou seja, cada versão sofre uma evolução.A evolução e a interação são pontos fortemente ligados ao modelo espiral. | ||
O modelo espiral une a prototipagem (interação) e o modelo cascata, com isso, no modelo espiral, o software é desenvolvido numa série de versões evolucionárias e interativas. | O modelo espiral une a '''<u>prototipagem</u><sup>[1]</sup>''' (interação) e o '''<u>modelo cascata</u><sup>[2]</sup>''', com isso, no modelo espiral, o software é desenvolvido numa série de versões evolucionárias e interativas. | ||
No espiral, começa pelo ponto zero, é dividido em 4 quadrantes que a cada interação vão estar se completando.No primeiro quadrante, são determinados os objetivos, alternativas e restrições do software, o segundo quadrante avalia, identifica e resolve riscos que o sistema poderia apresentar, no terceiro quadrante ocorre o desenvolvimento da primeira versão do software, e por fim o quarto quadrante, há uma verificação que na verdade é uma interação com o usuário para ver se a versão do software está satisfazendo as necessidades requeridas para que então possa ir para a segunda versão do software, ou seja, iniciar um novo ciclo.Vale ressaltar que o segundo quadrante - análise de riscos - é o novo elemento apresentado pelo modelo espiral. | No espiral, começa pelo ponto zero, é dividido em 4 quadrantes que a cada interação vão estar se completando.No primeiro quadrante, são determinados os objetivos, alternativas e restrições do software, o segundo quadrante avalia, identifica e resolve riscos que o sistema poderia apresentar, no terceiro quadrante ocorre o desenvolvimento da primeira versão do software, e por fim o quarto quadrante, há uma verificação que na verdade é uma interação com o usuário para ver se a versão do software está satisfazendo as necessidades requeridas para que então possa ir para a segunda versão do software, ou seja, iniciar um novo ciclo.Vale ressaltar que o segundo quadrante - análise de riscos - é o novo elemento apresentado pelo modelo espiral. | ||
= Software = | = Software = | ||
O modelo espiral é usado com mais freqüência em grandes projetos. Para pequenos projetos, os conceitos | O modelo espiral é usado com mais freqüência em grandes projetos. Para pequenos projetos, os conceitos de '''<u>desenvolvimento de software ágil</u><sup>[3]</sup>''' torna-se uma alternativa mais viável. O Exército dos Estados Unidos tem adotado o modelo em espiral para seus programas dos Sistemas de combate do futuro.<br> | ||
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[http://www.sourceinnovation.com.br/wiki/Projeto_em_prototipa%C3%A7%C3%A3o] - | [http://www.sourceinnovation.com.br/wiki/Projeto_em_prototipa%C3%A7%C3%A3o] - Prototipagem; | ||
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[http://www.sourceinnovation.com.br/wiki/Projeto_de_Desenvolvimento_%C3%A1gil] - desenvolvimento de software ágil; | |||
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Edição das 05h54min de 13 de outubro de 2017
Conceito
Basicamente em todos os modelos de processos possuem estas atividades em comum: A especificação do software que define qual o objetivo do software, uma análise de requisitos; O projeto e implementação do software no qual o software é desenvolvido; A validação do software, para verificar o produto se é um produto de qualidade e sem erros; E por fim a evolução do software, no qual várias funcionalidades serão implementadas de acordo com as necessidades que surgirem.
O modelo espiral é um modelo de processo utilizado para desenvolver um determinado tipo de software. Foi definido por Barry Boehm em seu artigo de 1988: A Spiral Model of Software Development and Enhancement. Este modelo não foi o primeiro a discutir o Desenvolvimento iterativo e incremental, mas ele foi o primeiro modelo a explicar o porquê do modo iterativo.
Metodologia
É importante saber que um software passa por constantes versões até chegar à sua versão final, isso mantém o engenheiro mais próximo do usuário (a ideia da evolutiva), uma série de versões (protótipos) é desenvolvida e a cada versão novas funcionalidade são implementadas, tornando o software mais completo e funcional, ou seja, cada versão sofre uma evolução.A evolução e a interação são pontos fortemente ligados ao modelo espiral.
O modelo espiral une a prototipagem[1] (interação) e o modelo cascata[2], com isso, no modelo espiral, o software é desenvolvido numa série de versões evolucionárias e interativas.
No espiral, começa pelo ponto zero, é dividido em 4 quadrantes que a cada interação vão estar se completando.No primeiro quadrante, são determinados os objetivos, alternativas e restrições do software, o segundo quadrante avalia, identifica e resolve riscos que o sistema poderia apresentar, no terceiro quadrante ocorre o desenvolvimento da primeira versão do software, e por fim o quarto quadrante, há uma verificação que na verdade é uma interação com o usuário para ver se a versão do software está satisfazendo as necessidades requeridas para que então possa ir para a segunda versão do software, ou seja, iniciar um novo ciclo.Vale ressaltar que o segundo quadrante - análise de riscos - é o novo elemento apresentado pelo modelo espiral.
Software
O modelo espiral é usado com mais freqüência em grandes projetos. Para pequenos projetos, os conceitos de desenvolvimento de software ágil[3] torna-se uma alternativa mais viável. O Exército dos Estados Unidos tem adotado o modelo em espiral para seus programas dos Sistemas de combate do futuro.
Diagrama de Blocos
Interações com as tecnologias
[1] - Prototipagem;
[2] - modelo cascata;
[3] - desenvolvimento de software ágil;
Informações adicionais
Um dos problemas é que neste modelo não há fases fixas pré-definidas, e exige competência e experiência na avaliação de riscos para obter sucesso, ou seja, para ver se aquela versão está pronta para ser entregue ao cliente.
Porém, possui como vantagem o ato de ser incremental, ou seja, a cada versão, novas funcionalidades poderão ser adicionadas, há uma evolução entre um protótipo e o outro, tornando o software mais completo, com alta qualidade e livre de erros, vale ressaltar que, a cada interação, os protótipos são ajustados de acordo com os objetivos, com isso, surge outro problema, a cada protótipo o usuário tem que concordar para continuar, e nem sempre o cliente entende que o protótipo não é o produto final.
Referências bibliográficas
Relacionar aqui as referências bibliográficas no padrão ABNT. Bases de procura: Artigos, publicações acadêmicas, revistas e sites de fornecedores