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Edição das 05h18min de 2 de setembro de 2011
Características
Os canais de comunicação móvel são determinados a partir dos espectros de frequencia disponibilizados para a telofonia móvel. A reutilização dessas frequências é a forma utilizada para reger esses canais para garantir que a demanda de usuários da rede seja atendida.
Tal reutilização, caso a célula não seja devidamente bem planejada, pode gerar um problema chamado Interferência Co-Canal. Ela afeta diretamente a SNR (Relação Sinal/Ruído) de uma celula degradando-a com a utilização do mesmo canal a medida que a distância mínima entre os canais, chamada distaância de reuso, não é satisfeita. O nível de interferência é encontrado através da razão entre a potência do canal e a soma das potências dos outros canais que utilizam a mesma faixa de frequencia.[1][2]
Consequências para a comunicação
Soluções desenvolvidas ou em andamento
Para se reduzir a Interferência Co-Canal deve-se garantir que haja um isolamento entre as células co-canais, conseguido através de uma distância mínima entre elas. A principal solução para redução é a Setorização das células, possibilitando o aumento da capacidade e reduzindo o tamanho do Cluster (conjunto de células vizinhas que utilizam o mesmo espectro da frequência).
O número de células do Cluster é definido por:

Referências
[1] KATZELA, I.; NAGHSHINEH, M. Channel Assignment Schemes for Cellular Mobile Telecommunication Systems: A Comprehensive Survey.IEEE Personal Communications, Jnho 1996.
[2] CAVALCANTI, Dave A. T.; DIAS, Kelvin L.; SADOK, Djamel. Estudo dos Aspectos de QoS e Mobilidade no Planejamento de uma Rede Móvel Celular. Centro de Informática - Universidade Federal do Pernambuco. Recife.