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Edição das 17h15min de 10 de maio de 2018

Evolução na profissão

O Product Owner normalmente realiza o curso de graduação em Ciências da Computação, ou em Sistemas da Informação. Onde aprende os conceitos básicos de programação e comunicação entre ser humano e máquina. Também tem contato com as linguagens de programação e a comunicação entre os sistemas. Todo PO já passou por cargos bases dentro de empresas, como de desenvolvedor e analista de sistemas. Isso faz com que ele aprenda a ter um contato com o tempo de desenvolvimento e também com as ferramentas necessárias para solucionar demandas. O PO deve passar por estes cargos base, para conseguir visualizar riscos que podem ocorrer durante algum tipo de desenvolvimento, que são eles: Riscos de capacidade de desenvolvimento, riscos relacionados ao tempo de entrega e também riscos de limitações de determinadas plataformas e códigos. Por este motivo, a evolução do indivíduo que visa um cargo de PO dever ser gradativa. Um PO pode passar também por um curso de pós-graduação em gerentes de projetos e também em gestão de pessoas, pois isso influenciará absurdamente em seu papel de gerir e estabelecer comunicação entre a equipe de desenvolvimento e os StakeHolder (Usuários).


Descrição da atividade atual

Especificação de sistemas com o objetivo em compreender o que deve ser feito e o que se espera receber como resultado.

Homologação de sistemas, comprovação pelo cliente e demais partes interessadas, de que o produto resultante do projeto de software atende aos critérios de aceite previamente estabelecidos com o cliente.

Mapear processos, garantir a funcionalidade dos sistemas utilizados, planejar e realizar atualizações de softwares, desenvolver e implantar sistemas, atuar como facilitador entre usuários e desenvolvedores, analisar o impacto e custo das mudanças em TI, sugerir soluções que tragam inovação, aperfeiçoar a capacidade de gerar produtos e serviços, elaborar documentos referentes aos sistemas e participar de reuniões, entre outras tarefas.



Requisitos mínimos para exercer a profissão

Graduação na área de tecnologia, principalmente nos cursos Sistema de informação, Ciência da computação ou Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Deve ter grande capacidade de resolução de problemas, capacidade analítica, raciocínio lógico, conhecimento do comportamento do usuário e comprometimento para lidar com projetos. Organização e responsabilidade são essenciais para saber gerar relatórios e produzir documentação de sistemas existentes ou implantados, para controle interno da empresa e de futuros usuários. Conhecimento avançado em banco de dados, inglês e lógica de programação também são requisitos comuns. Outras características desejáveis são o bom relacionamento interpessoal, para poder se comunicar de forma a entender as necessidades dos usuários, e liderança, para poder gerenciar outros desenvolvedores e analistas em projetos.



Ferramentas usadas no dia-a-dia

PO é um funcionário da empresa de desenvolvimento, fica alocado nela, mas conhece o negócio bem para desempenhar sua função e representa cliente e os interesses dele no produto. Ele é o funcionário da empresa de desenvolvimento, que fica alocado no cliente, mantém contato com o time ágil e SM através do Skype (ou qualquer ferramente de comunicação que permita conferência), e se reunia com a equipe presencialmente em momentos muito necessários, como durante a reunião para planejar um sprint com histórias complexas, etc. Já conhece bem o negócio, e toca o barco normalmente. A única coisa que ainda não vi é o PO ser funcionário da empresa contratante, e ficar 100% alocado nas dependências do contratante e nunca reunir com o time ágil, nem comunicar de forma eficiente, ficar só na troca de e-mail por exemplo. Embora creio que com organização, disciplina e comunicação sólida o suficiente isso funcionaria sem problema algum. Exemplo disso são times ágeis formados por pessoas em cidades/países diferentes que funcionam mesmo assim. Resumindo, acho que não existe regra definidora, uma coisa muito comum é o paradigma ágil ser adaptado para se encaixar no formato que a empresa precisa ou melhor irá atendê-la. Não é requisito para que um time ágil de desenvolvimento seja eficiente, tenha que seguir tudo à risca. O PO deve ter passado pelo menos por alguns cargos de desenvolvimento e analista de dados, para conhecer um pouco sobre os prazos, necessidades e esquemas de serviços. Assim, direcionará com agilidade as equipes e passará prazos aproximados e certeiros aos seus clientes.

Tecnologias envolvidas

Durante seu estágio na Martins – empresa atacadista de Uberlândia, usou algumas linguagens de programação sendo elas; Visual Basic e .NET. Teve contato também com banco de dados usando assim a linguagem apropriada para a construção de bancos na ferramenta Oracle, uma vez que algumas funções não são aceitas em outros instrumentos de construção de banco. Por fim usou o bootstrap que é uma ferramenta gratuita para desenvolvimento HTML, CSS e JS e também um framework chamado API Restful que tem a capacidade de determinado sistema aplicar os princípios de REST.


Ética profissional

Compromisso e responsabilidade com a empresa onde se trabalha sobre os aspectos de segurança, privacidade e interesses econômicos.


Exemplo de resultado tangível

Um resultado de sua pequena experiência profissional pode ser notado com a criação da Wiki Martins. A Wiki Martins é uma plataforma de compartilhamento de conhecimento, onde quem é mais experiente pode ajudar os mais novos na empresa fazendo assim com que aquele conhecimento nunca se perca. E também é uma simples e inteligente de fazer com que os funcionários novatos entendam o sistema com mais facilidade, logo o tempo que demandaria para entender todo o funcionamento do sistema poderá ser usado para realizar novas tarefas na empresa, aumentando assim sua produção.


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