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|49 || Raspberry || Internet of Things || Paulo Henrique Alves Santos | |49 || Raspberry || Internet of Things || Paulo Henrique Alves Santos | ||
Edição das 15h36min de 11 de outubro de 2019
Debate
| Tópico | Tema 1 | Tema 2 | Tema 3 | Tema 4 | Tema 5 | Tema 6 | Tema 7 | Data |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Hardware | Barramentos | Periféricos | Processadores | Portas | Memória RAM | Disco Rígido | Memória ROM | 03/10 |
| Software | App | ERP | Malware | Open Source | Firmware | SO | Web | 04/10 |
| Development | Algoritmos | API | Compiladores | IDE | Linguagens de Programação | Frameworks | Webservice | 10/10 |
| DataBase | Banco de Dados | Normalização | SQL | BigData | ETL | Data Mining | NoSQL | 01/11 |
| Methods | Canvas | eXtreme Programming | Integração Contínua | SOA | Scrum | UML | FDD | 07/11 |
| Net | Firewall | Internet | IP | Protocolos | Redes de Computadores | Roteador | DNS | 14/11 |
| Cloud | Virtualização | Modem | DNS | Criptografia | Cloud Computing | PaaS | SaaS | 21/11 |
| Internet of Things | RFId | Raspberry | IPSec | IoT | CLP | Arduino | Sensores | 22/11 |
| State of the Art | RPA | IA | Inteligência Cognitiva | Machine Learning | RA | Bots | Redes Neurais | 28/11 |
Tabela de Temas
| Nro | Tema | Tópico | Aluno |
|---|---|---|---|
| 01 | Algoritmos | Development | |
| 02 | API | Development | Arthur Calixto Rosa |
| 03 | App | Software | Julia Gabriele Caetano |
| 04 | Arduino | Internet of Things | Pedro Milvar Santos Vieira |
| 05 | Banco de Dados | Database | João Victor Bento Chagas Teixeira |
| 06 | Barramentos | Hardware | John Lennon Fernandes de Melo |
| 07 | BigData | Database | Guilherme Santa Cecília |
| 08 | RPA | State of the Art | Taian Wilker Dias Costa |
| 09 | Bots | State of the Art | João Lucas Nascimento de Melo |
| 10 | Canvas | Methods | Prof. Luiz Cláudio |
| 11 | Cloud Computing | Cloud Computing | Plínio Santos Marini |
| 12 | CLP | Internet of Things | Clodomiro de Melo Souza |
| 13 | Compiladores | Development | Camila Araújo |
| 14 | Criptografia | Cloud Computing | Luanna Nogueira de Oliveira Rabelo |
| 15 | Data Mining | Database | Paulo Ponciano Peral Filho |
| 16 | Disco Rígido | Hardware |
Luiz Felipe de Oliveira |
| 17 | DNS | Net | Nicolas Naves R Faria |
| 18 | ERP | Software |
Michele Maira Basílio |
| 19 | ETL | Database | Gabriel Batista de Oliveira |
| 20 | eXtreme Programming | Methods | Paulo Diego S. Souza |
| 21 | FDD | Methods | |
| 22 | Firewall | Net | Victor Hugo Fonseca Vieira |
| 23 | Firmware | Software | Leonardo Marques Ferreira |
| 24 | Malware | Software | Pedro Expedito Lopes da Silva |
| 25 | Frameworks | Development | Guilherme Arthur Borba Vilela |
| 26 | IA | State of the Art | Matheus Lopes de Sousa |
| 27 | IDE | Development | Wigor lau de Oliveira |
| 28 | Inteligência Cognitiva | State of the Art | Rafael Alves Cardoso |
| 29 | Integração Contínua | Methods | Rafaela Peres |
| 30 | Internet | Net | Vitória Silva Cardoso |
| 31 | IoT | Internet of Things | Hugo Ferreira Castro |
| 32 | IP | Net | Bryan Ernanes de Assunção |
| 33 | IPSec | Internet of Things | Victor Alves Guimarães |
| 34 | Linguagens de Programação | Development | Gustavo Borges Silva Oliveira |
| 35 | Machine Learning | State of the Art | Matheus Henrique Onofre de Oliveira |
| 36 | Memória RAM | Hardware | Leonardo Saponi de Souza |
| 37 | Memória ROM | Hardware | Alexandre Souza Goçalves |
| 38 | Modelo Orientado a Serviço | Methods | Iago Aquino Santos Ferreira |
| 39 | Modem | Cloud Computing | Tailan Gomes Ferreira |
| 40 | Normalização (BD) | Database | Pedro Henrique Albino Leão |
| 41 | NoSQL | Database | Kelviner Nunes Basílio |
| 42 | Open Source | Software | Rafaela Peres |
| 43 | Periféricos | Hardware | Lucas de Oliveira Ketelhut |
| 44 | PaaS | Cloud Computing | Roberto T. Nascimento Filho |
| 45 | Portas | Hardware/Net | Luis Filipe |
| 46 | Processadores | Hardware | Sávio Dias Araújo |
| 47 | Protocolos | Net | Brunna Ferreira Gonçalves |
| 48 | RA | State of the Art | Adrien Patrick Pereira |
| 49 | Raspberry | Internet of Things | Paulo Henrique Alves Santos |
| 50 | Redes de Computadores | Net | Ludymilla |
| 51 | Redes Neurais | State of the Art | Murielly Oliveira Nascimento |
| 52 | RFId | Internet of Things | Luís Fellipe de Souza |
| 53 | Roteador | Net | Tiago Alves Gomes |
| 54 | SaaS | Cloud | Rafael Dutra Basso |
| 55 | Scrum | Methods | Guilherme Goulart |
| 56 | Sensores | Internet of Things | Pedro Henrique Gonçalves Guedes |
| 57 | Sistema embarcado | Software | maycon douglas batista dos santos |
| 58 | SO | Software | Lucas Gabriel Teodoro Araújo |
| 59 | SQL | Database | Pedro Henrique Silva Xavier |
| 60 | UML | Methods | Vinicius Silva Martins |
| 61 | Virtualização | Cloud Computing | Celso Emiliano Cintra |
| 62 | Web | Software | Yuri Augusto da Costa |
| 63 | Webservice | Development | Rafael Gomes Souto Maia |
FAQs
Hardware
- [Arthur].O processador se comunica diretamente com a memória RAM?
- O processador não se comunica diretamente com a memória RAM, mas sim com o controlador de memória, que controla a gravação e leitura dos dados, administra os endereços disponíveis, e mantém tudo organizado.
- [Professor]. Explique o Gargalo de Neumann.
- Von Newmann foi um matemático Húngaro, conhecido por ter criado o projeto lógico de um computador. A arquitetura de seu projeto se caracteriza pela possibilidade de uma máquina digital armazenar seus programas no mesmo espaço de memória que os dados, podendo assim manipular tais programas, permitindo que o sistema realize todas suas atividades sem apresentar erros de desempenho. No entanto, este modelo possui um "gargalo"; sua lenta taxa de transferência entre os dados da CPU e da memória em relação a quantidade de memória, ou seja, a velocidade de comunicação entre o processador e a memória é menor do que a real capacidade do processador.
- [Professor]. Qual a diferença entre os processadores i3, i5 e i7?
- Os CPUs Intel core i3 em sua maioria possuem dois núcleos físicos e dois virtuais, a versão mais básica da sétima geração possui 3 MB de memória cache. O i3 também já vem com um chip gráfico.
- Os CPUs Intel core i5 em sua maioria possuem quatro núcleos físicos sem núcleos virtuais, a versão mais básica da sétima geração possui 6 MB de memória cache. O core i5 possui a tecnologia Turbo Boost que melhora a performance da CPU de forma temporária.
- O core i7 tirando o modelo para notebook e as versões extreme, tem quatro núcleos físicos e quatro virtuais, a versão mais básica da sétima geração possui 8 MB de memória cache.
- Fora isso, o clock costuma ser mais alto nos i7 em comparação aos i5 que por sua vez é mais alto em comparação aos i3.
- [Gustavo]. Por que a capacidade da memória ram não é maior ou igual a do HD?
- É economicamente inviável a produção de uma memoria ram de tamanho semelhante a de um hd em computadores de uso domestico.
- Qual diferença entre as memórias RAM DDR 1, DDR 2, DDR 3, DDR 4, DDR 5?
- DDR é uma evolução da tecnologia das memórias ram para suportar a capacidade dos novos processadores da época, dando a possibilidade da transferência de dados por duas vias, duplicando a velocidade de 200Mhz para 400Mhz. As DDR2 trabalham com velocidades entre 400 e 1066 MHz, suportando apenas módulos de até 4 GB de memória. A DDR3 representa um aumento da taxa de frequência para 800 a 2.400 MHz, com modelos de até 8 GB. Atualmente o modelo top de linha das marcas especializadas em memória RAM é o DDR4. O padrão opera com valores de 2.133 até 4.266 MHz e tem capacidade de até 16 GB. As memórias DDR5 são o futuro dos componentes para computadores. Os novos modelos prometem ser ainda mais rápidos com taxas de até 6400Mhz e capacidade de até 32 GB.
- [Plínio]. Qual diferença entre núcleo físico e virtual?
- O núcleo virtual é criado pela tecnologia Hyper-Threading que simula outros núcleos.
- Hyper-Threading é uma tecnologia que a Intel desenvolveu para poder amenizar a perda de desempenho que os CPUs sofrem. O CPU trabalha com ciclos de processamento, só que em algum momento nessa passagem de ciclo ocorre perda de desempenho, que é resultado de ciclos que não são processados, assim o CPU tecnicamente rende menos do que poderia render. O Hyper-Threading reaproveita esses ciclos como se eles fossem um novo núcleo no CPU, então é daí que vem a idéia de núcleo virtual.
- Já o núcleo físico é o chip de silício onde são gravados os transistores.
- [Gustavo]. Como é feita a divisão de tarefas nos núcleos do processador?
- Cada núcleo é como um processador independente e ele é dividido em setores. Os setores responsáveis pela execução de tarefas, pelo processamento em si, é a unidade lógica e aritmética (ULA) que é responsável por fazer os cálculos lógicos e aritméticos, a unidade de controle (UC) que responsável por fornecer as instruções e controlar o processamento na ULA, e os registradores que armazenam os dados processados pela ULA.
- [Professor]. O que são os registradores?
- Porções de memória que tem a função de armazenar de forma temporária os dados que estão sendo processados até que todos os cálculos sejam feitos para então devolver a resposta para quem solicitou os cálculos.
- [Professor]. Quais os tipos de memória ROM?
- Mask-ROM
- A Mask-ROM, também conhecida como programada por máscara ou MROM, tem seu conteúdo programado durante a fabricação do circuito integrado. Ela recebe este nome porque partes do chip são feitas com fotomáscaras, usadas durante o processo de fotolitografia.
- Pela definição, é fácil perceber que elas não podem ser compradas pelo usuário final. Este tipo de ROM é usada por fabricantes, em muitas aplicações: em microprocessadores, para guardar seu microcódigo; em microcontroladores, para armazenar o firmware ou apenas o gerenciador de inicialização, entre outros usos.
- Mask-ROM
- PROM
- O nome PROM vem do inglês “Programmable Read-Only Memory”, ou “Memória Somente de Leitura Programável”. Ela sai de fábrica vazia, sendo programada por terceiros por meio de programador PROM. Estes dispositivos usam altas tensões para destruir partes do chip ou criar links internos nos circuitos. Por essa razão, a PROM só pode ser programada uma vez e não pode ser alterada.
- Ela também é usada para guardar firmware e outros programas de baixo nível. A diferença para a ROM pura é que, por ser programada após a fabricação, a PROM geralmente é vendida para companhias que desenvolvem eletrônicos e querem testar a memória em um grupo reduzido de dispositivos antes de gravar em larga escala. ***A PROM é utilizada com frequência em celulares, consoles de videogame, microcontroladores e dispositivos médicos implantáveis, entre outros aparelhos.
- PROM
- EPROM
- EPROM, ou Erasable Programmable Read-Only Memory (Memória Somente de Leitura Programável Apagável), caracteriza-se por conseguir ser apagada. Para isso, no entanto, é necessário expô-la a uma forte luz ultravioleta. A regravação após este procedimento requer uma tensão ainda maior do que nas vezes anteriores, causando desgaste após um ciclo de aproximadamente mil reescritas.
- Fisicamente, a EPROM pode ser distinguida pela presença de uma “janela” de quartzo transparente, que permite a entrada o raio UV para realizar o apagamento. Elas são usadas para as mesmas finalidades que as Mask-ROM, mas em produções de menor escala, devido ao seu custo mais elevado. A vantagem da EPROM é que sua fabricação é mais veloz, assim como atualizações no firmware podem ser feitas mais rapidamente.
- EPROM
- EEPROM
- EEPROM é a sigla para “Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory”, que em português significa Memória Somente de Leitura Programável Apagável ***Eletricamente. É uma espécie de versão mais moderna da EPROM, que pode ser apagada e reescrita via eletricidade, e não por luz ultravioleta. Uma das vantagens deste método é que a EEPROM não precisa ser retirada do circuito para ser limpa ou reprogramada.
- Esta memória também pode ser parcialmente apagada, evitando a reprogramação de toda a EEPROM para alterar apenas alguns dados. Assim como as EPROMs, ela tem vida útil limitada – mas com ciclo de cerca de um milhão de escritas. Ela é empregada por fabricantes para guardar configurações do dispositivo ou outro tipo de informação pequena que precisa ser salva quando a energia é desligada.
- EEPROM
- Memória flash
- A Memória flash ou flash ROM é um tipo de EEPROM, também sendo apagada via eletricidade. O que a difere é sua incapacidade de excluir apenas um dado; na flash, é necessário reprogramar todo o seu conteúdo.
- A memória flash mais comum no dia a dia é a NAND. Ela está presente em pendrives, cartões de memória, SSDs, servindo ao usuário comum para transferência de dados. O principal motivo para isso é sua maior capacidade de armazenamento por chip, resultante de uma maior densidade nas linhas de bits. As flash NAND também podem ser apagadas e reescritas mais rapidamente, outra razão que a leva ser ideal para operações em que se necessita de armazenamento não-volátil, porém alterável com facilidade.
- Memória flash
- CD-ROM
- Apesar do nome, o CD-ROM tecnicamente não é uma memória ROM. A mídia de armazenamento óptico herdou a alcunha porque também só pode ser gravada única vez, de forma análoga à Mask-ROM. No entanto, o CD comum não é baseado na tecnologia de circuitos integrados, tal como os demais apresentados.
- Da mesma forma, o CD-R é análago à PROM ao ser vendido “virgem” e permitir gravar uma só vez, sem alterações posteriores; e o CD-RW funciona de forma semelhante à EEPROM ao possibilitar apagar e reescrever nele. Mas, repetindo: nenhum desses CD’s é uma memória ROM, mas apenas têm alcunhas inspiradas na memória mais antiga.
- CD-ROM
- [Paulo] O que se pode guardar em uma memória ROM ?
- Frequentemente as memórias ROM são usadas como principal meio de armazenamento de dados dos computadores. Por ser uma memória que protege os dados e impede sua substituição, as memórias ROM são empregadas para armazenar informação da configuração do sistema, dos programas de arranque ou início, suporte físico e outros programas que não precisam de atualização constante.
- Embora durante as primeiras décadas dos computadores, o sistema operacional era armazenado totalmente na memória ROM, atualmente estes sistemas tendem a ser guardados nas novas
Software
- [Professor] 01. O que é um site responsivo?
- São sites que alteram seu tamanho da tela de acordo com o dispositivo a ser utilizado, por exemplo o tamanho da tela a ser utilizada em um computador sera diferente a ser utilizado em um celular. Tem uma modificação em seu layout de acordo com a necessidade para dar mais satisfação para o usuário.
- [Professor] 02. Mostre os principais recursos de um ERP corporativo
- Os principais recursos que vou citar são: Melhoria na agilidade empresarial, redução dos custos, diminuição na repetição de atividades que se tem redundância, eliminação de mão de obra excessiva, aumento de produtividade, redução de estoque, melhoria na preparação dos funcionários de acordo com cada atividade exigida.
- [Professor] 04. O que é um algoritmo de escalonamento?
- É uma forma que decide a ordem se serviço de fluxos em competição (pedidos de serviço), e gere as filas de pedidos de serviço de execução dos processos prontos, ou seja, que escalona os processos. É realizado por um algoritmo com objetivo de tratar de forma eficiente e rápida os processos a serem tratados.
- [Professor] 05. Compare e explique sobre freeware, shareware, adware e open source
- Todas tem como semelhança basicamente, uma licenças de softwares que tem o propósito de formalizar a forma de distribuição de um programa. Mídias que geralmente eram distribuídos diversos programas pré-selecionados pelos editores, cedidos pelas empresas que os desenvolveram, sob alguma condição estabelecida (no caso, as licenças “licença de software”). Veja as diferenças:
- Freeware: O mesmo é gratuito e não possui restrições. o tempo de utilização do usuário nesse tipo de licença também não possui restrições.
- Shareware: Ele possui algumas limitações de relação ao acesso de funcionalidades e possui limite de tempo de utilização, geralmente contado em dias, a partir do momento que o software é instalado. Para ter acesso a essas ferramentas bloqueadas ou usar por tempo indeterminado, o usuário é obrigado a comprar o produto.
- Adware: o formato de comercialização consiste em ter publicidade no programa, o usuário é obrigado a ter contato com aquele anúncio todas as vezes que utiliza o software. Só é retirada a propaganda mediante a um pagamento por parte do cliente.
- Open source: São totalmente gratuitos e sem nenhum tipo de restrição aos usuários,e qualquer pessoa pode modificar as funções do software sem a necessidade de nenhum tipo de pagamento aos desenvolvedores.
- [Professor] 06. O que é um DDOS?
- É um tipo de ataque que faz com que aconteça uma sobrecarga em um servidor ou computador comum para que recursos do sistema fiquem indisponíveis para seus utilizadores.
- [Professor] 07. O que fez Tim Berners-Lee?
- Foi o criador da World Wide Web comumente chamado de "www", sistema de documentos em hipermídia (ou hipermédia) que são interligados e executados na Internet para interação de comunicações, navegação.