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https://hub.firstchoicedomesticappliances.co.uk/siemens/blog/news/about/the-evolution-of-sensor-technology | https://hub.firstchoicedomesticappliances.co.uk/siemens/blog/news/about/the-evolution-of-sensor-technology | ||
https://www.i-scoop.eu/smart-sensors/ | https://www.i-scoop.eu/smart-sensors/ | ||
https://www.youtube.com/watch?v=2CZF90qGhmY&list=PL7dXVNnvQQhbr6y-UL4mumVDgE0_r9zyt&index=1 | https://www.youtube.com/watch?v=2CZF90qGhmY&list=PL7dXVNnvQQhbr6y-UL4mumVDgE0_r9zyt&index=1 | ||
Edição das 20h51min de 14 de outubro de 2021
O QUE SÃO SENSORES?
São dispositivos que servem para detectar grandezas, essas sendo diversas e presentes no nosso mundo físico. Então, por exemplo, um sensor de temperatura detecta a temperatura do ambiente. Um sensor de presença, detecta se há um objeto ou ser vivo naquela área. Um sensor de nivelamento detecta se o produto já atingiu determinado nível, e assim por diante.
Como mencionado, existem diversos tipos de sensor. Conforme essa variação, eles são aplicados para monitorar uma determinada função. Podemos definir os tipos de sensor como: • indutivo • capacitivo • fotoelétrico • laser • ultrassônico • fibra óptica • magnético • transdutores lineares No entanto, a classificação dos sensores costuma ser feita e acordo com a função que desempenham:
Posição: utilizado para rastreamento de objetos, a exemplo do RTLS;
Presença: são aqueles presentes em alarmes de carros e residências, por exemplo;
Inspeção: serve para verificar a característica de um objeto, aplicados nos processos de controle de qualidade (detecção de defeitos dos produtos);
Identificação: tipo similar ao sensor de inspeção, porém com capacidade de detectar apenas uma característica do objeto monitorado;
Medição: são os sensores utilizados para uma grande variedade de inputs, propriedades e condições, como pressão, temperatura etc.
Para compreendermos um dispositivo tecnológico, também é importante que conheçamos sua origem.
Em 1883, um professor estadounidense, Warren Johnson, desenvolveu uma tecnologia que usava um sensor automático para indicar a temperatura, também conhecido como termostato bimetálico.
Do início dos anos 1900 até os anos 80, canários eram usados para sentir a presença de monóxido de carbono e outros gases tóxicos durante a mineração de carvão. E em 1950 tivemos a invenção do primeiro detector de movimento, motivado pela necessidade de garantir a precisão durante a automação de máquinas.
COMO FUNCIONAM OS SENSORES?
De uma forma geral e bem resumida, sensores captam a grandeza e a transformam em uma informação que pode ser utilizada por nós. Ou seja, acompanhados (ou não) de um transdutor, eles podem captar uma energia e transformá-la em outra, facilitando a quantificação de informação. Como exemplo, podemos citar o caso em que a energia térmica é transformada em energia elétrica. Portanto, sensores recebem entradas que vem do ambiente e também podem enviar elas como um sinal para um dispositivo como, por exemplo, uma CLP, que interpreta o sinal e transmite as informações para nós. Como mais exemplos de funcionamento, cito os encontrados no site Citisystems: Em um termômetro a base de mercúrio, por exemplo, a entrada é a temperatura, sendo que o líquido se expande ou contrai devido a variação da temperatura no ambiente, fazendo com que o sinal seja maior ou menor no manômetro que por sua vez realiza a leitura da saída do sinal. Neste caso, o manômetro é o dispositivo que processa a informação da coluna de mercúrio e torna a medição legível para o ser humano. Um detector de oxigênio que faz parte de um sistema de controle de emissões de um automóvel verifica a relação de gasolina/oxigênio, geralmente através de uma reação química que gera o sinal elétrico.
Ainda sobre a questão de sensores e transdutores: Uma boa distinção entre os 2 termos é que o sensor é aplicado para a detecção em si enquanto o transdutor aplica-se para o elemento de detecção associado a qualquer circuito. Sendo assim, podemos dizer que todos os transdutores possuem um sensor e a maioria (mas não todos) os sensores são transdutores.
O QUE HÁ DE MAIS NOVO EM SENSORES?
Um tipo de tecnologia mais recente e que está em grande desenvolvimento nos últimos tempos são os chamados sensores inteligentes. Apesar do nome poder gerar confusão, e se eles forem relacionados ao digital, podermos datar eles desde 1980 ou 90 (com o surgimento de sensores digitais), o que conhecemos por sensores inteligentes, são aqueles dispositivos que estão na base da Internet das Coisas, ou da Indústria 4.0.
Mas o que diferencia um sensor de um sensor inteligente? Os sensores inteligentes são diferentes dos sensores, pois os sensores inteligentes são plataformas avançadas com tecnologias integradas, como microprocessadores, armazenamento, diagnósticos e ferramentas de conectividade que transformam os sinais de feedback tradicionais em verdadeiros insights digitais (Deloitte).
Com a evolução das outras tecnologias, o sensor também caminha junto, sendo ele considerado quase como um órgão das Casas Smart, por exemplo, já que a casa consegue ver por meio de sensores ópticos, sentir por meio de sensores de presença ou de pressão e até ter “olfato”, também por meio de sensores.
Com a grande demanda de sensores, eles vêm sendo melhorados para serem menores, multifuncionais e até mesmo o custo dele está descendo, apesar da procura no mercado ser alta, principalmente para sensores de imagem, de toque etc.
Fontes: https://www.citisystems.com.br/sensor-voce-sabe-que-quais-tipos/
https://www.i-scoop.eu/smart-sensors/
https://www.youtube.com/watch?v=2CZF90qGhmY&list=PL7dXVNnvQQhbr6y-UL4mumVDgE0_r9zyt&index=1


