Introdução

    • Apresentar os conceitos básicos sobre a tecnologia
    • Descrever os principais fornecedores/desenvolvedores
    • Apontar cronologia de evolução

    • Destacar pontos relevantes


Funcionamento

    • Explicar os princípios básicos de funcionamento
    • Mostrar o fluxo de uma transmissão/recepção
    • Desenhar topologia/arquitetura

É notável que estes elementos são da rede LTE, porém como a grande perspectiva do padrão 4G vingar será o LTE, falaremos um pouco das funções de cada uma.

  • eNB
    • Gerenciar os recursos de RF (controle de admissão, controle de mobilidade e alocação dinâmica de recursos para os aparelhos;
    • Comprimir e encriptar o cabeçalho IP;
    • Alocação do equipamento de rede MME ao aparelho;
    • Encaminhar os dados do plano do usuário através do S-GW;
    • Agendamento e transmissão das mensagens de busca e das mensagens de broadcast;
    • Executar medidas e configurações de relatórios de medidas para agendamento e mobilidade.
  • MME
    • Controle dos elementos eNB;
    • Sinalização da camada de ingresso (Non-Acces Stratum - NAS);
    • Segurança da sinalização NAS;
    • Controle de segurança da camada de egresso (Access Stratum);
    • Seleção de gateway S-GW;
    • Seleção do elemento de rede MME apropriado para executar o procedimento handover entre MMEs;
    • Roaming automático;
  • S-WG
    • Handover entre elementos de rede eNB;
    • Interceptação legal de chamadas (autorizada pela justiça;
    • Roteamento e envio de pacotes;
    • Marcação de pacotes no nível de transporte nos enlaces direto e reverso;
    • Tarifação de chamadas de voz ou sessão de dados nos enlaces direto e reverso.

Para interligar cada elemento dessa rede são necessárias as interfaces S1 e X2.

  • Interface S1: Interconecta os elementos de rede eNBs à rede de suporte ou núcleo de rede (EPC - Evolved Packet Core), os elementos que fazem parte deste núcleo são a entidade MME e o gateway S-GW. As funções da S1 são:
    • Estabelecimento, manutenção e liberação de chamadas de voz ou sessões de dados;
    • Handover intra-rede;
    • Balanceamento de tráfego entre os elementos da rede MME.
  • Interface X2:
    • Transporte não garantido de pacotes de dados;
    • Cancelamento de handover;
    • Tratamento de mensagens de controle entre os eNB.


O EPC será totalmente baseado na arquitetura IP, implementando a nova geração de redes de telecomunicações móveis (NGMN - Next Generation Mobile Network). Para que seja possivel essa implementação, ela será feita através do IMS (IP Multimedia Subsystem), que promove a convergencia entre todas as redes.


    • Detalhar elementos que fazem parte de todo o processo
    • Apontar os protocolos e tipos de acesso envolvidos


Estágio atual


A quarta geração de comunicação móvel ainda está em estágio de definição e existe um grande impasse neste ponto, o que adotar como tecnologia 4G? O Wimax ou o LTE? A realidade é que o 3G tinha proposta para durar de 2000 a 2010 e a resolução 10 que segundo Adrian Scrase, vice presidente do 3GPP, seria o ponto final para tal impasse e tal resolução sairia em março de 2011. E segundo Scrase, tanto o LTE quanto o Wimax seriam, em parceria, a quarta geração.

Mesmo com toda essa inquietação referente a qual tecnologia será o 4G já é possível adiantar que fará parte dessa definição o LTE Advanced (ou LTE evolution) e o IMS, fazendo a interoperatividade entre as redes móveis e a rede IP.

O 4G não possui problemas, já que é a proposta para aperfeiçoar as comunicações móveis. O único incomodo dele para o Brasil será sua adoção, já que uma de suas bandas de frequencia ainda é ocupada pelo sistema de televisão analógio, e enquanto ainda existir transmissão televisiva analógica, o 4G não poderá ser implantado com toda sua potência no Brasil.

Em materia do site Brasil Econômico, o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo afirmou em Brasília que até o final do ano de 2011 estaria pronto o edital para o leilão de frequências 4G para os serviços de telecomunicações sem fio. Afirmou também que traria exigências para que as empresas disponibilizem o serviço nas cidades-sede da Copa das Confederações e nos demais munícipios que receberão jogos da Copa do Mundo, em 2014.


Características técnicas

    • Mostrar o espectro de frequência utilizado
    • Explicar sobre o tipo de modulação
    • Apresentar os tipos de acesso
    • Potência (W)
    • Alcance (Mts)
    • Consumo (Autonomia)


Protocolos

    • Apresentar os protocolos usados na comunicação entre os elementos
    • Detalhar o formato dos protocolos
    • Apontar as normas que regem este protocolo (RFC, por exemplo)
    • Definir o órgão que coordena esta normatização
    • Identificar endereço de consulta à norma


Serviços

Serviços básicos disponíveis

Os serviços básicos disponíveis serão aqueles que já são disponiveis até a tecnologia 3G:

  • Chamadas de voz;
  • Chamadas de video;
  • SMS;
  • MMS;
  • SVA: acesso a internet, redes sociais, serviços de localização, pagamentos e banking.

Interação com Internet

A rede 4G será completamente interativa com a internet, pois em sua especificação, para ser considerada de 4ª geração, ela deve ter interoperatividade com o IMS.

Para esta interação com a internet, será utilizado IPv6.

Serviços avançados disponíveis

Para o padrão 4G, os principais serviços avançados que serão disponibilizados serão:

  1. Suporte a multimídia interativa
  2. Mobile TV, principalmente com HDTV
  3. Roaming com redes locais sem fio
  4. Roaming Global
  5. Taxa de dados de 100 Mbits/s durante locomoção em alta velocidade do aparelho e 1 Gbits/s para o repouso




Referências

  • HAOHONG, Wang; LISIMACHOS, Kondi; AJAY, Luthra; SONG, Ci. 4G Wireless Video Communications. 2009 John Wiley & Sons, Ltd.
  • SHINSUKE, Hara; RAMJEE, Prasad. Multicarrier Techniques for 4G Mobile Communications. 2003 Artech House.
  • M. Junaid Arshad, Amjad Farooq, Abad Shah. Evolution and Development Towards 4th Generation (4G) Mobile Communication Systems. Department of Computer Science and Engineering, U.E.T., Lahore-Pakistan. Publicado no Journal of American Science em junho de 2010.
  • 4G: The What, Why and When. Tellabs, 2011.