API

  • A sigla API refere-se ao termo em inglês "Application Programming Interface" (“Interface de Programação de Aplicativos") e nada mais é do que um conjunto de rotinas e padrões para acesso a um aplicativo
  • Uma API é criada quando uma empresa de software quer que criadores de aplicações utilizem seus serviços e assim, os códigos são disponibilizados pela própria empresa criadora da API
  • Quando acessamos um site e conseguimos ver a localização do local em um mapa pode ser que esteja utilizando o serviço do Google. Nesse caso, a aplicação se comunica com o Google Maps via API e busca dados geográficos de uma determinada posição.

Analytics

  • É o uso de técnicas em estatística, matemática, modelagem preditiva e aprendizagem de máquina para identificar padrões e obter conhecimento significativo a partir de dados. É aplicável em diversos contextos e negócios, a Analytics, também conhecida como inteligência analítica, representa um campo promissor, uma vez que é capaz de produzir conteúdo útil para a tomada de decisões sobre negócios.
  • Tal conteúdo é baseado em dados já produzidos, o que reduz o risco inerente às decisões a serem tomadas. A Analytics pode ser usada, por exemplo, na detecção de fraudes em empresas do setor elétrico ao tornar possível conhecer o perfil dos fraudadores e gerar listas com mais detalhes sobre tal prática. Essas informações são então utilizadas para elaborar planos para combate dessas atividades ilícitas.

Arquitetura TI

  • Arquitetura de TI é a arte e a ciência de projetar e fornecer estratégias de tecnologia valiosas e um esforço da empresa em garantir uma estratégia que resolva problemas de negócios com TI. Isto requer o uso de amplas habilidades técnicas para avaliar o ambiente de TI existente, a equipe e as habilidades que possuem, como operam e em que nível de maturidade operacional. Devemos usar a linguagem da arquitetura para falar com nossos colegas, entender e nos comunicar de maneira eficaz, para que possamos garantir que várias equipes, projetos e soluções se integrem com sucesso em um ambiente operacional existente.
  • O arquiteto de TI tem a responsabilidade na prospecção, planejamento, desenvolvimento e monitoramentos das soluções tecnológicas alinhadas à estratégia da corporação. Tem como foco o aumento da performance da empresa e para isso atua fortemente na preparação da infraestrutura e da equipe de colaboradores para novas demandas sempre atenta à geração de novas oportunidades de investimento, economia e receita.
  • Como esse objetivo, os profissionais envolvidos nessa área estão sempre atentos às novas tecnologias disponíveis no mercado tentando obter melhores desempenhos dos serviços de TI necessários para a empresa e seus clientes.

Backbone

  • Como o próprio nome diz, Backbone é uma espinha dorsal presente na Internet para prover as principais rotas de dados entre grandes redes estrategicamente interconectadas e roteadores centrais.
  • Um backbone é uma linha de transmissão de dados de alta velocidade que fornece recursos de rede para provedores de serviços de Internet em todo o mundo e possuem as maiores conexões de dados na Internet exigindo conexões de largura de banda de alta velocidade, servidores e roteadores de alto desempenho.

Big Data

  • É o termo que se refere a grandes volumes de dados, estruturados ou não, acumulados em consequência das atividades de determinado negócio. Uma empresa de telecomunicações, por exemplo, produz dados de clientes e de monitoramento de seus serviços a todo momento, armazenando-os em bancos de dados e datalakes.
  • Devido ao grande volume, tais dados podem ser cruzados para possibilitar a descoberta de insights e para definir estratégias de negócio mais assertivas.

Chatbot

  • Chatbots são aplicações que interagem com pessoas em linguagem natural por meio de soluções de mensagens, sites e outras plataformas digitais e responde por diretrizes pré-programadas ou Inteligência Artificial.
  • Através da simulação da comunicação humana, os Chatbots vieram para solucionar tarefas repetitivas, automatizar processos e atender os clientes nos métodos de comunicação mais utilizados por eles: WhatsApp, Facebook Messenger, Sites, e por aí em diante.
  • Cada vez mais populares, esses softwares vêm sendo utilizados pelas empresas como método de atendimento à clientes, de vendas, solucionar dúvidas e informar a respeito de produtos e serviços, dentre outros.
  • A funcionalidade dos Chatbots é incrementada pela técnica de Machine Learning, que é o aprendizado através da coleta de dados para aprender e facilitar a tomada de decisão, tornando o bot mais “inteligente”.

Cloud Computing

  • O termo "cloud" é uma analogia utilizada para referir-se a uma rede global de servidores remotos, como um só dispositivo, normalmente relacionado à Internet. Ultimamente o termo cloud vem sendo mais utilizado para tratar-se de serviços e/ou ferramentas que podem ser utilizados sob demanda, ou seja, o usuário utiliza a medida que precisa do mesmo.
  • Quando um usuário edita um determinado arquivo pela internet utilizando por exemplo o Google Docs, esse usuário está utilizando um serviço da nuvem, uma vez em que ele faz a edição pelo navegador de Internet e o mesmo é salvo em um servidor, para que seja acessado facilmente por outros dispositivos e usuários.

Colocation

  • Quando a empresa já possui equipamentos para processar seus serviços de TI e não quer mantê-los na sua estrutura física pode utilizar serviços de CoLocation de um Data Center. Assim recursos como energia, segurança física, climatização, conectividade e suporte são fornecidor por um provedor de serviços no regime de Colocation.
  • Diferentemente do “Hosting”, esse método é um “aluguel” parcial. A empresa irá alugar apenas o espaço físico preparado para receber seus comprar o próprio equipamentos. É indicado para empresas que já fizeram altos investimentos em equipamentos ou apenas buscam expandir suas infraestruturas.

COR Digital

  • COR ou NOC (Network Operation Center) é o ambiente centralizado para gerenciamento das redes de comunicação onde são empregados sistemas de monitoramento para analisar todos os dispositivos da rede. Além de monitorar, ele é responsável pela execução de scripts para estabilização dos incidentes de forma imediata, geração de informações para as equipes de suporte de infraestrutura, criação de relatórios de capacidade e disponibilidade dos ativos de TI entre outras atribuições.
  • O COR Digital por sua vez, se tornou o NOC Digitalizado, com integração entre sistemas, implementação de correlações entre as variáveis das situações avaliadas, resolução de problemas (troubleshooting) de forma automática amparados nas técnicas de IA (inteligência Artificial). Com isso, é possível obter vários benefícios como menor indisponibilidade, redução de ações manuais, visão preditiva, antecipação e tratamento de falhas recorrentes com resultado excepcional numa maior estabilidade da rede.

Data Center

  • Data Center, é um ambiente projetado para concentrar vários servidores, equipamentos de processamento e armazenamento de dados, e sistemas de ativos de rede, como switches, roteadores, e outros
  • Com a finalidade de abrigar milhares de servidores e bancos de dados, e processar grandes quantidades de informação, os equipamentos geralmente são montados em racks. Possuem proteção contra incêndios, além de sistemas de resfriamento, para manter uma temperatura estável.
  • Atualmente, com capacidade de processamento quatro vezes maior do que os antigos DC’s, mesmo ocupando apenas 40% do espaço se comparados com os modelos mais antigos.

Engenharia de Tráfego

  • Engenharia de Tráfego está em consonância com a Engenharia de Redes de Computadores que lida com a questão de desempenho e otimização de desempenho de redes IPs em operação. Isto implica na aplicação de tecnologias, normalmente no estado da arte, ciências exatas, as melhores técnicas e práticas adotadas a nível mundial.
  • Engloba a aplicação de medições, modelagens, rastreamentos, caracterizações e "sniffers" do tráfego para melhor controle, projeto, planejamento e otimização de uma rede. Lida com a questão da avaliação de desempenho e otimização de desempenho de redes tentando torná-las o mais confiável possível.
  • Na Engenharia de Tráfego Automática são empregados métodos que buscam otimizar a performance da rede, analisando-a dinamicamente, predizendo e regulando o comportamento dos dados transmitidos pela rede. Dessa forma, facilita enormemente para os operadores de rede e provedores de serviço na identificação de congestionamentos provocando assim um alivio imediato na carga em curso, eventualmente mudando o tráfego para novos túneis em links menos utilizados.

Hosting

  • Extensão do Colocation onde além de utilizar toda a infraestrutura de um Data Center como conectividade, segurança física, energia e climatização ainda evita o investimento em hardware deixando a cargo do provedor de serviços essa aquisição. Sendo assim, o contratante tem acesso a um ambiente configurado para receber suas aplicações e toda a infraestrutura e suporte ficam a cargo do provedor de serviços.
  • Estende os benefícios do colocation eliminando tanto a responsabilidade de manutenção das facilidades físicas quanto à continuidade de aquisição e manutenção de facilidades próprias pelo cliente. A aquisição e manutenção do núcleo de computação e rede (servidores, switches, storage e firewalls) é de responsabilidade do provedor, “restando convenientemente” para o cliente a manutenção das aplicações de negócio.
  • A supervisão contínua da infraestrutura é transferida para o provedor de serviços, que minimiza as obrigações do staff de TI e permite redirecionar esses recursos para outras áreas de negócio.

IA / Machine Learning

  • Inteligência Artificial é um ramo de pesquisa da Ciência da Computação que tem como intuito, construir mecanismos ou softwares que simulem a capacidade do ser humano de pensar e agir.
  • Machine Learning (Aprendizado de máquina) faz parte do conceito de IA e também tem como intuito construir programas de computadores que simulem a capacidade do ser humano. Utilizando-se de grandes bases de dados e alguns conjuntos de regras, o programa é treinado, e uma vez que o programa de computador é treinado ele é capaz de tomar decisões.

IoT

  • Com as facilidades de comunicação cada vez mais eficientes e a presença cada vez maior de serviços de Internet prevê-se que todas as "coisas" poderão ser conectadas e transmitir informações para um processamento específico. A partir daí se criou o conceito de Internet das Coisas que pretende integrar qualquer tipo de objeto ou pessoa à grande rede Internet de forma rápida e prática permitindo assim que inúmeros serviços ou produtos sejam criados.
  • Essa variedade de dispositivos conectados à internet permitirá um número absurdo de soluções como bater palmas para acender uma luz, receber aviso de uma geladeira quando algum produto estiver acabando ou ainda controlar o tráfego de carros de forma autônoma. A ideia de Internet das Coisas surgiu para conectar o mundo real com o digital, tornando mais seguro ou apenas facilitando algumas ações do dia a dia.

IPv4 e IPv6

  • IPv4 é um protocolo de internet utilizado para identificar dispositivos conectados em rede. Um endereço de IP é um rótulo numérico e único, é como se existisse um CPF para cada dispositivo. Ele foi criado em 1983 e nessa época não haviam muitos dispositivos conectados, portanto a capacidade de endereços disponíveis foi esgotando com o passar do tempo. Como curiosidade, havia a disponibilidade de 4 bilhões de combinações desses endereços. Atualmente a demanda é maior, por isso foi criado o IPv6.
  • IPv6 é a versão mais recente do IP. Foi idealizada em 1994, onde já havia uma visão de crescimento da quantidade de dispositivos que seriam conectados nos próximos anos. Funciona de forma parecida com o IPv6, porém adiciona mais segurança à rede. O IPv6 suporta 4 bilhões de combinações de endereços, o que é extremamente útil no mundo atual em que estamos utilizando cada vez mais tecnologias como Internet das Coisas.

ITSM

  • ITSM ou Gerenciamento de Serviços de TI é um conjunto de técnicas e ferramentas que são utilizadas para organizar os processos, controlar atividades e monitorar o ciclo de trabalho de todo o setor de TI dentro de uma empresa. Envolve todo o ciclo de planejamento e desenvolvimento de uma solução em TI, incluindo os processos de criação, entrega e suporte das ferramentas desenvolvidas ou suportadas pela área de tecnologia e inclui o monitoramento de equipamentos e infraestrutura de TI e os processos de gestão de pessoas para garantir a produtividade e motivação do time.

Máquinas Virtuais

  • Virtualizar significa emular em software um dado recurso visível, da infraestrutura física, ou seja, reproduzir as mesmas capacidades ou funcionalidades do ponto de vista do cliente, só que em software. Para isso, um outro recurso físico precisa ser usado para suportar a instância virtual, isolando-a de outras instâncias concomitantes.
  • Como muitas vezes precisamos de uma estrutura computacional diferente da que temos no nosso computador usamos nesse caso o conceito de Máquina Virtual que permite acessar um ambiente que está preparado para você instalar e executar seus programas sobre um determinado sistema operacional.
  • A configuração de memória RAM, espaço em disco e processadores é flexível e atende às necessidades do usuário. É como se pelo meu computador eu entrasse em outro computador com as configurações que eu escolher de maneira simples e prática para executar os programas que eu precisar.

Microserviços

  • Microsserviços é uma abordagem para a criação de aplicações. Difere da abordagem tradicional, feita em um único bloco de código, por decompor a aplicação em serviços que irão exercer funções básicas, assim se um serviço falhar, ele não compromete toda a aplicação.
  • Um bom exemplo é pensar em um site de compra, onde a barra de pesquisa seria um serviço, a parte de produtos recomendados seria outro e o carrinho de compras outro. Juntos eles compõem o site como um todo, mas se um deles parar de funcionar, ainda teremos o site funcionando sem esse serviço nele.

NFV

  • A NFV (Virtualização das Funções da Rede) é uma abordagem de rede em evolução que permite a substituição de dispositivos de hardware dedicados e de alto custo, como roteadores, firewalls e balanceadores de carga, por dispositivos de rede baseados em software que são executados como máquinas virtuais em servidores padrão do setor. As funções virtuais de rede são programas de computador, ou seja, troca-se o hardware específico de redes por implementações em software sobre recursos virtualizados.
  • Exemplos de VNFs incluem firewalls, equipamentos terminais de rede, gateways, caches de rede, dentre outros. Observe que uma VNF deve ser uma função de rede, ou seja, uma funcionalidade prestada pela rede e não uma aplicação de cliente final.

NGN

  • NGN (Next Generation Network – Geração de Novas Redes) é um pacote básico de redes que inclui serviços de telecomunicações e facilidade no uso múltiplo de banda-larga, transporte de informação ao longo da rede com QoS (Qualidade de Serviço), sendo as funções de gerência que tramitam junto com a rede, independentes do tráfego de dados e o usuário não sofre nenhuma restrição para os diversos acessos oferecidos na rede, onde todos os serviços oferecidos podem ser providos aos usuários com total mobilidade e garantia de ubiqüidade.
  • O termo NGN é comumente utilizado como um nome que possibilita a escolha de provisionamento de serviços de infra-estrutura que estão sendo inicializados em telecomunicações e é caracterizado pelos aspectos fundamentais:
    • Transferência básica de pacotes;
    • Separação dos controles de funções de capacidade, sessão de chamadas e serviços/aplicativos;
    • Provisionamento de interfaces abertas
    • Suporte a uma larga faixa de serviços, aplicativos e mecanismos baseados na construção de blocos
    • Capacidades de banda-larga, QoS e transparência ponto-a-ponto na rede
    • Mobilidade total
    • Ilimitados serviços a serem oferecidos aos usuários,
    • Uma variedade de esquemas de identificação que podem resolver problemas de endereçamento IP
    • Vários meios de acesso a um determinado serviço para os usuários
    • Convergência dos serviços oferecidos nas redes fixa e móvel
    • Abrangência de todos os requisitos regulatórios para serviços importantes como: emergência, segurança, privacidade, etc.

OLT

  • OLT GPON é um terminal de linha óptica (OLT – Optical Line Terminal), responsável pelo gerenciamento do sistema de uma rede GPON, oferecendo uma interface ao restante da rede.
  • Fisicamente, OLT consiste num equipamento usado em redes FTTx, encarregado de gerenciar e distribuir o acesso à rede, administrando as funções de um provedor.
  • Na prática, funciona como um concentrador de assinantes e tem como função primária é converter, enquadrar e transmitir os sinais para a rede PON (Passive Optical Network) e coordenar a multiplexação dos terminais da rede óptica para a transmissão upstream compartilhada.

ONT

  • ONT ou Optical Network Terminal, é um equipamento ativo para a recepção e transmissão do sinal representado por uma interface que converte o sinal óptico proveniente do seu provedor por meio de uma rede óptica passiva para um sinal elétrico.
  • Efetivamente a ONT é o modem na casa do cliente.

Open Stack

  • O Openstack é um software de código aberto, que também é conhecido como o Sistema Operacional da Nuvem e permite o gerenciamento de infraestruturas que estão em nuvem utilizando-se de diversas API’s para controlar os os recursos das infraestruturas envolvidas que podem ser: máquinas virtuais, rede, armazenadores e balanceadores de carga
  • Pode ser considerado como uma plataforma em nuvem colaborativa, com seu código aberto (open source), que permite que qualquer pessoa autorizada possa participar e colaborar com os projetos ambientados nela. A tecnologia OpenStack foi criada exatamente para atender estruturas como serviço (IaaS), e surgiu em 2010, da união entre a NASA e a Rackspace Hosting.

Rede Metro

  • Rede Metropolitana é uma rede padrão, multiponto, discreta, de alta velocidade, integrando voz, dados e vídeo e provendo interconexão LAN/LAN ou LAN/ rede a longa distância para sistemas de comunicação pública ou privada, em uma área geográfica metropolitana. Permite interligar várias LAN geograficamente próximas, no máximo, a algumas dezenas de quilômetros. Assim, uma MAN permite que dois pontos distantes se comuniquem como se fizessem parte de uma mesma rede local. Uma MAN é formada por comutadores ou roteadores conectados entre si com conexões de alta velocidade (em geral, cabos de fibra ótica).
  • Na evolução de Rede Metro surgiu a tecnologia Metro Gigabit Ethernet, ou como mais conhecida, Metro Ethernet. Esta tecnologia possibilita a interconexão de várias redes locais, integrando-as em um único ambiente como se estivessem em um mesmo endereço físico. Desta forma é criada uma rede metropolitana com taxa de transmissão de dados chegando até 1Gbps.

RPA

  • Traduz-se literalmente em automação robótica de processos, mas é o nome dado às soluções de automação com o uso de softwares (robôs) que navegam na camada de visualização de sistemas e executam tarefas repetitivas, operacionais e de baixa importância. Como exemplo, pode-se citar sistemas que, enviam e-mails pré-definidos, criam relatórios ou preencham formulários de forma automatizada, o que evita a necessidade de pessoas para fazer tais atividades.
  • Nesse contexto, os empregados de determinada empresa podem se concentrar em atividades mais complexas ou que exijam mais conhecimento estratégico.

SDN

  • A Rede Definida por Software é uma tecnologia que trouxe a proposta de separação entre o Plano de Controle e o Plano de Dados. Para entendermos melhor vamos pensar num modelo tradicional onde um pacote de dados sai da sua origem em direção ao seu destino. Para isso tem que passar por roteadores que apontam para o próximo salto, ou seja, o próximo roteador. Dessa forma, o pacote de dados sai de roteador a roteador, sempre perguntando qual o próximo salto.
  • SDN mudou essa concepção, a gora temos uma visão global onde o pacote de dados já pode saber qual sua pré-determinada e ainda existe a possibilidade de programar com interfaces abertas.

Telco Cloud

  • Uma Telco Cloud representa os recursos do data center necessários para implantar e gerenciar uma rede de telefonia móvel com recursos de transferência de dados por operadoras em operações de produção em escala. As nuvens Telco têm sido tradicionalmente baseadas em instalações de centros de dados privados que são usadas para gerenciar os requisitos de telecomunicações de redes 3G / 4G e LTE.
  • Com a implantação atual de equipamentos 5G em toda a comunidade de provedores de serviços móveis internacionalmente, os fornecedores adotaram estratégias relacionadas à virtualização de função de rede (NFV) e gerenciamento de data center definido por software (SDDC). Isso torna a implantação do software operacional necessário para as operadoras mais eficientes.

Virtualização

  • Virtualização é uma técnica que permite que uma aplicação de um sistema operacional (ou mesmo um sistema operacional inteiro) rode dentro de outro sistema. É o mesmo que abrir uma distribuição do Linux no Windows e rodá-lo como um software, ou instalar um aplicativo de Windows, como o Photoshop, dentro do Linux.

XGSPON

Com a necessidade de trafegar maiores volumes de dados com alta performance, maior velocidade e melhor qualidade de conexão foram surgindo tecnologias de redes de acesso cada vez mais avançadas. E o objetivo do XGS-PON é atender essas demandas. O XGS-PON é um padrão atualizado para redes ópticas passivas (PON) que pode suportar transferência de dados simétrica, ou seja, downstream e upstream, de 10 Gbps de alta velocidade.