Internet of Things ou "Internet das Coisas"

   Quando se fala em internet já se vem à cabeça redes sociais, informações, e acesso livre entre pessoas. Mas não podemos mais ter esse pensamento um pouco retrogrado, visto em conta a não tão nova tecnologia desenvolvida pelo pelo MIT Auto-ID Laboratory (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).  Cujo o objetivo desde o início, foi criar um sistema global de registro de bens usando um numero singular de sistemas chamado Electronic Product Code.
   Basicamente, a Internet das coisas é formada por três etapas:

• Identificação: o sistema precisa registrar os dados de cada aparelho para conectá-los à Internet. Essa identificação acontece por rádio frequência (RFID).

• Sensores: o sistema detecta mudanças na qualidade física dos objetos

• Miniaturização e Nanotecnologia: pequenos objetos com a capacidade de interagir e se conectar à grande rede.

Assim, com os benefícios da informação integrada, os produtos industriais e os objectos de uso diário poderão vir a ter identidades electrónicas ou poderão ser equipados com sensores que detectam mudanças físicas à sua volta. A tecnologia RFID que usa frequências de rádio para identificar os produtos é vista como potenciadora da Internet das Coisas. Embora algumas vezes identificada como a sucessora dos códigos de barras os sistemas RFID oferecem para além da identificação de objectos informações importantes sobre o seu estado e localização.

Algumas marcas já usam a Internet das Coisas para se manter na lembrança de seus consumidores. É o caso da água Bonafont que criou ageladeira que twitta quando o usuário abre o eletrodoméstico para beber água. Segundo o vídeo da Bonafont sobre a geladeira, “Bebemos menos água do que deveríamos. A razão é muito simples: ninguém se lembra de beber água. Principalmente durante o expediente de trabalho.”Segundo o vídeo da Bonafont sobre a geladeira, “Bebemos menos água do que deveríamos. A ideia da empresa é que os usuários do Twitter se lembrem de beber água ao ver as publicações, ficando cientes do consumo mínimo recomendado e passem a consumir mais água.






Bibliografia

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