BDA - Aula 08 - 2014/2

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Regras


  • Regra 0:
    • O sistema precisa ser qualificado como relacional, como um banco de dados, e como um sistema de gerenciamento
    • Como evolução do modelo hierárquico, surgiu a proposta do modelo relacional, com forte base na matemática da relação entre conjuntos e com base na relação de tuplas


  • Regra 1:
    • A regra da informação
    • Proposta de fortemente ter uma padronização em todos os aspectos de definição e manipulação de dados: linhas, colunas e tabelas.


  • Regra 2:
    • A regra de acesso garantido
    • Proposta de endereçamento baseado em campos com nomes e tipos bem definidos e um ou alguns obrigatoriamente compondo a chave primária


  • Regra 3:
    • Tratamento sistemático de valores nulos
    • Sistema deve permitir valores nulos (falta de informação), diferentes de valores com valor igual a zero ou igual a branco


  • Regra 4:
    • Catálogo on-line baseado no modelo relacional
    • Todo o armazenamento e tratamento de quaquer informação de controle ou configuração deve ser feita em padrões similares à manipulação dos dados comuns


  • Regra 5:
    • Sublinguagem Ampla de Dados
    • Deve propiciar uma linguagem que atenda relações entre tabelas que aceite definição e manipulação de dados


  • Regra 6:
    • Atualização por meio de Visualizações
    • Pode-se criar visões em cima dos dados que tem as mesmas características de uma tabela comum


  • Regra 7:
    • Inserção, Atualização, e exclusão de Alto nível
    • Ações de inclusão, alteraçãoe exclusão de dados poderão ser executadas tanto em linhas individuais quanto em grupo de registros


  • Regra 8:
    • Independência Física de dados
    • Se houver qualquer modificação quanto ao local de armazenamento físico dos dados ou, ainda, uma mudança qualquer de índices de acesso, o programa de aplicação, logicamente estável, não sofrerá nenhuma paralisação nem precisará de alterações


  • Regra 9:
    • Independência Lógica de Dados
    • Os programas de aplicação também permanecem inalterados quando são feitos nas tabelas, mudanças de qualquer tipo para preservar a informação, ou seja, a junção de duas tabelas não afeta os programas, assim como a criação de novos campos e as operações de seleção que dividem uma tabela por linhas ou colunas, desde que se preservem as chaves primárias



  • Regra 10:
    • Independencia de Integridade
    • Restrições de domínio e regras para validação de alguns ou todos os atributos devem ser armazenáveis no dicionário de dados. Definições, por exemplo, do tipo de caractere de um campo – se numérico, se inteiro ou de tamanho variável – devem estar especificadas nele


  • Regra 11:
    • Independência de Distribuição
    • A sublinguagem deve permitir que os programas de aplicação permaneçam inalterados enquanto os dados são distribuídos, tanto na inicialização de um sistema quanto na ocorrência de uma redistribuição. Se um sistema, por sua implementação, tiver arquivos redistribuídos em meios ou máquinas diferentes, a sublinguagem do SGBD fará o controle e a ligação com os programas de aplicação, sem que seja necessário realizar nenhuma modificação neles


  • Regra 12:
    • A não-transposição das regras
    • Se processarmos registro a registro, isso não poderá implicar a burla de restrições específicas dos objetos do banco de dados. Por exemplo, a utilização de uma linguagem de baixo nível não poderá adicionar um registro sem os atributos definidos, no dicionário, como obrigatórios para uma determinada tabela.