Grupo de Estudo
- Reunião 31 – 03/06/11
- Saída: 05:15 hs do dia 03/06
- Chegada: 03:20 hs do dia 04/06
Pauta:
- 14:00 hs: Visita Show-room CPqD
- 15:00 hs: Palestra com Tânia Tronco
- 16:30 hs: Palestra com Mirian Ellen
- 01:00 hs: Discussão sobre projeto FEELT
Participantes
- Luiz Cláudio Theodoro
- Open 3G/LTE:
- André Carrijo de Oliveira
- Bruna Lorena Rodrigues Gondin
- Gabriel Fernandes Machado
- Thiago Berger Canuto Alves
- Arthur Pires
- VoIP Talkers
- Müller Fernandes da Silva
- Rafael Marra
- Lucas Simonini
- Aline Gonçalves Fernandes
- Semantic Web
- Alex Vaz Mendes
- Caio Eduardo Cunha Machado
- Vinícius Araújo de Oliveira
Anotações
- Tânia Tronco, autora dos títulos: The path to future internet e Redes de nova geração;
- É fato que a internet é um grande sucesso e que ainda cresce desenfreadamente;
- Não há nada errado com a arquitetura da internet, levando em conta que ela foi criada em outra realidade;
- A arquitetura é limitada para os padrões de uso atuais;
- Hoje a internet é acima de tudo um "negócio";
- A internet surgiu efetivamente com David Clark em 1988;
- É uma arquitetura baseada na troca de pacotes;
- TCP e UDP são as bases da internet atual, mas que devem ser revistos;
- Estamos utilizando um serviço da década de 80. Como fariamos hoje, tendo em vista as necessidade atuais?
- O protocolo base (IP) foi construído com simplicidade máxima em mente;
- Toda a "complexidade" fica por conta da camada de transporte (imediatamente acima da camada IP) e as demais;
- A simplicidade foi fundamental para que a internet sobrevivesse até hoje, pois extensões são facilmente implementadas;
- O característica "connection less" do protocolo IP pode ser utilizada para estabelecer conexões resistentes a falha;
- Originalmente cada computador ligado a internet possuia um endereço global fixo, hoje isso não é mais verdade;
- O arranjo dos protocolos da internet atual pode ser comparado a uma "ampulheta", com uma fina cintura determinada pelo protocolo IP;
- O topo e base da ampulheta continuam crescendo e o protocolo IP continua sendo o gargalo;
- A definição não deve mudar: "Rede descentralizada, distribuída e roteada";
- Novos aspectos devem ser levados em consideração, como a mobilidade e segurança;
- A sobrevivência da internet até hoje se da pelas extensões;
- Não existe um pensamento global, a medida que os problemas aparecem são criados os "remendos", exemplo: IPv6;
- Alguns defendem a internet do futuro, mas ainda existe a parcela conservadora que defende que as extensões são a solução;
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Fotos












































