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 Seu conteúdo deve ser escrito abaixo do link no final da página. Exemplo: Algoritmos


Tema Aluno
Algoritmos Vitor Manoel Gonçalves Teixeira
API Paulo Reis dos Santos Junior
App Carlos Augusto Dantas Marquez
Arduino João Vitor Santos Izidoro
Banco de Dados Otávio Augusto de Oliveira
Barramentos Leonardo Henrique Rodrigues Montes
BI Daniela
BigData Vinícius Carvalho Cazarotti
BlockChain Victor Hugo
CanvAs Vinicius Stachechen Machado
Cloud Computing Vitória Caroline de Paulo
CLP Caio Rafael dos Santos
Compiladores Mauricio Neto
Conectores Marcel Felipe de Paiva Maciel
CPU Marcus Vinicius Marchiori
Criptografia Igor de Castro
Data Mining Vinicius Calixto Rocha
DMA Vinicius Alves Martins
ERP Emerson Martins dos Santos
ETL Gabriel Pires
eXtreme Programming Gabriel Alcântara da Costa Batista
Firewall Caio Marcio
Firmware Agilson Jr
Frameworks Paulo Victor Silva Mello
IA Estela Rezende Goulart
IDE Matheus Ferreira Riguette de Souza
Inteligência Cognitiva Bruno Henrique Rodrigues dos Reis
Integração Contínua Joao Victor Johanson
IoT Helton Pereira de Aguiar
IPSec Hugo Borges Oliveira
Linguagens de Programação Frederico Marques Fulgêncio
Machine Learning Diego Batistuta Ribeiro de Andrade
Memória RAM Railson da Silva Martins
Mineração de Dados Murilo
Modelo Estruturado Gabriel Victor Duarte Pereira
Modelo Orientado a Objeto Guilherme Bartasson Naves Junker
Modem Klesley Silva de Oliveira
Normalização (BD) Estevão
NoSQL César Ricardo Salomão Junior
Open Source Guilherme Daisuke
Plataformas Alexandre Mariano
Processadores Nicolas de Melo Proença
Portas Matheus Candido Ferreira de Faria
Protocolos Gabriel Dal Belo Gomes Santos
PWA Heldson Luiz da Silva
RA Luiz Fellipe Silva Lima
Raspberry Henrique Tornelli Duarte
Redes de Computadores Victor Silva Santos
Redes Neurais Matheus Fagundes
Renderização Pedro Eduardo
Roteador Matheus Negrisolli Rosa Seixas
Satélite Fernando Toshiharu
Scrum Artur Amaro
Sistema embarcado Pedro Henrique Silva Medeiros
SO Gabriel Hernandes de Oliveira Bogás
Sockets Eduardo Silvestre Gonçalves
Speech Recognition Gabriel Vieira
SQL Max Pereira Ziller
Virtualização Vitor Hugo Celio Machado
Web Isaque dos Reis
Webservice Wallyson Pedrosa Ferreira
Pesquisa dos temas


Algoritmos

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage



API


  • Conceito:
    • API's (Application Programming Interface, ou em Português, Interface de Programação de Aplicações) trata-se de um conjunto de rotinas (partes de códigos feitos para resolver problemas muito específicos) e padrões preestabelecidos por um software que permitem a utilização de parte de suas funcionalidades dentro de outro sistema. Basicamente, funciona como "ponte" entre diferentes aplicações, enviando e recebendo dados de um sistema a outro.
    • Esta tecnologia tem grande utilidade, pois:
      • Permite que sistemas criados utilizando tecnologias diferentes comuniquem-se sem que seja necessário se adequar ao sistema que deseja utilizar em sua aplicação.
      • Reduzem o tamanho de aplicações, pois com a manipulação específica de dados de uma API, o sistema não necessita ser ocupado com dados desnecessários.
      • Trazem grande segurança aos dados, já que apenas uma certa informação será disponibilizada pela empresa que gera certa API de seu sistema.
      • Permitem a monetização por acesso (por exemplo, Netflix, que dispõe seu acervo apenas a seus assinantes.)
      • Informam sobre quem acessou, quando acessou, de onde acessou e o que acessou. Isso permite melhorias no sistema, já que há uma visão detalhada do fluxo de dados.
    • Um grande exemplo de API é o Google Maps, o qual é utilizado dentro de muitas aplicações para geolocalização e afins. Um exemplo de API local, é a requisição de data do sistema pelo Excel (quando se utiliza CTRL+;)



  • Funcionamento:
    • Uma API, como citado, é um conjunto de rotinas e padrões que permitem que funcionalidades de um software sejam acessadas por outro, como por exemplo o login por Facebook. O trabalho feito pela API é o de enviar ao servidor ao qual se refere (por exemplo, o servidor do Facebook) a solicitação feita pelo usuário. Após isso, a API recebe os dados que foram requisitados e os retorna ao cliente, ou usuário. Esse dado pode ser algum tipo de confirmação de login ou permissão para acesso, por exemplo.
    • Utilizando-se de analogias, API's são como garçons que recebem o pedido dos fregueses (usuário) e o transmitem para o cozinheiro (servidor), retornando o alimento que foi solicitado (dados).



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage




App


Arduino

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage


Banco de Dados

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage


  • Referências:
    • Informe aqui as fontes


Barramentos

BI

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é a metodologia, para que serve



  • Procedimentos:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes da metodologia



  • Concorrentes:
    • Cite outras metodologias com o mesmo propósito e que concorrem com ela



  • Criadores:
    • Informe quem criou, propôs ou idealizou esta metologia



BigData


  • Conceito:
    • Big Data é o termo utilizado para designar o gerenciamento do grande número de dados estruturados e não estruturados, integrando e gerenciando tais juntamente com dados convencionais. Seu grande diferencial é a possibilidade de cruzar esses diferentes tipos de dados para obter insights precisos de maneira eficiente. A partir desta tecnologia podemos saber o que: os usuários da rede estão pensando sobre tal coisa, suas satisfações e insatisfações sobre um determinado produto ou serviço; desejos e necessidade, ou seja, quando você entra em um site de compras como a Amazon, por exemplo, você busca um tipo de produto e isto se torna dados. Esses dados captados na rede serão cruzados com dados internos da empresa para criar insights, informações que dizem sobre o interesse do usuário para as mais diversas finalidades nos mais diversos setores.
    • Um dos desdobramentos do Big Data é o Big Data Analytics, que refere-se aos softwares capazes de tratar essa grande quantidade de dados, facilitando a descoberta de certas oportunidades que estão além da compreensão humana.
    • O Big Data também pode ser definido pelos seus 5 V's :
      • Volume: Imensa quantidade de dados. São dados estruturados e não estruturados, de baixa densidade(por exemplo, fluxo de clicks, feed de dados em uma rede social) que serão convertidos em informações valiosas às empresas.
      • Velocidade: O grande fluxo de dados que são recebidos e, se necessário, administrados. Muito importante em segmentos de IoT como de segurança e saúde, que necessitam de avaliações e ações em tempo real. No mercado digital, por exemplo, as aplicações buscam cruzar dados sobre as preferências pessoais do usuário e localização para gerar ofertas de marketing em tempo real para aquele único usuário.
      • Variedade: Vários tipos de dados não estruturados. São dados como textos, áudio e vídeo que necessitam de um processamento adicional para que aquilo gere um significado para algo. Após tal processamento esses dados não estruturados passam a ter os mesmos requisitos que os dados funcionais.
      • Valor: Todos os dados possuem seu valor, mesmo que esteja "escondido", porém sempre terá tal, que vai desde opinião do cliente até a situação de um hardware que está prestes a falhar. O valor de cada dado é obtido a partir de algoritmos e técnicas quantitativas e investigativas.



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage


CanvAs

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é a metodologia, para que serve



  • Procedimentos:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes da metodologia



  • Concorrentes:
    • Cite outras metodologias com o mesmo propósito e que concorrem com ela



  • Criadores:
    • Informe quem criou, propôs ou idealizou esta metologia



Cloud Computing

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage


CLP


Conectores


CPU

  • Conceito:

Acrônimo para Central Processing Unit (Unidade Central de Processamento). É o cérebro do computador, onde é feito o processamento de dados, a maior parte dos cálculos, onde interpreta e executa programas. É composta basicamente por: ULA (Unidade lógica-aritmética), UC (Unidade de Controle) e registradores.

ULA: Executa as operações lógicas e aritméticas determinadas pela UC.

UC: É o elemento que extrai instruções da memória, decodifica e executa, requisitando a ULA quando necessário. Busca dados que devem ser processados, interpreta quais operações devem ser realizadas e envia para outros hardwares com as instruções do código para execução da tarefa.

Registradores: Local onde os dados para o processamento são armazenados temporariamente.



  • Funcionamento:

A CPU trabalha em dois ciclos, Ciclo de Busca e Ciclo de Execução.

Logo que o computador é ligado, a CPU entra no Ciclo de Busca, em seguida passa para o Ciclo de Execução e volta para o Ciclo de Busca. Ela continua nesse processo até que precise ser desligada, saindo do Ciclo de Execução para o estado final.

Durante o Ciclo de Busca, é a Unidade de Controle que atua. Uma nova instrução é buscada da Memória para que possa ser decodificada. Nessa fase os registradores PC (Contador de Programas) e IR (Registrador de Instrução) são utilizados.O PC é logo lido para se saber que instrução será executada, essa instrução é trazida para o IR e, finalmente, é decodificada pela Unidade de Controle. Assim que esse processo termina, caso a instrução não diga respeito à um laço, ou à uma repetição, o conteúdo de PC é incrementado. Ou seja, PC recebe PC + 1. Assim, no próximo Ciclo de Busca a instrução do endereço seguinte será carregada da memória e executada. Esse comportamento garante a característica de execução sequencial dos programas.

No passo seguinte a CPU entra em Ciclo de Execução. Agora a Unidade de Controle já sabe exatamente que operação será executada, com quais dados e o que fazer com o resultado. Essa informação é passada para a ULA e os registradores envolvidos. Durante o Ciclo de Execução há cinco possíveis tipos de operação que podem ser executadas. (Citadas no item Integrações)



  • Estado da Arte::

Todos os componentes pertencentes a CPU estão integrados em um único chip titulado microprocessador.

Intel e AMD são desenvolvedoras de microprocessadores.

Memória Cache: Atualmente, para melhorar o desempenho, os processadores possuem uma memória de velocidade maior comparada a memória RAM ou disco rígido, para arquivar os dados de maior utilização, evitando acessos constantes à memória.



  • Integrações:

As estruturas internas (UC, ULA, Registradores) interagem entre si. Podem se interagir externamente também, como por exemplo:

 1.Processador e memória

Trata simplesmente da transferência de dados entre CPU e memória principal;

 2.Processador e Entrada e Saída

Diz respeito à transferência de dados entre a CPU e um dispositivo de Entrada e Saída, como teclado, mouse, monitor, rede, impressora etc.;

 3.Processamento de Dados

São operações simplesmente de processamento dos dados, como operação aritmética ou lógica sobre os registradores da CPU;

 4.Controle

São instruções que servem para controlar os dispositivos do computador, como para ligar um periférico, iniciar uma operação do disco rígido, ou transferir um dado que acabou de chegar pela Internet para a Memória Principal;

5.Operações compostas

São operações que combinam uma ou mais instruções das outras em uma mesma operação.



Criptografia


  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage



Data Mining


  • Conceito:
    • Atualmente armazenamos uma enorme quantidade de dados diariamente, e a tendência é armazenarmos cada vez mais, pois, praticamente tudo que você faz gera dados, e estes podem ser comparados afim de proporcionar conhecimentos importantíssimos que são utilizados em diversas áreas, seja para motivos comerciais, de pesquisas, e desenvolvimento de organizações. Devido a complexidade para operadores humanos buscarem estes conhecimentos a partir de uma quantidade colossal de dados, foi desenvolvido as técnicas de mineração de dados, que através de métodos matemáticos (Equações, Algoritmos, Regressão Logística, Redes Neurais Artificiais, Machine Learning, entre outros), realiza o processo de obtenção de conhecimentos a partir da análise destes dados.


  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage



  • Referências Bibliográficas
 https://www.youtube.com/watch?v=R-sGvh6tI04
 https://link.springer.com/article/10.2165/00002018-200730070-00010 
 http://www.sourceinnovation.com.br/wiki/Pesquisa_de_Temas_Tecnológicos

DMA

  • Conceito:
    • O Direct Memory Access (DMA), também conhecido como Acesso Direto a Memória, é o nome dado à funcionalidade aplicada em certos hardwares que permite que eles tenham acesso à memória de um sistema sem precisar utilizar o processador do periférico. Por mais que pareça algo simples, essa funcionalidade pode ser considerada bastante útil, pois, ao resguardar o processador de mais uma tarefa, ela faz com que a comunicação entre o hardware e o sistema seja mais rápida e eficaz.



  • Funcionamento:
    • Para que essa tecnologia DMA seja realizada, é necessária a utilização de um controlador, conhecido como DMAC (Direct Memory Access Controller), que trabalha paralelo a CPU e é responsável pelo controle de todo o processo de leitura de dados com uma interferência bem pequena ou até nula da CPU. Existem 8 canais no DMA, sendo nomeados de 0 a 7. Os canais 0 a 3 são canais de 8 bits, e os de 4 a 7, 16 bits. A placa de som utiliza os canais 1 e 5, enquanto o canal 2 é destinado para drivers de disquetes, o 3 para portas paralelas e o canal 4 para a placa mãe, deixando os canais 0, 6 e 7 disponíveis. Segue abaixo uma tabela que mostra essa distribuição:
                                                        DMA 0:  Disponível
                                                        DMA 1:  Placa de Som
                                                        DMA 2:  Drivers de Disquetes
                                                        DMA 3:  Porta Paralela (Padrão ECP)
                                                        DMA 4:  Placa mãe
                                                        DMA 5:  Placa de Som
                                                        DMA 6:  Disponível
                                                        DMA 7:  Disponível



  • Estado da Arte:
    • Os canais de DMA são muito lentos, e, em decorrência disso, entraram em desuso desde a década de 90, sendo utilizados apenas por computadores de legado, tais como placas de som, portas paralelas (padrão ECP) e drivers de disquetes. Porém, como esses periféricos foram deixados de lado com o passar do tempo, os canais DMA tiveram o mesmo destino, mas ainda estão disponíveis nos computadores atuais.



  • Integrações:
    • Os canais DMA interagem com os processadores e sistemas computacionais em geral e com a CPU de um periférico, além de ter uma forte interação com o Arduino.




ERP


eXtreme Programming

  • Conceito
    • A eXteme Programming (Programação Extrema, em Português), também conhecida como XP, é uma metodologia ágil aplicada como processo de desenvolvimento de softwares. É, majoritariamente, atribuída a equipes de pequeno e médio porte, que baseiam seu trabalho em requisitos vagos e que se modificam rapidamente. Como características conceituais, a XP traz consigo um foco desenvolvimentista em sistemas orientados a objeto e em enquadramento de projeto incremental (ou iterativo), no qual o sistema começa a ser implementado logo no início e vai ganhando novas funcionalidades ao longo do tempo.



  • Classificação Metodológica e "Manifesto Ágil"
    • Em relação à classificação metodológica, como já mencionado, a eXtreme Programming se encaixa no grupo das metodologias ágeis e, por consequência, não se qualifica como metodologia tradicional. É importante ressaltar e esclarecer esse ponto, pois a definição e o funcionamento da XP são altamente ligados ao contexto histórico e ao surgimento das inovadoras metodologias ágeis. O marco principal desse contexto é nomeado como "Manifesto Ágil", pois, embora as práticas da XP já existisse desde 1996, foi somente cinco anos depois que seus líderes, através do manifesto, definiram seu conceito atualizado, formalizado e completo, composto pelas premissas originais de Kent Beck (criador da metodologia), incrementadas pelos valores do documento, eventualmente, redigido.
    • No ano de 2001, no resort Snowbird, nas montanhas nevadas do estado de Utah, EUA, foi realizada uma reunião que contou com a presença de 17 líderes da comunidade de métodos de desenvolvimento de software, como eXtreme Programming, Scrum e outros - na época denominados por métodos leves. Nessa reunião, foram observados pontos em comum, entre as ideias de Beck, Shwaber e Sutherland (criadores do Scrum), e outros desenvolvedores da área, fato que levou à decisão de documentar e registrar tais pontos, dados em quatro valores (filosofia) e doze princípios (prática), intitulados por "Manifesto Ágil". Esse movimento abriga e considera metodologias que propõem os seguintes valores:
      • Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas;
      • Software em funcionamento mais que documentação abrangente;
      • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;
      • Responder a mudanças mais que seguir um plano.


  • Procedimentos, Princípios e Práticas
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes da metodologia



  • Outras Metodologias Concorrentes
    • Algumas das principais metodologias concorrentes da XP são:
      • Scrum
        • No site Scrum.org, no Scrum Guide, seus criadores o definem e explicam sua funcionalidade.

"Scrum (n): Uma estrutura na qual as pessoas podem abordar problemas adaptativos complexos, entregando, de forma produtiva e criativa, produtos do mais alto valor possível.

Scrum é:

Peso leve Simples de entender Difícil de dominar

O Scrum é uma estrutura de processo que tem sido usada para gerenciar o trabalho em produtos complexos desde o início dos anos 90. O Scrum não é um processo, técnica ou método definitivo. Pelo contrário, é um quadro dentro do qual você pode empregar vários processos e técnicas. O Scrum deixa clara a eficácia relativa de seu gerenciamento de produtos e técnicas de trabalho para que você possa melhorar continuamente o produto, a equipe e o ambiente de trabalho.

O framework Scrum consiste em Scrum Teams e suas funções associadas, eventos, artefatos e regras. Cada componente dentro do framework atende a um propósito específico e é essencial para o sucesso e uso do Scrum.

As regras do Scrum unem as funções, eventos e artefatos, governando os relacionamentos e a interação entre eles. As regras do Scrum são descritas em todo o corpo deste documento.

Táticas específicas para usar o framework Scrum variam e são descritas em outros lugares."

      • MSF - Microsoft Solutions Framework
        • Definido pela Microsoft, "O Microsoft Solutions Framework (MSF) é uma abordagem adaptável que visa a entrega bem-sucedida de soluções de tecnologia com maior rapidez, número reduzido de pessoas e menor risco, possibilitando resultados de maior qualidade. O MSF ajuda as equipes a especificar diretamente as causas mais comuns de falhas em projetos de tecnologia, melhorando as taxas de sucesso, a qualidade da solução e o impacto nos negócios.
      • DSDM - Dynamic System Development Model
        • Segundo o site da Agile Bussiness Consortium, grupo que mantém a metodologia, "O DSDM é um método Ágil focado no ciclo de vida completo do projeto. O DSDM (formalmente conhecido como Método Dinâmico de Desenvolvimento de Sistemas) foi criado em 1994, depois que os gerentes de projeto que usam o RAD (Rapid Application Development) buscaram mais governança e disciplina nessa nova forma iterativa de trabalhar."
      • LSD - Lean Software Development
        • De acordo com o Lean Institute Brasil, "Trata-se de um corpo de conhecimento cuja essência é a capacidade de eliminar desperdícios continuamente e resolver problemas de maneira sistemática. Isso implica repensar a maneira como se lidera, gerencia e desenvolve pessoas. É através do pleno engajamento das pessoas envolvidas com o trabalho que se consegue vislumbrar oportunidades de melhoria e ganhos sustentáveis."



  • Criadores
    • Em 1996, o programador e consultor em T.I, Kent Beck, idealizou e introduziu as primeiras primeiras práticas da eXtreme Programming, que eram frutos de anos de experiência e trabalho em métodos leves, ao lado de seu parceiro Ward Cunningham. Na ocasião, a empresa Chrysler solicitou os serviços de Beck, para unificar quatro sistemas de softwares legado, com 20 anos de uso. O trabalho era um tanto complicado, pois a função do sistema era controlar a folha de pagamento de quase 86 mil funcionários da empresa. Para conseguir o objetivo, Kent não apenas avaliou e orientou diversas pessoas da grande equipe disponível, como distribuiu funções e dividiu, em pequenos grupos, o contingente de responsáveis pela tarefa, introduzindo, pela primeira vez, sua metodologia. No fim, com 14 meses de trabalho, o resultado foi um grande sucesso e a XP começou a ser adotada por diversos times de desenvolvimento pelo mundo.



Firewall


  • Conceito:

Com o passar dos anos e o desenvolvimento da tecnologia as pessoas começaram a armazenar dados em inúmeros dispositivos e a segurança deles se tornou algo imprescindível. Firewall foi criado com o intuito de ser uma ferramenta de proteção para computadores e redes, sendo baseado em hardware ou software, sendo a segunda opção o mais comum. Seguindo as regras e instruções ele impede que Malwares como, por exemplo, os vírus afetem o computador e ele continue funcionando normalmente.

  • Operação:

O Firewall determina quais operações de transmissão ou recepção de dados podem ser executadas, para isso ele é constituído de regras e instruções, como podemos ver no exemplo a seguir: ""(regra 1, ação 1)"" ""(regra 2, ação 2)"" ""(regra 3, ação 3)"" "" etc.""

Ao receber uma quantidade de dados, o firewall executa as regras na ordem ate encontrar uma que corresponde aos dados. Caso ele encontre ele poderá executar ações como aceitar pacote, encaminhar pacote e caso não encontre ele executará ações como recusar pacote, ignorar pacote. O firewall poderá ser configurado de diversas maneiras, alguns exemplos a seguir: -Bloquear totalmente o tráfico no computador ou rede, assim isola completamente o computador ou rede. -Criar uma regra para que o aplicativo aguarde autorização do Usuário ou administrador - Autorizar o tráfego de determinados tipos de dados e bloquear outros. Tipos de Firewall: -Filtragem de Pacotes (packet filtering): -Firewall de Aplicação (proxy services): -Inspeção de Dados (Stateful Inspection) Arquitetura dos Firewall; O modo como o Firewall é implementado, por possuir vários tipos ele consegue ser usado de diversas formas, alguns exemplos a seguir: -Arquitetura Dual-Homed Host -Screened Host -Screened Subnet

  • Benchmarking::

Cite alguns sistemas que fazem o mesmo ou próximo do que este faz

  • Desenvolvedores:

Informe que empresa, profissional ou instituição comercializa ou disponibiliza este software

Firmware

  • Conceito:Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
  • Funcionamento:Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia
  • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
  • Integrações:Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage
  • Referências: Informe aqui as fontes


Frameworks


  • Conceito:
    • Framework, palavra em inglês para estrutura, é um conjunto de classes inter-relacionadas, códigos-fonte, funções, técnicas e metodologias que facilitam o desenvolvimento de softwares. Em outras palavras, framework é como se fosse uma "fonte" de onde se pode desenvolver algo mais específico e complexo. A utilização dos frameworks está diretamente relacionada à economia de tempo que o mesmo providencia, já que o usuário não precisaria começar tudo do zero.



  • Operação:



  • Benchmarking:



  • Desenvolvedores:



IA



  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage



  • Referências:


IDE


  • Conceito:
    • IDE, do inglês, Integrated Development Environment, é definido como um ambiente de desenvolvimento integrado que reúne editor, compilador e depurador em um único software, com o objetivo de tornar o processo de codificação mais eficiente e produtivo.



  • Operação:
    • Descreva aqui como funciona a operação deste sistema



  • Benchmarking:
    • Cite alguns sistemas que fazem o mesmo ou próximo do que este faz



  • Desenvolvedores:
    • Informe que empresa, profissional ou instituição comercializa ou disponibiliza este software


Integração Contínua


  • Conceito:
    • Integração contínua consiste em uma prática de desenvolvimento que permite a disponibilização de uma interface a qual possui um código-fonte central, possibilitando adicionar novas partes ou alterações de algum código já integrado. Essa técnica visa a rapidez para disponibilização/atualização do software e simplifica a comunicação entre a equipe de desenvolvimento que não precisa estar no mesmo lugar para colaborar o projeto, além de facilitar a detecção e correção de bugs do conjunto.


  • Funcionamento:
    • O código-fonte(central) é disponibilizado em um ambiente onde permite a integração de novas partes de código para complementar a central e, durante o processo de adição, a central é capaz de testar se o código-fonte em conjunto ao código adicionado são compatíveis. Dependendo do ambiente, é possível parametrizar requisitos para a validação da nova adição.


  • Estado da Arte:
    • Existem serviços(centrais) pagos, exemplo: Amazon CodeBuild e GitHub; e serviços gratuitos opensource: TortoiseCVS e Apache Subversion. Os serviços gratuitos possuem a característica de serem OpenSource, permitindo que a ferramenta de repositório(central) seja evoluída assim como o projeto que utiliza a ferramente.


  • Integrações:
    • A integração contínua precisa de um repositório central que será hospedado em um ambiente que permite acesso de qualquer lugar de forma segura, logo será necessário internet e proteção para a conexão e compartilhamento de arquivos. O repositório central deve estar dotado de um controle de alterações, sistema de rollback(ponto de restauração) e automatização de testes.



Inteligência Cognitiva


IoT



  • Conceito:
    • "Internet das Coisas é um conceito em que o real e o virtual se conectam para criar um mundo mais inteligente em diferentes segmentos da sociedade." Renata Rampim.
    • A Internet of Things (IoT) ou Internet das Coisas é simplesmente conectar coisas na Internet, por ex. dispositivos, carros, prédios, uma casa, etc, utilizando hardwares com sensores e softwares, conectados numa rede na Internet, coletando e processando esses dados.
    • A IoT permite que objetos coletem dados e enviem para uma central e que sejam controlados remotamente pela Internet. Criando, assim, oportunidades entre o mundo físico e o digital.
    • Portanto, isso resulta em melhoria de eficiência e precisão de objetos, com impacto na economia, como economizar tempo e dinheiro usando IoT.



  • Funcionamento:
    • Precisa-se apenas de um hardware e um software, alguns casos são simples, outros mais complexos. O hardware que é a parte física, por ex. um Arduino, um Raspberry Pi, ou hardware proprietário. Já a parte de software que é a programação, em geral é usado C, C++ e Python.
    • É conectado alguns sensores no hardware, programa a leitura desses sensores para acionar algum botão e/ou motor, em seguida, esses dados são enviados a um servidor central e processados.



  • Estado da Arte:
    • Atualmente, estão surgindo muitos outros produtos de IoT em uma escala comercial, acessível a quase todos, por ex. o Nest, que foi comprado pelo Google, é um termostato inteligente que controla temperatura de ambientes, muito popular na América do Norte. O principal diferencial do Nest é um sensor de temperatura conectado a uma inteligência artificial, que lê a temperatura do ambiente e conforme regulado no uso do dia a dia, começa a configurar-se automaticamente.
    • Outro exemplo, é o Philips Hue que são lâmpadas Leds coloridas, colocadas num soquete normal de lâmpada e interligado a um Hub conectado à Internet, e a um App no smartphone consegue configurar a luz de toda a casa.
    • E também, tem os SmartThings, que transforma a casa em Smart Home, permite controlar remotamente objetos de toda casa, conectados e centralizados por um aplicativo de celular. Através de um Hub conectado à Internet e a todos os dispositivos nele, por ex. Philips Hue, fechadura digital, lâmpada, controlador de temperatura, sensor de presença, sensor de movimento, etc.



  • Integrações:
    • Inteligência Artificial, Machine Learning, Linguagens de Programação, Redes, Arduino, etc.


  • “Se você acha que a internet mudou a sua vida, pense novamente. A Internet das coisas está prestes a mudar tudo de novo!” — Brendan O’Brien, cofundador, Aria Systems



IPSec


  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage


Linguagens de Programação



  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
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Machine Learning


  • Conceito:
    • Machine Learning(ML) ou Aprendizado de Maquina(AM) é um subcampo de Inteligencia Artificial(IA) que busca fazer com que as maquinas possam agir e tomar decisões, dessa forma é preciso a utilização de uma programação mais flexíveis, pois as maquinas irão coletar os dados, analisa-los e então tomar alguma decisão ou realizar alguma ação, ou seja, não é preciso programar a maquina para realizar uma tarefa especifica, alem disso com o passar do tempo a maquina ira adquirir mais conhecimento tornando assim mais fácil operar ou tomar decisões quando encontrar novos dados.
    • Aprendizado de Maquina pode ser utilizado de varias formas, um exemplo comum e a filtração de dados onde a maquina ira olhar em um certo conjunto de dados e separá-los, por exemplo em emails decidindo quais são importantes e quais podem ser excluídos, outro exemplo é a utilização de Machine Learning para separar itens de acordo com outras visualizações do usuários que é um sistema utilizado por exemplo na Netflix e na Amazon.



  • Funcionamento:
    • Aprendizagem Supervisionada:
    • Aprendizagem Não Supervisionada:
      • Classificação:
      • Regressão:
      • Árvores de Decisão:
      • Modelo Gerador:
      • Modelos Condicionais:



  • Estado da Arte::
    • Uber:
    • Overwatch:
    • Google:



  • Integrações:
    • Aprendizado de Maquina tem ligação com varias tecnologia, por exemplo Deep Learning, IA, Big Data, Banco de Dados, Business Intelligence, Mineração de Dados, Estatísticas.



Memória RAM

  • Conceito:
    • A memória RAM (Random Access Memory - Memória de Acesso Aleatório) é um hardware de armazenamento randômico e volátil, que permite o acesso direto a qualquer um dos endereços disponíveis para o gerenciamento de dados e informações circunstancialmente com programas e softwares, e de forma bastante rápida, pois o processador não necessita procurar os dados diretamente do HD. Diferentemente da memória do HD, a RAM é uma memória que não armazena conteúdos permanentemente, uma vez que perde energia, as informações são apagadas. Comparando a uma analogia com a memória humana, ela funciona como a sua memória quando você precisa lembrar de um número de telefone para uma única ligação que ocorrerá em seguida. Você repete o número algumas vezes para lembrar imediatamente e digita-o no telefone e, rapidamente o esquece, pois não será necessário. A memória RAM faz isso, sem a necessidade de ficar repetindo os dados para si mesma, nem precisar digitar algo no telefone!



  • Funcionamento:
    • Quanto maior a memória RAM, maior sua capacidade, logo, maior seu fluxo de bits suportados. Para ter acesso a uma grande quantidade de memória no HD de uma só vez, é necessário uma grande quantidade de memória RAM. São estes, portanto, os megabites ou gigabites que aparecem nas configurações. As memórias desta índole podem ser dividas em estáticas e dinâmicas. As primeiras mantêm seu conteúdo inalterado desde que exista uma fonte de energia. As segundas, ao contrário, envolvem uma "leitura destrutiva", ou seja, a informação é perdida ao ser lida e para evitar isso deve-se restaurar os dados com uma operação de "refresco". A memória RAM é um chip semelhante a um micro-processador, composto por milhões de transistores e capacitores. O capacitor é uma peça capaz de armazenar elétrons. Quando ele está carregado, o sistema faz uma leitura com base no famoso código binário de “zeros e uns”. Cada leitura dessa em zero ou um significa um bit de informação. Essa leitura é feita de forma muito rápida, são muitas em poucos milésimos de segundos. É assim que a memória RAM processa todas as ações executadas pelo usuário.



  • Estado da Arte::
    • A DRAM (Memória de Acesso Aleatório Dinâmico) é o padrão de memória que perdura até hoje, mas para chegar aos atuais módulos, a história teve grandes reviravoltas. A partir da metade da década de 70, a memória DRAM foi definida como padrão mundial, dominando mais de 70% do mercado. Nesse ponto da história, a DRAM já havia evoluído consideravelmente e tinha os conceitos básicos que são usados nas memórias atuais. Enquanto os computadores evoluíram baseados nas memórias DIMM SDRAM, outros dispositivos aderiram a memórias alternativas. É o caso do Playstation 3, que aderiu à linha de memórias XDR DRAM. O padrão XDR é como se fosse um sucessor das antigas memórias baseadas no RIMM (também conhecida como memória Rambus DRAM). Atualmente, as memórias são do tipo SGRAM (RAM de sincronia gráfica). Todas elas são baseadas na memória RAM, mas têm certas diferenças.



  • Integrações:
    • A memória RAM é um componente essencial não apenas nos PCs, mas em qualquer tipo de computador. Por mais que exista espaço de armazenamento disponível, na forma de um HD ou memória flash. Processadores, placas mãe, discos rígidos, ventoinhas, placas de som são exemplos de tecnologias, metodologias e softwares que interagem com a memória RAM. A memória RAM, essencial no processamento e armazenamento dos seus programas, atuando em conjunto principalmente com o seu processador e seu HD.



Modelo Estruturado


Modelo Orientado a Objeto

  • Conceito:
    • O Modelo Orientado a Objetos é um paradigma de programação que busca aproximar o mundo real do virtual, para isso é usado o objeto, uma vez que o nosso mundo é composto de objetos. Os objetos se assemelham bastante ao conceito de objeto que temos no mundo real, possuindo atributos (características) e sendo capazes de executarem métodos (ações), o conceito de objetos será melhor abordado na secção "Funcionamento", logo após essa. As linguagens Orientadas a Objetos (baseadas no paradigma Orientado a Objetos) atuam como ferramentas para o desenvolvimento de softwares, esses que são utilizados nos mais diversos aparelhos, como computadores, smartphones, aparelhos domésticos, servidores e diversos outros. A Oracle, proprietária do Java (uma linguagem de programação Orientada a Objetos), afirma que mais de 3 bilhões de aparelhos utilizam Java, o que da uma boa dimensão do quanto o Modelo Orientado a Objetos esta difuso no mundo atual.



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
    • Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage



Modem


NoSQL


  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
    • Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes



  • Integrações:
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Plataformas

  • Conceito:
    • No mundo da computação, o conceito de Plataforma consiste em um ambiente capaz de prover infraestrutura, ferramentas, bibliotecas entre outros recursos a fim de suportar aplicações e outros serviços. As Plataformas podem se diferir de acordo com a finalidade à qual elas serão empregadas, dentre estas, podemos considerar plataformas que são responsáveis por prover um ambiente para a implantação de aplicações, fornecendo assim recursos e serviços para que estas aplicações sejam suportadas e possam ser colocadas em produção. Também podemos levar em conta plataformas que forneçam recursos para o desenvolvimento de aplicações, dentro deste conceito é possível notarmos a diferença entre uma Plataforma e um Framework, onde a principal diferença é que o Framework fornece apenas recursos de software para o desenvolvimento de aplicações, enquanto a plataforma também oferece recursos de Hardware, sendo assim é possível criar ambientes de testes e homologação dentro de uma plataforma a fim de simular situações reais.
    • Além de todas as características que foram citadas acima, podemos ressaltar também alguns pontos importantes que uma plataforma busca trazer, como, escalabilidade, que consiste em permitir que se cresça ou reduza o ambiente de acordo com as necessidades demandadas. Também podemos citar a disponibilidade, esta visa que o sistema esteja sempre acessível e provendo suas funções esperadas mesmo que ocorram falhas dentro do ambiente. Redundância, que consiste em termos um ambiente espelho pronto para assumir a função do ambiente principal caso algum problema ocorra. E por fim um ponto de muita importância que é a segurança e privacidade da informação manipulada. É imprescindível que as informações que são processadas dentro de um sistema sejam totalmente sigilosas, pois o vazamento ou perda delas pode impactar até no fim das atividades de uma empresa.


  • Funcionamento:
    • O funcionamento de uma plataforma é descrito basicamente de um conjunto de softwares que interligam com uma infraestrutura e podem ser configurados de acordo com protocolos e padrões adotados pela empresa que irá utilizar o recurso. Podemos evidenciar o protocolo SOAP que é muito utilizado quando falamos de plataformas, uma vez que ele é destinado a ambientes distribuídos. Além do SOAP existem outros protocolos que são utilizados de acordo com a complexidade do produto final que se espera inserir em uma plataforma, dentre estes padrões, podemos evidenciar o REST e JSON.



  • Estado da Arte::
    • Quando pensamos no conceito de Plataformas é inevitável que se leve em consideração os custos para se obter um ambientes que agrega tanto uma infraestrutura quanto um conjunto de softwares para prover serviços específicos. Em vista disso, novas tecnologias são criadas a fim de contemplar o conceito de Plataformas e uma delas são as Clouds. Com a utilização de Clouds é possível criar ambientes munidos de recursos de Hardware e Software de maneira muito mais barata e sem a necessidade de se preocupar com a alocação física de tais recursos. Quando uma Plataforma criada em cloud é disponibilizada para comercialização nos deparamos com o surgimento de um novo conceito dentro da computação, sendo este o conceito de PAAS (Platform as a Service).



  • Integrações:
    • Uma Plataforma pode ser interligada com diversas tecnologias, podemos evidenciar alguns exemplos como: Clouds, Protocolos de rede, IOT, Bancos de dados, etc.Basicamente uma Plataforma pode acabar por englobar quase todos os conceitos da computação, pois, de acordo com a finalidade que a mesma terá, ela irá abordar tecnologias dos mais variados tipos.



  • Referências:
    • MAGALHAES, Guilherme. Comparação entre Plataformas de Computação em Nuvem. Disponível na internet via [1]
    • SOUSA. Flávio. MOREIRA, Leonardo. Computação em Nuvem: Conceitos, Tecnologias, Aplicações e Desafios. Disponível na internet via [2]


Portas

  • Conceito:
    • Porta pode ser compreendido de três maneiras, uma de forma física (hardware), de forma lógica (dispositivos eletrônicos) ou em rede de computadores (software) que será abordado no texto. As portas no conceito de rede de computadores (software) tem como principal função o ponto final de uma transmissão de dados. O maior propósito é identificar o tipo de aplicação e processo no computador, fazendo que todos os dados que estão "entrando" em um desktop funcionem sem conflito, por exemplo, um programa de e-mail, um navegador, downloads via bittorrent e outros programas que geram informações. Hoje existem mais de 65000 portas, e uma das portas mais conhecida é a porta 80 que é a http, ou seja, paginas de internet, é por essa porta que "entram" as informações da Internet. É importante entender também que as portas estão diretamente ligadas ao IP da máquina, as informações chegam na máquina através do IP mas só são devidamente entregues em seus "pontos finais" em virtude das portas. Abaixo segue um LINK com um pouco mais de informação a respeito do assunto.

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=h70939yYgXM&t=1s


  • Funcionamento:
    • As portas possuem um número associado a um tipo de aplicação que quando adicionado ao IP, determina a aplicação que funciona em determinada máquina. Resumidamente, é possível chegar informações em uma determinada máquina através do IP dela, mas essas informações só conseguem ser corretamente direcionadas em suas devidas aplicações através das portas. Por exemplo, supondo uma máquina que após a conexão com a internet gerou um IP 200.130.20.8, todas as informações vão chegar na máquina através desse IP, porém, se não fosse a função das portas todas essas informações estariam completamente bagunçadas. Imaginando uma informação que chegou pelo google chrome, a porta que foi responsável por aquele tipo de informação (porta 80) agiu naquele dado e enviou para a aplicação correta. A porta sempre fica após o IP, no caso dessa informação ficaria: 200.130.20.8:80. Existem várias analogias a esse tipo de processo, um dos que chamam a atenção é a seguinte analogia: Imaginemos um funcionário em um prédio com vários andares e apartamentos, esse funcionário tem a função de entregar as correspondências para os moradores daquele prédio. As correspondências chegam na mão do funcionário, para isso, o correio deve possuir o endereço do prédio, o CEP, o número, cidade, bairro, enfim, uma variedade de informações (isso seria o IP da máquina), chegando as correspondências na mão do funcionário agora ele tem o dever de entregar cada correspondência em seu devido apartamento, isso só sera possível se ele tiver o nome de cada correspondência ligado ao apartamento (isso seria a porta), com o nome da pessoal da correspondência e o apartamento ele pode entregar para a pessoa a correspondência dela.



  • Estado da Arte::
    • Esse tipo de software pode ser considerado padrão em computadores, sendo difícil de se tratar sobre alguma função que evoluiu ou anda evoluindo em relação as portas. Portanto, não tratarei sobre o estado da arte em relação as portas.



  • Integrações:
    • Como dito anteriormente, as portas estão completamente ligadas ao valor do IP (Internet Protocol ou Protocolo da Internet), sem o valor do IP não existira função para as portas, pois as informações nem chegariam na máquina. Um diagrama que podemos adotar seria:

Máquina -> Internet -> IP -> Informações -> Porta -> Aplicação

Protocolos

  • Conceito:
    • Conjunto de regras que permite a conexão, comunicação e transferência de dados entre dois sistemas computacionais, sendo implementados pelo hardware,

software, ou pela combinação de ambos.


  • Funcionamento:
    • Com base no modelo OSI (Open System Interconnection) que divide as redes de computadores em 7 camadas (Em ordem decrescente: Application > Presentation > Session > Transport > Network > Data Link > Physical), os protocolos estão divididos, associados e atuando em cada uma dessas camadas. Dentre suas principais funções estão a especificação clara do ponto de destino de mensagens e dados, estabelecimento de conexão entre a fonte e o destino, controle de fluxo e de erros, retransmissão de dados, e confirmação da recepção destes dados. Os protocolos são divididos em dois tipos principais: Abertos (Podem se comunicar com outros protocolos independente da plataforma (Windows, Linux, e etc) e Proprietários (Comunicam-se apenas com uma plataforma padrão), e executam dois tipos de serviços diferentes: Orientados á conexão (Ocorre o processo de handshaking, que confere se os pacotes de dados serão enviados e recebidos com segurança e sem perdas) e os Não Orientados á conexão (Onde não há handshaking, e portanto, não há garantia da chegada de todos os pacotes de dados). Apenas protocolos mais simples são executados de maneira independente, com a maioria deles sendo executadas em duplas ou conjuntos maiores, formando as chamadas "Pilhas de Protocolos". A pilha de protocolos mais conhecida é chamada TCP/IP, cujo nome é derivado dos protocolos Transmission Control Protocol (que em português é literalmente Protocolo de Controle de Transmissão) e IP (Internet Protocol, o Protocolo da Internet). Essa pilha, por sua vez, segue um modelo próprio de 4 camadas (Application > Transport > Web > Interface) e é formada pela sequência dos protocolos HTTP, FTP, ARP, ICMP, IP, TCP, UDP, SMTP, Telnet e NNTP.


  • Estado de Arte e Integrações:
    • Os protocolos são fundamentais, indispensáveis e insubstituíveis se tratando de rede e comunicação de sistemas e computadores modernos, estando integrados em todas as áreas das tecnologia de informação.


PWA


RA


  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte::
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Raspberry

  • Conceito:
    • O Raspberry Pi é basicamente um micro-computador, que pode ser conectado, assim como um computador, a um monitor/TV, junto de periféricos, e utilizado da forma que o usuário quiser. Muito utilizada para aqueles que querem possuir uma Smart-TV, porem não querem adquirir a mesma. Neste caso, é comum a utilização de um Raspberry ou algum variante do mesmo.
    • Ele é pequeno, fácil de usar e possui diversas funcionalidades. Alem disso, também existem vários projetos variados que utilizam essa tecnologia, como os ligados à robótica e automação por exemplo.



  • Funcionamento:
    • A estrutura do Raspberry é muito similar a de um computador, com Chip, CPU, Memória Ram, GPU, Wireless e Bluetooth. Apenas ligando em uma fonte de energia e os periféricos básicos, ele já vem integrado com um S.O. próprio chamado Raspbian, baseado em Debian (Linux).
    • A partir disso, é possível criar ilimitadas possibilidades de sua utilização, desde a transformação de uma TV em Smart-TV, até incríveis automações.



  • Estado da Arte::
    • A última versão do Raspberry, é o Raspberry Pi 3 lançado no dia 29 de fevereiro de 2016. Este é o primeiro modelo que utiliza um Chip Broadcom BCM2837 que contem um processador 1.2GHz 64-bit quad-core ARMv8 CPU, 1 GB de RAM e Bluetooth 4.1.
    • Atualmente o Raspberry possui seu sistema operacional oficial, chamado Raspbian, entretanto este também é compatível com sistemas operativos baseados em GNU/Linux e Windows 10 IoT versão gratuita e adaptada para IoT.
    • A partir deste ultimo modelo, ainda são criadas inúmeras variedades de utilização da tecnologia, como robôs e ate mesmo video-games, como por exemplo, a versão miniatura do Nintendo 64.


  • Integrações:
    • O Raspberry possui relação com o famoso Arduino, sendo também muito utilizado na área da robótica. Entretanto, o Raspberry tenta ser bem mais moderno, com suas pré-instaladas portas de acesso USB, saídas de vídeo e entre várias, isso porque ele tenta ser um computador pessoal barato e simples, diferente do Arduino. Porem eles possuem uma grande relação, o Raspberry teve suas raízes no mesmo microcontrolador que o Arduino utiliza, o ATmega.



Redes de Computadores


  • Conceito:
    • Uma rede de computadores pode ser definida como dois ou mais computadores conectados, por estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos),de forma que possam compartilhar informações entre si. Elas são projetadas com o objetivo de compartilharem recursos de hardware e software e viabilizar a troca de informações entre os seus usuários. Os meios mais comuns para a transmissão dos dados são por cabos, via satélite e redes sem fio (wireless).



  • Funcionamento:
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  • Integrações:
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Redes Neurais


  • Conceito:
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Roteador


Satélite


Scrum


Sistema embarcado

  • Conceito:

Um sistema embarcado é um sistema no qual o computador é exclusivamente dedicado ao dispositivo ou sistema que ele controla. Diferentemente dos computadores convencionais , um sistema embarcado realiza tarefas predefinidas , com requisitos específicos, assim através da engenharia é possível otimizar um projeto, reduzindo custos , tamanho , entre outros.

Portanto, sistemas embarcados são desenvolvidos para realizar uma tarefa unica, específica para uma determinada situação ou processo. O software escrito para sistemas embarcados é muitas vezes chamado firmware, e armazenado em uma memória ROM ou memória flash ao invés de um disco rígido. Por vezes o sistema também é executado com recursos computacionais limitados: sem teclado, sem tela e com pouca memória. Todos estes fatores também podem ser traduzidos em custo reduzido.

  • Funcionamento:

Existem dois modos de funcionamento do sistema embarcado , que por sua vez são determinantes para saber como programar e como será o comportamento na aplicação para o qual foi desenhado.

Reativo: o funcionamento se dá como resposta a eventos externos, que podem ser periódicos (caso de sistemas rotacionais ou de controles de loop) ou assíncronos (pressionamento de um botão por parte do usuário).Existe uma necessidade de entrada de dados para que aconteçam as ações de funcionamento.

Controle em tempo real: existem limites de tempo para executar cada tarefa (leitura de sensor, emissão de sinais para um atuador, atualização de display, etc.). Por isso mesmo, nem sempre tempo real é igual ao modo mais rápido de executar uma tarefa. Estes modo de operação, por serem cíclicos, não dependem da entrada se sinais para executar as atividades, sendo capaz de tomar decisões referentes a ausência dos mesmo.

  • Estado da Arte:

Exemplo de aplicações: Computadores de bordo automotivos, Smartphones , Sistemas de controle de acesso biométrico, Controle de temperatura de ar-condicionado, Impressoras, Equipamentos de rede, Equipamentos portáteis de medição, Sistemas de monitoramento médico. A evolução mais recente é o desenvolvimento de aplicações embarcadas para chip. Uma evolução ainda mais poderosa deste conceito é o PSoC (Programmable System on Chip), um microcontrolador fabricado pela Cypress. um CI que estará customizado para uma determinada aplicação. Pode ser dizer que cada usuário será capaz de montar seu sistema embarcado, com as características necessárias ao seu projeto.

  • Integrações:

Os sistemas Embarcados dependem do quão avançada está a tecnologia, pois o tamanho e peso são fatores decisivos na competitividade do produto. Além disso, durante o desenvolvimento de um sistema embarcado é necessária a análise do ambiente ao qual o sistema ficará exposto, ou seja , a robustez do equipamento interfere diretamente em seu desempenho.

SO


  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
    • Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia



  • Estado da Arte:
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  • Integrações:
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Sockets


Speech Recognition


SQL

  • Conceito:
    • SQL é a sigla para Structured Query Language, ou, em português, Linguagem de Consulta Estruturada. Suas utilizações incluem consulta selecionada e modificações (como deleção, inclusão ou atualização) de dados, principalmente em Bancos de Dados estruturais.
  • Funcionamento:
    • SQL oferece grande flexibilidade ao usuário na manipulação de bancos de dados. Normalmente é executado através de uma interface que permite inserção de linha de comando, a qual utiliza cláusulas pré-determinadas para execução de suas ações. As cláusulas básicas de suas ações são SELECT para consulta, UPDATE para atualização, DELETE para exclusão e INSERT para inclusão de dados.
    • Cada uma das cláusulas possui as suas normas de sintaxe para seleção de quais tabelas terão seus dados atualizados, quais campos dessas tabelas serão selecionados e há, inclusive, possibilidade de utilização de ordenação específica dos dados.
  • Estado da Arte:
    • Devido à grande popularização de sua utilização, em 1986 foi necessária padronização pela International Organization for Standardization (ISO) e o American National Standards Institute (ANSI). Desde então, 8 revisões dessa padronização já foram feitas por esses órgãos, realizadas a intervalos médios de aproximadamente 4 anos, sendo a mais atual a SQL:2016.
  • Integrações:
    • Para utilização do SQL é necessário um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD), com os quais é possível integrar os Bancos de Dados a sistemas dos mais diversos como Java, Web, dentre outros, organizando sistemas de forma multi-camadas para manipulação de grandes quantidades de informação.


Virtualização


Web

(esboço) Tecnologia

  • Conceito:
    • Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada



  • Funcionamento:
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Webservice


  • Conceito:
    • É uma solução que permite a integração de sistemas e comunicação entre aplicações, possibilitando que novas aplicações consigam "conversar" de forma compatível com sistemas existentes e que foram desenvolvidos em plataformas diferentes.
    • Para as empresas o Web Service pode trazer agilidade para os processos e eficiência na comunicação entre cadeias de produção. Toda e qualquer comunicação entre sistemas passa a ser dinâmica, rápida e segura, pois não há intervenção humana.


  • Funcionamento:
    • O Web Service faz com que os recursos da aplicação estejam disponiveis sobre a rede de forma normalizada. Em outras palavras o Web Service permite a chamada de tarefas simples ou complexas mesmo que as duas aplicações estejam em diferentes sistemas e escritas em linguagens diferentes.