Evolução na profissão
Graduação em engenharia da computação na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), curso no ramo da engenharia que lida com a realização de projeto e construção de computadores e de sistemas que integram hardware e software, viabilizando a produção de novas máquinas e de equipamentos computacionais para serem utilizados em diversos setores.
Participou no total de 5 maratonas entre os anos de 2014 a 2015. Iniciou sua carreira na Algar como estagiário realizando pequenas funções. No início do ano de 2016 encerrou seu contrato como estagiário na Algar e iniciou estagio na Martins como analista, onde teve seu primeiro contato com a profissão. No final do ano foi contratado como Analista de Sistemas na mesma empresa onde exerce a função até hoje.
Descrição da atividade atual
Especificação de sistemas com o objetivo em compreender o que deve ser feito e o que se espera receber como resultado.
Homologação de sistemas, comprovação pelo cliente e demais partes interessadas, de que o produto resultante do projeto de software atende aos critérios de aceite previamente estabelecidos com o cliente.
Mapear processos, garantir a funcionalidade dos sistemas utilizados, planejar e realizar atualizações de softwares, desenvolver e implantar sistemas, atuar como facilitador entre usuários e desenvolvedores, analisar o impacto e custo das mudanças em TI, sugerir soluções que tragam inovação, aperfeiçoar a capacidade de gerar produtos e serviços, elaborar documentos referentes aos sistemas e participar de reuniões, entre outras tarefas.
Requisitos mínimos para exercer a profissão
Graduação na área de tecnologia, principalmente nos cursos Sistema de informação, Ciência da computação ou Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Deve ter grande capacidade de resolução de problemas, capacidade analítica, raciocínio lógico, conhecimento do comportamento do usuário e comprometimento para lidar com projetos. Organização e responsabilidade são essenciais para saber gerar relatórios e produzir documentação de sistemas existentes ou implantados, para controle interno da empresa e de futuros usuários. Conhecimento avançado em banco de dados, inglês e lógica de programação também são requisitos comuns. Outras características desejáveis são o bom relacionamento interpessoal, para poder se comunicar de forma a entender as necessidades dos usuários, e liderança, para poder gerenciar outros desenvolvedores e analistas em projetos.
Ferramentas usadas no dia-a-dia
PO é um funcionário da empresa de desenvolvimento, fica alocado nela, mas conhece o negócio bem para desempenhar sua função e representa cliente e os interesses dele no produto. Ele é o funcionário da empresa de desenvolvimento, que fica alocado no cliente, mantém contato com o time ágil e SM através do Skype (ou qualquer ferramente de comunicação que permita conferência), e se reunia com a equipe presencialmente em momentos muito necessários, como durante a reunião para planejar um sprint com histórias complexas, etc. Já conhece bem o negócio, e toca o barco normalmente.
A única coisa que ainda não vi é o PO ser funcionário da empresa contratante, e ficar 100% alocado nas dependências do contratante e nunca reunir com o time ágil, nem comunicar de forma eficiente, ficar só na troca de e-mail por exemplo. Embora creio que com organização, disciplina e comunicação sólida o suficiente isso funcionaria sem problema algum. Exemplo disso são times ágeis formados por pessoas em cidades/países diferentes que funcionam mesmo assim.
Resumindo, acho que não existe regra definidora, uma coisa muito comum é o paradigma ágil ser adaptado para se encaixar no formato que a empresa precisa ou melhor irá atendê-la. Não é requisito para que um time ágil de desenvolvimento seja eficiente, tenha que seguir tudo à risca.
O PO deve ter passado pelo menos por alguns cargos de desenvolvimento e analista de dados, para conhecer um pouco sobre os prazos, necessidades e esquemas de serviços. Assim, direcionará com agilidade as equipes e passará prazos aproximados e certeiros aos seus clientes.
Tecnologias envolvidas
Durante seu estágio na Martins – empresa atacadista de Uberlândia, usou algumas linguagens de programação sendo elas; Visual Basic e .NET. Teve contato também com banco de dados usando assim a linguagem apropriada para a construção de bancos na ferramenta Oracle, uma vez que algumas funções não são aceitas em outros instrumentos de construção de banco. Por fim usou o bootstrap que é uma ferramenta gratuita para desenvolvimento HTML, CSS e JS e também um framework chamado API Restful que tem a capacidade de determinado sistema aplicar os princípios de REST.
Ética profissional
Compromisso e responsabilidade com a empresa onde se trabalha sobre os aspectos de segurança, privacidade e interesses econômicos.
Exemplo de resultado tangível
Um resultado de sua pequena experiência profissional pode ser notado com a criação da Wiki Martins. A Wiki Martins é uma plataforma de compartilhamento de conhecimento, onde quem é mais experiente pode ajudar os mais novos na empresa fazendo assim com que aquele conhecimento nunca se perca. E também é uma simples e inteligente de fazer com que os funcionários novatos entendam o sistema com mais facilidade, logo o tempo que demandaria para entender todo o funcionamento do sistema poderá ser usado para realizar novas tarefas na empresa, aumentando assim sua produção.
Upload da apresentação
Disponibilizar, aqui, a apresentação do profissional após sua palestra, presencial ou vídeo.