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Revisão de 12h12min de 12 de março de 2011 por Lclaudio (discussão | contribs) (Criou página com ''''Dicas de Seth Gondin:''' * Use títulos: nada melhor para chamar a atenção para um texto que um título sugestivo, engraçado ou misterioso. Use-os também como forma de di...')
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Dicas de Seth Gondin:

  • Use títulos: nada melhor para chamar a atenção para um texto que um título sugestivo, engraçado ou misterioso. Use-os também como forma de dividir o texto em seções menores e mais palatáveis para os apressados leitores dos dias de hoje;
  • Lembre-se que as pessoas têm escolhas, se o seu texto não for ágil, enxuto e fácil de ler o público vai embora;
  • Sirva em conta-gotas – você não precisa nem deve escrever tudo de uma vez. É melhor escrever pouco várias vezes ao dia do que publicar um tratado por semana. Escrevendo em pequenos capítulos você terá sempre um site com alguma novidade;
  • Não tenha medo de links que levem o leitor para longe de você em outros sites interessantes. Se ele achar que a experiência que você proporcionou foi divertida ou enriquecedora ele vai retornar ao seu blog atrás de mais dicas;
  • Links e fotos são divertidos mas é bom que, vez por outra, você tenha algo relevante para dizer, como algum insight ou algum olhar pessoal sobre o mundo;
  • Corte as partes chatas: desenvolva a sensibilidade para descobrir quais partes de seu próprio texto você pularia. Provavelmente o leitor também faria o mesmo. Se é uma parte essencial, então está mal escrita. Logo: se estiver mal escrita, reescreva; se não for essencial, corte.
  • Corte as palavras desnecessárias: não afirme nunca que uma coisa é interessante ao seu leitor. Se for interessante de fato, o seu leitor é inteligente o suficiente para perceber isso. O mesmo vale para outros adjetivos, advérbios e afins. Um substantivo bem colocado vale muito mais que tais categorias gramaticais. (Agora leia com as palavras cortadas e perceba como faz sentido).
  • Escreva com paixão: se você não estiver interessado no que você escreve, quem estará?
  • Desenhe com palavras: não afirme que uma coisa é interessante ou importante. Dê os dados necessários para que o leitor descubra isso sozinho. Não diga que o luar é bonito: explique como ele atravessa a vidraça, abraça a madeira dos móveis e projeta uma luz levemente azul, sem calor, na parede branca como se fosse a tela de um filme prestes a começar.
  • Escreva simples: as artes japonesas são boas nisso. Hai-kais são curtos e conseguem desenhar cenas inteiras. Samurais resolviam lutas complexas com poucos golpes de espada. Diga o necessário, diga rápido, diga tudo.
  • Escreva sobre o que você sabe e sobre o que você quer saber: a primeira parte dessa afirmativa diz respeito à especialização. Se você é uma autoridade em um assunto, seu texto vai fluir melhor e transmitir domínio. A segunda parte diz respeito ao desejo dessa autoridade onde se deseja aprender mais sobre o assunto. Escrever sobre dúvidas costuma levar a mais conhecimento, mais autoridade e, conseqüentemente, a um melhor texto.
  • Seja único: ouse experimentar novos estilos. Seguindo o que já deu certo, você corre o risco de repetir fórmulas.