Escopo
Este projeto tem o objetivo de desenvolver uma solução que resolva a questão do canal de retorno para a tecnologia de TV Digital. Como sabemos, a TV Digital trouxe duas novidades básicas: a alta qualidade da imagem e a interatividade.
A qualidade ja está presente nos lares dos usuários que adquiriram TVs com essa características porém a interatividade ainda não e efetivamente usada porque o usuário precisa ter um equipamento (middleware) que integra o dispositivo com o aplicativo.
Nessa linha, é necessário criar uma comunicação entre a casa do telespectador e a operadora de TV. A proposta deste projeto e implementar este caminho que permitirá as operadoras liberarem serviços de interatividade quando os aparelhos chegarem no mercado.
Etapas
- Aplicações e suas respectivas plataformas NCL/LUA GINGA/JAVA
- Enquete para TV, dispositivos móveis e portáteis
- Tipos de dispositivos Dispositivos Físicos
- Forma de conexões, ADSL, USB, WI-FI, Wimax, Dial-Up
Projeto
Normas
Normas da TV Digital "Referências sobre Interatividade"
Reuniões
TV Interativa - 15/03/11
TV Interativa - 23/03/11
TV Interativa - 12/04/11
TV Interativa - 13/04/11
TV Interativa - 25/04/11
TV Interativa - 08/06/11
Gestão do Conhecimento
Resumo da leitura
O Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) tem como principal objetivo implantar uma plataforma tecnológica digital baseada em televisão que promova a inclusão social por meio do acesso à informação. No Brasil, a televisão é a tecnologia mais difundida depois do rádio, estando presente em 90% das residências brasileiras. Assim sendo, o SBTVD será um instrumento de inclusão digital para uma grande parte da população. Tal feito será realizado graças a interatividade, um dos serviços oferecidos pela TV Digital. Porém, para que essa interatividade seja estabelecida é necessário um meio de comunicação que ligue o usuário ao provedor de serviço de interatividade: o Canal de Retorno.
Para a escolha do sistema de TV Digital no qual o SBTVD se basearia, três sistemas foram analisados. O sistema norte americano, ATSC (Advanced Television Systems Committee), que prioriza a alta qualidade de imagem e som; o sistema japonês, ISDB (Integrated Services Digital Broadcast), que prima pela mobilidade; e o sistema europeu, DVB (Digital Video Broadcasting), que dá prioridade a uma gama de canais mais variada. Depois de vários estudos, foi escolhido para o sistema brasileiro o padrão ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcast Terrestrial).
O grande problema a ser enfrentado agora é o de que em nenhum dos padrões apontados apresenta uma solução para a interatividade como a que é requerida no SBTVD, que servirá de porta de entrada para o mundo digital para grande parte da população brasileira. Pensando nisso, foi desenvolvido o middleware GINGA, que provê a comunicação dos aplicativos do SBTVD com o dispositivos. Porém uma parte muito importante ainda não foi definida, que é o Canal de Retorno. Sem ele, não há comunicação do usuário com a emissora e, portanto, não há interatividade.
Pensando nisso, vários estudiosos elaboraram trabalhos listando possíveis tecnologias, suas vantagens e desvantagens para adoção como Canal de Retorno do SBTVD. Algumas dessas tecnologias serão citadas a seguir:
Soluções atuais para Canal de Retorno na TV Digital