FAQ 01

  1. . Por que o SWEBOK pode ser considerado um mapa do conhecimento da Engenharia de Software?
  2. . Quais são os três grandes grupos de áreas de conhecimento no SWEBOK v4?
  3. . Qual é a importância de organizar o conhecimento em áreas no SWEBOK?
  4. . O que são protocolos e como se relacionam com padrões?
  5. . Por que linguagens como HTML, SQL, Python e dentre outras são adotadas como padrão técnico?
  6. . A adoção de padrões limita a inovação?
  7. . Por que o SWEBOK pode ser considerado um mapa do conhecimento da Engenharia de Software?
  8. . Quais são os três grandes grupos de áreas de conhecimento no SWEBOK v4?
  9. . Qual é a importância de organizar o conhecimento em áreas no SWEBOK?
  10. . Quais foram os principais fatores de mercado e tecnologia que motivaram a evolução do SWEBOK para a versão 4.0?
  11. . Como a distinção de arquitetura, operações e segurança impacta o trabalho e a formação do engenheiro de software?
  12. . Quais estratégias podem ser adotadas pela academia e indústria para implementar de forma efetiva as novas áreas do SWEBOK em suas rotinas e currículos?
  13. . De que forma a consolidação desses novos escopos contribui para a qualidade e segurança dos produtos de software?
  14. . Como a atualização do SWEBOK V4 contribui para melhorar a clareza, a legibilidade e a usabilidade do guia em comparação às versões anteriores?
  15. . De que forma a V4 promove maior alinhamento entre a Engenharia de Software e as práticas contemporâneas do mercado, como Agile, DevOps e tecnologias emergentes?
  16. . Por que a padronização de conceitos e a unificação da terminologia são consideradas benefícios fundamentais da nova versão?


FAQ02

  1. . Qual o principal fator de fracasso em projetos de software?
  2. . Por que a estabilidade dos requisitos é crucial?
  3. . O que é um Requisito Não Funcional negligenciado?
  4. . Qual o impacto de um RNF negligenciado em um sistema crítico?
  5. . Como deve ser tratado o conflito entre RFs e RNFs?



FAQ03

  1. O custo de correção de um erro tende a ser maior na fase de requisitos ou na fase de construção?
  2. . Qual é a diferença fundamental entre Requisitos Funcionais e Não-Funcionais para a equipe de desenvolvimento?
  3. . Por que a Matriz de Rastreabilidade é considerada uma ferramenta técnica essencial para lidar com mudanças durante a codificação?
  4. . Posso aplicar apenas os elementos táticos do DDD sem passar pelo design estratégico?
  5. . Ser orientado à eventos é necessário para implementar DDD?
  6. . O CQRS é complementar ao DDD?
  7. . Por que é fundamental para a arquitetura que o Model não saiba da existência da View ou da ViewModel?
  8. . Qual é a principal característica técnica que diferencia o MVVM de padrões anteriores (como o MVP) no que diz respeito à forma como a interface (View) recebe e exibe as atualizações de dados?
  9. . Por que é mais fácil escrever testes para a ViewModel do que testar lógicas que estivessem escritas diretamente no código da View?
  10. . Cite uma situação onde não é interessante aplicar o TDD?
  11. . No final das contas, compensa aplicar o TDD visto que exige um percentual razoável de tempo para criar os testes?
  12. . Por que podemos afirmar que o TDD é uma forma limpa e previsível de desenvolver códigos limpos?



FAQ04

  1. . Considerando a diferença entre teste (execução dinâmica) e inspeção (análise estática), por que o SWEBOK e o XP defendem que a inspeção deve ser feita o mais cedo possível, se a detecção precoce do erro reduz o custo de correção?
  2. . Como o conceito de tolerância a falhas (propriedade da confiabilidade) se relaciona com os tipos de teste, e qual tipo de teste específico seria mais apropriado para validar o fallback (reversão automática) de um sistema após a falha de um microserviço de pagamento?
  3. . Para um sistema de microsserviços, onde a métrica fan-out pode ser alta, qual a importância relativa dos testes unitários versus os testes de integração para garantir a analisabilidade e a modificabilidade do sistema?
  4. . Qual a principal diferença entre os testes de Caixa Preta (Black Box) e Caixa Branca(White Box) em relação ao conhecimento que o testador tem sobre o código-fonte?
  5. . Segundo a abordagem híbrida de Caixa Cinza (Gray Box), por que é útil ter acesso parcial à documentação ou banco de dados, mesmo quando se está testando a interface do usuário?
  6. . Por que, na prática, é quase impossível realizar um teste de Caixa Branca que cubra 100% de todos os caminhos possíveis do código, e como as técnicas de Caixa Preta ajudam a resolver esse problema de "o que testar"?
  7. . À medida que ferramentas de geração automática de código e sistemas de inteligência artificial passam a participar ativamente do ciclo de desenvolvimento, como equilibrar a busca por maior velocidade de entrega com a necessidade de controlar a dívida técnica e garantir que a manutenção futura não se torne inviável, especialmente em sistemas de larga escala?
  8. . Em arquiteturas baseadas em microserviços e infraestrutura em nuvem, nas quais o número de componentes e integrações cresce continuamente, até que ponto é justificável investir em grandes iniciativas de reengenharia para reduzir complexidade estrutural e consumo de recursos, frente à pressão constante por novas funcionalidades e por ciclos de entrega cada vez mais curtos?
  9. . Em sistemas legados críticos para a sociedade, como os usados em saúde pública, justiça ou infraestrutura energética, como decidir, de forma ética e transparente, entre manter uma solução tecnicamente obsoleta porém estável no curto prazo e realizar intervenções profundas de modernização que introduzem riscos imediatos, mas podem ser essenciais para reduzir vulnerabilidades e evitar falhas catastróficas no futuro?
  10. . Quais os profissionais envolvidos na execução do teste de regressão durante o desenvolvimento do software ?
  11. . Considerando que um erro de arquitetura foi introduzido logo no início do desenvolvimento, em qual dos dois modelos, cascata e incremental, o custo financeiro e de esforço para corrigir esse erro de regressão seria maior?
  12. . Como as LLMs(Large Language Models) auxuliam os profissionais na execução dos testes de regressão


FAQ05

  1. . Existe métrica perfeita?
  2. . Por que é importante alinhar métricas aos objetivos estratégicos?
  3. . Toda métrica precisa ter um alvo numérico?
  4. . Quais são os quatro pilares da Gerência de Engenharia de Software apresentados no texto? Por que o fator humano é considerado o mais crítico?
  5. . Segundo o texto, o que caracteriza o "scope creep"e por que ele é prejudicial ao desenvolvimento de um projeto de software?
  6. . De acordo com o paradigma Goal/Question/Metric (GQM), qual é a sequência correta para a definição de métricas e por que essa abordagem evita o mau uso de dados?
  7. . O que significa "congelar" os artefatos em uma baseline e por que esse processo é fundamental para garantir a rastreabilidade e a estabilidade do código?
  8. . De que maneira a ausência de baselines aprovadas contribui para o "Scope Creep"(aumento descontrolado do escopo) e para o problema de inconsistência entre ambientes de desenvolvimento?
  9. . Qual é a função do CCB (Comitê de Controle de Configuração) na manutenção de uma baseline e por que a intervenção humana é necessária mesmo com o uso de ferramentas de versionamento como o Git?
  10. . Quais são os quatro pilares da Gerência de Engenharia de Software apresentados no texto? Por que o fator humano é considerado o mais crítico?
  11. . Segundo o texto, o que caracteriza o "scope creep"e por que ele é prejudicial ao desenvolvimento de um projeto de software?
  12. . De acordo com o paradigma Goal/Question/Metric (GQM), qual é a sequência correta para a definição de métricas e por que essa abordagem evita o mau uso de dados?