- Putting Home Users in Charge of their Network
- {yiannisy,huangty,yapkke,skatti,nickm,rameshj}@stanford.edu
- Arquivo:Putting Home Users in Charge of their Network.pdf
- Resumo:
- Õrgãos definidores de políticas, ISPs e provedores de conteúdo estão envolvidos num debate sobre quem pode controlar o tráfego de Internet que flui entre nossas residências
- Existe um argumento que o usuário, não o ISP ou o provedor de conteúdo, é que poderia decidir como o tráfego é priorizado para e da casa do usuaŕio.
- Usuários residenciais sabem mais sobre suas preferências, e se eles podem expressar isto de forma adequada para o ISP então, ambos, usuários e ISP estão alinhados.
- Introdução:
- Redes domésticas são essencialmente parte da família moderna e como o número de dispositivos conectados e aplicações cresce assustadoramente, é obrigatórioa uma melhor qualidade da conexão.
- Sempre confiamos que a rede deverá ser rápida, 100% disponível, confiável e responsiva.
- Inovações como video streaming, video chat, VoIP, jogos e backup na nuvem tem invadido as residências e a rede não pode parar
- Em 12 meses, pode-se perceber um aumento no tráfego em nossas casas de 50% (7.0 GB por mês para 10.3 GB) mas também se constata que a conexão da última milha frequentemente causa congestionamento e frustrantes experiências ao usuários mesmo com os ISPs disponibilizando cada vez mais banda.
- Atualmente, muitos ISPs estão introduzindo planos de controle de dados controversos que bloqueiam aplicativos com uso intenso de tráfego. Isto tem provocado um intenso debate e os medo de que os ISPs tentem restringir as aplicações que utilizamos.
- Uma proposta é colocar o usuário no controle e não o ISP pois este é o único a saber as aplicações que eles preferem. Dessa forma, ao invés da abordagem "one size fits all", propõe-se que o usuário possa escolher a prioridade relativa de suas aplicações, e indicar a sua preferência para o ISP, que, por usa vez, aplica esta preferência.
- Alguns métodos disponíveis como RSVP podem ser usados mas pode-se ir um passo além e explorar tendências recentes na rede que o tornam ainda mais fácil para os ISPs terem um controle mais programático sobre suas redes facilitando assim a implementação do desejo do usuário.
- Este trabalho defende a idéia de que a escolha do usuário deve orientar a gestão da rede de tráfego, não só no interior da residência, mas também dentro do ISP.
- Argumentamos que o provisionamento de rede orientada ao usuário, não só refletirá melhor as preferências deste mas também irá melhorar a experiência do usuário e, portanto, a taxa de retenção de clientes de ISP, motivo maior para a sobrevivência do negócio.
- Como exemplo, podemos considerar um usuário residencial assistindo um video-streaming, com baixa taxa por estar também copiando dados com um aplicativo de backup online. Se o ISP quiser servir melhor os seus clientes, eles precisariam: Detectar o tráfego de vídeo, avaliar se o usuário prefere uma taxa de bits superior - este não é óbvio, porque o serviço de vídeo irá deliberadamente escolher um bit-rate baixo; Escolha uma configuração mais adequada para o serviço.
- Se em vez disso, o usuário puder simplesmente expor sua preferência como "Meu vídeo Netflix deve transmitir com qualidade HD", ou "eu quero chamadas de vídeo do Skype para a minha mãe numa maior qualidade", então a rede doméstica e o ISP podem melhor atender às necessidades do usuário provendo o melhor serviço possível.
- Duas inovações são requeridas para realizar tal serviço. Primeiro, será necessária uma forma muito fácil de interagir com o usuario e um agente intuitivo que permita aos usuários leigos expressarem suas escolhas (ou escolher um perfil), e traduzi-las para a rede semanticamente (taxa de bits, baixa latência, prioridade, etc.) Em segundo lugar, a preferência do usuário (em semântica da rede) tem de ser comunicada ao ISP através de uma abstração simples e estável, que por sua vez precisa ser implementado no caminho de dados de rede.
- Da forma mais simples, poderíamos apenas tratar da largura de banda na rede provisionando entre diferentes aplicações, diferentes pesos nos roteadores ao longo do caminho com a técnica Weighted-FairQueueing (WFQ).
- A proposta é ir além, fatiando o controle da rede entre as aplicações, bem como a largura de banda, e criar facilidades para introduzir formas inovadoras para controlar cada serviço. Por exemplo, um provedor de serviços de streaming de vídeo poderia propor novas ferramentas para melhorar a qualidade de encaminhamento do ISP para o aparelho de TV em casa, mesmo na presença de interferência wireless.
- É descrito ainda um projeto para uma rede doméstica, onde os usuários especificam suas escolhas e sinalizações para o ISP. É considerada a divisão de trabalho entre usuários e provedores, e são descritos os user-agents, que traduzem as intenções do usuário de alto nível para a semântica de rede em baixo nível.