Matheus-jose
Nascido no ano de 1999, percorri toda a minha vida ao lado dos meus pais, nos quais, por eles, possuo grande apreço de carinho.
Estudei, toda a minha vida, em um colégio público. Desse modo, necessitei, diversas vezes, pedir a Alguém que desse-me forças para alavancar os meus conhecimentos. Além do mais, Ele, a este mundo transcende. Logo, tenho uma grandiosa tarefa a se desenvolver para alegrá-lo.
Digo, a todos que comigo caminham, que um dos melhores períodos da minha vida foi o de quando estudava para o vestibular. Isso se deu, principalmente, pelo fato de eu aprender o real significado da palavra estudar. Considerava-me um estudante de verdade, que flamejava por conhecimento e pelo querer alcançar coisas para a minha família, que, por ora, não comentarei sobre.
Adorava aprofundar conceitos em matemática, física e química. Sobretudo, tinha grande entusiasmo por política e filosofia. Tanto é que, até os dias atuais, mantenho essa curiosidade acesa, entretanto, por delimitação de tempo, não posso dedicar tanto aos últimos citados. Mas, de todo modo, desfruto de diversas boas leituras.
A despeito de livros, possuo um exorbitante amor por ficção. E, um dos meus prediletos, é a Trilogia da Fundação, por Isaac Asimov.
Como dito anteriormente, dediquei-me ao máximo no período do terceiro ano do Ensino Médio. E, o tempo decorria. A data da prova aproximava-se e o meu psicológico estava muito bem trabalhado. E, assim, o fiz. Ao terminado o teste, tinha certeza que houvera conseguido bom êxito. Portanto, bastava, naquele momento, aguardar pelo tão sonhado resultado.
Naquele intermédio, os meus neurônios estavam pulsando fortemente, pois, ainda não havia decidido o que realmente cursaria. Eu tinha três grandes palpites pessoais: cursar Engenharia Civil, Engenharia Química ou Ciência da Computação.
Passou-se um mês, e as notas finalmente foram liberadas. Finalmente necessitava fazer a minha decisão de vida. E, assim como notado, escolhi Ciência da Computação. Há vários motivos por detrás dessa escolha, e eles são bastante pessoais. Envolvem muito o meu contexto familiar e visão de planos de vida.
Hoje, já integrado-me ao meio da computação, digo que estou enfrentando grandes desafios. Adoro, cada vez mais, este curso. Pois, a todo momento, preciso estar em contato intenso com os estudos. E esse é um dos motivos primordiais da minha perspectiva de vida.
Ademais, crio grandes expectativas para o futuro, principalmente para o meu querer estudar, pelo meu querer alcançar novos horizontes.
Penso que, ao que segue, tenho muito ao que conhecer. Não tenho uma área fixa na qual gostaria de trabalhar, pois há diversas áreas às quais necessitarei dedicar horas de trabalho a conhecer.