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Edição das 10h26min de 16 de julho de 2014
MEHAR
- Mondial Entities Horizontally Addressed by Requirements
Colaboradores
- Alex Vaz Mendes - 9945-3763 - alexvazmendes@gmail.com
- Caio Eduardo Cunha Machado Caetano - 9990-8108 - caio@algartelecom.com.br
- Gabriel Fernandes Machado - 9232-6118 - gfmachado22@gmail.com (Entrada em 22/07/2011)
- Bruna Lorena Rodrigues Gondin - 8825-2351 - bruna.lorenagondin@gmail.com (Entrada em 28/06/12)
- Hélvio Pereira de Freitas - 9992-2213 - helvio@algartelecom.com.br (Entrada em 20/02/13)
- Luiz Cláudio Theodoro - 9976-2676 - lclaudio@algartelecom.com.br
- Pedro Macedo Leite - 9992-1743 - pedro.larva@gmail.com (Entrada em 11/10/2013)
Estudo
Básico
QoS
- Aulas de TRC - 2006 - Pitágoras
- Arquivo:TRC23 - Aula 02 - Definição.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 03 - Parâmetros.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 04 - Aplicações Multimídia.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 05 - Warriors of the net.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 06 - Técnicas de QoS.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 07 - Enfileiramento.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 08 - Exemplos de Serviço com COS.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 08 - Modelos de QoS.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 09 - RSVP.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 10 - RootNet.pdf
- Arquivo:TRC23 - Aula 10 - Tráfego de Rede.pdf
SDN
- Introdução SDN
- Projetos SDN
- SDN
- OpenFlow
- RouteFlow
- Workspace
- Edobra
- FlowVisor
- FINLAN
- Ofelia
- Testbed Brazil
NFV
Redes Virtuais
Redes Metro
- Apresentação Expansão MetroEthernet
- Treinamento Básico - MetroEthernet
- Spanning Tree
- Spanning Tree Protocol v1.21 – Aaron Balchunas
- Roteadores
- Interação com roteadores
- Thiago Mundim
- Artigo Redes Metro em Ambientes Telecom:
- Este artigo apresenta o estudo e aplicação da tecnologia de Redes Metro Ethernet em ambientes de telecom para prover um meio de comunicação em a ltas velocidades baseado no protocolo Ethernet. A partir de uma infraestrutura operacional instalada, este projeto descreve as etapas da implementação dos equipamentos e serviços que poderão ser oferecidos aos clientes da empresa alvo.
- MetroEthernet
- Arquivo:Artigo - Redes Medtro em ambientes Telecom.pdf
- Artigo Metro Ethernet
- Fraulob, Davi M. Piacentini, Edgar J. Metro Ethernet. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba. 2006.
- O mercado tem cada vez mais buscado por soluções de rede que tenham baixo custo e garantam qualidade de serviço, propiciando interconexão entre as redes corporativas geograficamente distribuídas e também com a internet. As redes Metro Ethernet tem se mostrado uma escolha óbvia, por propiciar simples administração, baixo custo, fácil interconexão e boa granularidade de banda. Novos protocolos têm sido propostos de maneira a atribuir a estas redes qualidade de serviço, segurança e robustez, de modo a se aproximar das características das redes de circuito tradicionais, mantendo as vantagens de uma rede de pacotes.
- Arquivo:Metro Ethernet - 2006.pdf
- Cisco - Especificação Técnica - Metro Ethernet
Visitas
IEEE 802.1
Simulação
- Mininet
- An Instant Virtual Network
Trabalhos relacionados
Testbed OFELIA Facility
- Artigo Original:
- Artigo reescrito:
- Computer Networks - Future Internet Testbeds - Part I
- Special Issue
- Future Internet Testbeds - Part I
- James PG Sterbenz
- David Hutchinson
- Paul Muller
- Chip Elliot
- Computer Networks - Future Internet Testbeds - Part I
RINA
- Artigos:
- The Last Waltz and move beyond TCP/IP
Overwiew
- Direcionado pelos requisitos das redes e aplicações emergentes, a Internet tem se tornado uma miscelânea arquitetural com crescente complexidade que se esforça para lidar com as mudanças. A Lei de Moore impediu-nos de reconhecer que o problema não se esconde nas grandes exigências de aplicações de hoje mas sim nas falhas do projeto original da Internet. A Internet precisa mover-se além do TCP/IP para ter longa vida, TCP/IP efetivamente perdeu sua utilidade.
- A Recursive InterNetwork Architecture (RINA) é uma nova arquitetura Inter-redes cujo principio fundamental é que a rede é apenas um comunicação inter-processos (IPC). RINA reconstrói a estrutura global da Internet, formando um modelo que compreende uma única camada de repetição, o DIF (Distributed IPC Facility) que é o conjunto mínimo de componentes exigidos para permitir IPC distribuídos entre processos de aplicação. RINA suporta inerentemente e sem a necessidade de mecanismos extras de mobilidade, multi-homing e QoS, fornece um ambiente seguro e configurável, motiva um mercado mais competitivo e permite uma adoção gradual.
- RINA é a melhor escolha para as redes de próxima geração devido à teoria, simplicidade e aspectos que habilita.
Introdução
- O resultado é, em essência, a primeira "teoria unificada da rede", e leva a uma infra-estrutura de rede mais simples, mais poderosa e, acima de tudo, mais escalável. O livro, estabelece as bases para a forma de explorar o resultado na concepção, desenvolvimento, gestão e à medida que avançamos para além das limitações da Internet.
- Mostra como muitos mecanismos complexos na Internet de hoje (multihoming, mobilidade e multicast) estão em colapso, simplesmente cmo consequência da estrutura original
- A conclusão inevitável é que a Internet é uma demonstração inacabada, e que tem vivido na Lei de Moore de 30 anos por meio de remendos.
- Derivaçã o conceito de que a rede é a comunicação entre processos (IPC) produzindo um modelo IPC distribuído que se repete com diferentes alcances e faixas de operação.
Conceito
- A premissa básico desta arquitetura, ainda numa perspectiva inicial, é que a rede não é um conjunto de camadas com diferentes funções mas, mais que isso, uma camada simples de IPCs - Inter-Proccess Communication distribuído que repete sobre diferentes escopos
- Cada instância desta camada IPC repetida implementa as mesmas funções/mecanismos mas políticas são otimizadas para operar sobre diferentes intervalos de espaço de performance (capacidade, atraso, loss, etc)
- OS DAPs - Distributed Application Processes comunicam-se via facilidade IPC e podem também ser IPCs
Visão da arquitetura RINA
- Distributed IPC Facility (DIF) and Distributed Application Facility (DAF)
- O DIF é um SBB - Service Building Block que pode ser repetido e composto em camadas para construir um amplo conjunto de serviços que encontram seus requisitos
- Um DIF pode ser pensado como uma rede privada e isto é diferente das definições tradicionais de camada na arquitetura TCP/IP
- Primeiro, um DIF não executa uma função única ou um pequeno subconjunto de funções pré-determinadas mas um conjunto coordenado de políticas de funções gerenciadas para atingir o serviço IPC desejado
- Segundo, o DIF naturalmente separa várias questões, incluindo operação sobre escalas de tempo diferentes (transferência de dados de curto prazo e multiplexação versus gerenciamento de conexões de longo prazo e problemas no controle de acesso)
- Geralmente, chamamos um conjunto de Distributed Application Processes (DAPs) cooperantes para executar uma certa função e um Distributed Application Facility (DAF)
- Esta função pode ser um serviço de comunicação, serviço de gerenciamento ou outro serviço qualquer
- Um DIF é um DAF específico cujo trabalho é apenas fornecer serviços de comunicação.
- Propósito:
- O protótipo do RINA pode ser usado como ferramenta de rede para habilitar pesquisadores no desenvolvimento e teste de protocolos próprios e aplicações de rede
- Pesquisadores podem alavancar APIs e usar o protótipo para testar as políticas existentes em seus ambientes customizados
- Podem adicionar novas regras ou utilizar o serviço de comunicação RINA para escrever aplicações externas
- Também serve como ferramenta de ensino para ajudar estudantes a entender os princípios básicos ou executar pesquisa avançada nas Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos
- Aspectos:
- DIF pode ser fácil e rapidamente configurado e customizado para alavancar os mecanismos fornecidos em seu framework
- Políticas configuráveis incluem instanciação de vários mecanismos de gerenciamento, ou seja, roteamento e registro
- Nenhuma das ferramentas de simulação e emulação permite que pesquisadores testem diferentes regras de roteamento em redes privadas diferentes (DIFs), cada uma com seu escopo limitado
- Arquitetura RINA suporta SDN
- Usuários podem configurar uma rede virtual privada simplesmente com um DIF de alto nível ou DAF - Distributed Application Facility (DAF)
- Instancia uma variedade de mecanismos em vez de apenas encaminhar como no OpenFlow
- Recursão: Outro aspecto que torna a arquitetura RINA única no espectro de testes
- O mesmo mecanismo (transporte, roteamento e outros mecanismos de gerenciamento) são repetidos sobre diferentes escopos e potencialmente instanciados como diferentes políticas
- Ambos, tráfego de dados e controle são agregados e transferidos para camadas IPC mais baixas e cada DIF (privado) regula e aloca recursos para o tráfego originado do usuaŕio de DIFs de alto nível ou de aplicações
IRATI
Objetivos
- Aperfeiçoar as especificações e o modelo de referência da arquitetura RINA com foco nos DIFs sobre Ethernet: O aperfeiçoamento das especificações RINA realizados dentro do IRATI serão direcionados por 3 forças principais: i) a especificação de um DIF sobre Ethernet como o meio físico subjacente, (ii) a realização das especificações que habilitam o RINA a fornecer um nível de serviço similar à Internet atual (baixa segurança, melhor esforço) e (iii) o projeto usa caso objetivando cenários ambiciosos que estão desafiando as redes TCP/IP atuais (buscando aspectos como multi-homing, segurança ou QoS). Os parceiros industriais em consórcio lideral a elaboração dos casos de uso com a entrada do External Advisory Board.
NVN
- NetSocket:
- www.netsocket.com/
- Case: Data Center
- Case: Escritório
Slicing
Documentação
Artigos e Livros
- EDOBRA:
- Artigo FIABook:
- Tânia Tronco:
- Iniciação Científica
Modelos
Evolução
- 1-OntoBra-artigo-Po1
- Ontologia em Redes de Computadores
- Arquivo:1-OntoBra-artigo-Po1.pdf
- 2-NTMS-IEEE-069-073-PID992592
- Distributed Systems Ontology
- Arquivo:2-NTMS-IEEE-069-073-PID992592.pdf
- 3-NTMS-IEEE-116-121-PID992662
- Horizontal Address Ontology in Internet Architecture
- Arquivo:3-NTMS-IEEE-116-121-PID992662.pdf
- 4-I2TS-62789
- Implementação do Protocolo FINLAN
- Arquivo:4-I2TS-62789.pdf
- 5-I2TS-62641
- Proposal for Hybrid Communication in Local Networks
- Arquivo:5-I2TS-62641.pdf
- 6-I2TS-62677
- Horizontal Address by Title in the Internet Architecture
- Arquivo:6-I2TS-62677.pdf
- 7-ICNS-IEEE-ICNS-10142-3969a007
- Horizontal Addressing by Title in a Next Generation Internet
- Arquivo:7-ICNS-IEEE-ICNS-10142-3969a007.pdf
- 8-CNS-IEEE-ICNS-10193-3969a018
- Optimization Proposal for Communication Structure in Local Networks
- Arquivo:8-CNS-IEEE-ICNS-10193-3969a018.pdf
- 9-ICNS-IEEE-ICNS-10249-3969a032
- FINLAN Packet Delivery Proposal in a Next Generation Internet
- Arquivo:9-ICNS-IEEE-ICNS-10249-3969a032.pdf
- 10-Versao-Publicada-I2TS2010-78152_1
- Network Headers Optimization for Distributed Programming
- Arquivo:10-Versao-Publicada-I2TS2010-78152 1.pdf
- 11-Publicacao-Journal-IARIA
- Layers Optimization Proposal in a Post-IP Network
- Arquivo:11-Publicacao-Journal-IARIA.pdf
- 12-FIA Bool 2011 - Meeting Services
- Meeting Services and Networks in the Future Internet
- Arquivo:12-FIA Bool 2011 - Meeting Services.pdf
- 13-FIA Bool 2011 - Title Model
- Title Model Ontology for Future Internet Networks
- Arquivo:13-FIA Bool 2011 - Title Model.pdf
- 14-IEEE-Transactions-9TLA2_12SouzaPereira
- Title Model for Computer Networks Optimization
- Arquivo:14-IEEE-Transactions-9TLA2 12SouzaPereira.pdf
- 15-Versao-Publicada-SBRC-2011-ST02_4
- Domain Title Service for Future Internet Networks
- Arquivo:15-Versao-Publicada-SBRC-2011-ST02 4.pdf
- 16-FIA Book 2012 - FINLAN
- Title Model for Computer Networks Optimization
- Arquivo:16-FIA Book 2012 - FINLAN.pdf
Colaborações
- A01 - OpenFlow-main-1-Felippe
- Avaliação do impacto no desempenho do OpenFlow eXtensible Match
- Arquivo:A01 - OpenFlow-main-1-Felippe.pdf
Discussões
- Como se faz o reenvio e roteamento de pacotes no FINLAN?
- Como o FINLAN faz a reordenação dos pacotes?
- Existe enfileiramento para uma posterior remontagem?
- Como a aplicação conversa com o DTS?
- Podemos usar o termo pacote ou seria frame?
- O que seriam os títulos?
- A quantidade de roteadores pode ser um requisito?
- Se foram feitos experimentos com o ETCP, onde o FINLAN vai entrar?
Sites
Entidades
- IEEE Communications Society [1]
- Sociedade Brasileira de Telecomunicações [2]
- W3C [3]
- W3C Semantic Web Activity [4]
Diversos
- TED [5]
- Academic Earth [6]
- TED - Web Semantic
Eventos
- The Fifth International Conference on Access Networks ACCESS 2014
- 1st CfP: ACCESS 2014 || June 22 - 26, 2014 - Seville, Spain
- http://www.iaria.org/conferences2014/ACCESS14.html
- 2014 International Conference on Information Science, Electronics and Electrical Engineering - ISEEE 2014
- April 26-28, 2014
- Sapporo City, Hokkaido, Japan
- http://www.iseee.org/submission.asp
SBRC 2012
- XXX Brazilian Symposium on Computer Networks and Distribued Systems
- Mini-Curso 1: Grandes Massas de Dados na Nuvem: Desafios e Técnicas para Inovação
- Tutorial: Internet Routing
- Palestra: Medindo a Qualidade dos Backbones entre os Sistemas Autônomos Brasileiros: Rastreamento de Problemas
- Palestra: Challenges in Content Distribution: the Cloud vs. the crowd
- Sessão Técnica 4: Sistemas Peer-to-Peer
- Palestra: Multilayer Networks, Network Virtualization, and System Stability
- Palestra: Tracking the Internet into the 21st Century
- Palestra: Pocket Switched Networks: Mobility at Work
- Sessão Técnica 11: Virtualização
- Salão de Ferramentas
- Palestra: Software Defined Networks: History, Hype and Hope
- Palestra: Petrobras: Caracterização, Controle e Planejamento de Tráfego em Redes de Missão Crítica
- Sessão Técnica: Grades Computacionais e Computação em Nuvem
- WPEIF: III Workshop de Pesquisa Experimental da Internet do Futuro
Reuniões
{{#forminput:form=Reuniao|button text=Crie um nova Reunião}}
ETArch Pilot - 16/07/14
ETArch Pilot - 09/07/14
ETArch Pilot - 25/06/14
ETArch Pilot - 17/06/14
ETArch Pilot - 04/06/14
ETArch Pilot - 28/05/14
ETArch Pilot - 21/05/14
ETArch Pilot - 14/05/14
ETArch Pilot - 07/03/14
ETArch Pilot - 05/03/14