Alex Vaz Mendes (discussão | contribs)
Alex Vaz Mendes (discussão | contribs)
Linha 194: Linha 194:


* [[Open vSwitch]]
* [[Open vSwitch]]
<br>


= Trabalhos relacionados =
= Trabalhos relacionados =

Edição das 11h38min de 24 de outubro de 2014

MEHAR

  • Mondial Entities Horizontally Addressed by Requirements


Colaboradores


  • Alex Vaz Mendes - 9945-3763 - alexvazmendes@gmail.com
  • Gabriel Fernandes Machado - 9232-6118 - gfmachado22@gmail.com (Entrada em 22/07/2011)
  • Bruna Lorena Rodrigues Gondin - 8825-2351 - bruna.lorenagondin@gmail.com (Entrada em 28/06/12)
  • Hélvio Pereira de Freitas - 9992-2213 - helvio@algartelecom.com.br (Entrada em 20/02/13)
  • Luiz Cláudio Theodoro - 9976-2676 - lclaudio@algartelecom.com.br
  • Pedro Macedo Leite - 9992-1743 - pedro.larva@gmail.com (Entrada em 11/10/2013)
  • Pedro Henrique Aparecido Damaso de Melo - 9769-2213 - pedroh@algartelecom.com.br (Entrada em xx/xx/xxxx)
  • Flávio Oliveira Silva - 9971-4589 - flavio@ufu.br
  • Ronaldo José Ferreira - 9992-0378 - ronaldo@algartelecom.com.br


Horários de Estudo


Dia SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA
Horário 07-09-11-13-15-17-19-21 07-09-11-13-15-17-19-21 07-09-11-13-15-17-19-21 07-09-11-13-15-17-19-21 07-09-11-13-15-17-19-21
Luiz Cláudio Theodoro . . . . .
Alex Vaz Mendes . . . . .
Bruna Lorena Rodrigues Gondin . 20-22h 20-22h . .
Pedro Henrique Aparecido Damaso de Melo . . . . .
Gabriel Fernandes Machado . . . . .


  • Cronograma de Estudo - Bruna Lorena
    • 01. 10/10//2014
    • 02. 17/10//2014
    • 03. 24/10//2014
    • 04. 31/10//2014
    • 05. 07/11//2014
    • 06. 14/11//2014
    • 07. 21/11//2014
    • 08. 28/11//2014
    • 09. 05/12//2014
    • 10. 12/12//2014
    • 11. 19/12//2014

Estudo


Básico






QoS


  • Aulas de TRC - 2006 - Pitágoras



SDN

NFV

Redes Virtuais



Redes Metro





  • Spanning Tree
    • Spanning Tree Protocol v1.21 – Aaron Balchunas




  • Artigo Redes Metro em Ambientes Telecom:
    • Este artigo apresenta o estudo e aplicação da tecnologia de Redes Metro Ethernet em ambientes de telecom para prover um meio de comunicação em a ltas velocidades baseado no protocolo Ethernet. A partir de uma infraestrutura operacional instalada, este projeto descreve as etapas da implementação dos equipamentos e serviços que poderão ser oferecidos aos clientes da empresa alvo.
    • MetroEthernet
    • Arquivo:Artigo - Redes Medtro em ambientes Telecom.pdf


  • Artigo Metro Ethernet
    • Fraulob, Davi M. Piacentini, Edgar J. Metro Ethernet. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba. 2006.
    • O mercado tem cada vez mais buscado por soluções de rede que tenham baixo custo e garantam qualidade de serviço, propiciando interconexão entre as redes corporativas geograficamente distribuídas e também com a internet. As redes Metro Ethernet tem se mostrado uma escolha óbvia, por propiciar simples administração, baixo custo, fácil interconexão e boa granularidade de banda. Novos protocolos têm sido propostos de maneira a atribuir a estas redes qualidade de serviço, segurança e robustez, de modo a se aproximar das características das redes de circuito tradicionais, mantendo as vantagens de uma rede de pacotes.
    • Arquivo:Metro Ethernet - 2006.pdf



Visitas


Controladores


Virtualização/Simulação




Trabalhos relacionados


Para Leitura


  • A01. HIP Based Network Access Protocol in Operator Network Deployments
    • http://www.rinta-aho.org/papers/M2NM_napi.pdf
      • Host Identity Protocol based Network Attachment Protocol assume autenticação de acesso e suporta criação de associação de autenticação de segurança para serviços de terceiros.


  • A02. IP Broadband Architecture for Service Experience
    • http://www.huawei.com/br/static/HW-081061.pdf
      • Solução integrada da Huawei que pretende implementar ALL IP em FMC. Basicamente uma evolução de NGN-IMS com facilidades para a operadora em termos de controle, gerenciamento, QoS. Implementa aspectos de QoE.


  • A03. The Future of Telecom Operators: Capabilities for Rapid Change
    • http://www.strategyand.pwc.com/global/home/what-we-think/reports-white-papers/article-display/future-telecom-operators-capabilities-rapid
      • Três tendências estão forçando a evolução da indústria de telecom: demanda por conectividade ubíqua, a ascensão de tecnologia modulares e o aumento da competição fora da indústria.
      • Operadoras deve repensar os requerimentos necessários para ter sucesso através de sua cadeia de valor
      • Operadoras podem escolher seus direcionamentos estratégicos baseados em modelos de negócios como: Network guarantor, Business Enablers, Experience Creator and Global Multimaker
      • Cadeia de valor da telecom: Gerenciamento da infraestrutura bit-pipe, Serviços de Acesso e Provisionamento, Desenvolvimento e Entrega de Aplicações e Interação do Usuário Final.
      • Inovação e dedicação profunda para as necessidades do usuário serão críticas para criadores de experiência


  • A04. Content, connectivity, and cloud: ingredients for the network of the future
    • http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=5936156
      • Information-centric networking: Armazenamento para informações de caching é parte da infraestrutura básica da rede, um serviço de rede pode ser definido em termos de objetos de informação nomeados, por exemplo, páginas web, imagens, vídeos ou documentos de texto.
      • Cloud Networking é a integração de gerenciamento de recursos da rede com Cloud Computing ou ainda, o provisionamento de recursos da nuvem distribuídos com os serviços rede para conectar cada recurso distribuído de forma confiável a uma qualidade requerida
      • Open Connectivity soluciona problemas reais como a introdução de novos serviços que geram um processo pesado devido a complexidade de configurações necessárias para acordos de roaming, por exemplo.
      • Conceitos: CCN, NetInf, PSIRP e Dona
      • NetInf ICN Architecture desenvolvido no projeto 4WARD tres componentes principais: esquema de nomeação para objetos de informação (IOs), resolução de nome e sistema de roteamento e armazenamento in-network para caching
      • Open Connectivity Services pode ser mostrado por meio de uma arquitetura de transporte multi-camadas e interfaces (UNI: user-to-network interface e NNI: network-to-network interface)


  • A05. Standardizing a reference model and autonomic network architectures for the self-managing future internet
    • http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=6085642
      • Um ISG (Industry Specification Group), sob a tutela do ETSI (European Telecommunications Standard Institute) foi formado para padronizar princípios do Self-Managing Future Internet. Existe um esforço para estabelecer uma visão comum entre procedimentos autonômicos e abordagem unificada para engenharia de rede de ambas as propostas. São trabalhos relacionados com “Scenarios, Use Cases, and Requirements for Autonomic/Self Managing Future Internet” e “Architectural Reference Model for Autonomic Networking and Self-Management.” Deve continuar com um novo item de trabalho denominado "Requirements Analysis and Specification of Implementation-oriented Solutions for Autonomicity and Self-Management.”
      • Alguns SDOs (Standards Developing Organizations) estão começando a incorporar conceitos de auto-gerenciamento. De fato, a aliança NGMN (Next Generation Mobile Network) tem desenhado requisitos e casos de uso para o SON (Self-Organizing Network) enquanto o 3GPP (3rd Generation Partnership Project) tem avaliado como isto pode ser incorporado às futuras redes móveis.
      • Tecnologias emergentes como IMS, NGN, LTE, EPC, FI, IoT, M2M e IaaS/NaaS são direcionadores chaves que demandar a evolução da arquitetura de rede subjacente, denominada de “flat architecture” que pretende reduzir os custos de OPEX.
      • A abordagem proposta baseia-se na criação e manutenção autonômica de uma topologia sobreposta que logicamente interconecta todos os nós/objetos participantes da rede física. Funcionalidades Self-configuration, self-optimization, and self-healing são suportadas.
      • A AFI tem ligações com as seguintes organizações externas: 3GPP e NGMN, TMF, ITU-T FGFN group, BroadBand Forum, IETF, ETSI TISPAN.


  • A06. Developing Information Networking Further: From PSIRP to PURSUIT (Este projeto assim como o IRATI pode ser uma referência de projeto europeu. Neste caso o objetivo é o deploy do PSIRP)
    • http://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-642-30376-0_1
      • PSIRP (PublishSubscribe Internet Routing Paradigm) é um projecto financiado pela UE FP7 que desenvolveu uma Arquitetura CleanSlate para a Internet do Futuro, com base nas primitivas PublishSubscribe. A visao do PSIRP é uma pura arquitetura de Internet information-centric e alguns dos princípios usados são: Identidades Content-based, aplicação recursiva de idéias., técnicas criptográficas e Trust-To-Trust.








Testbed OFELIA Facility






RINA



Overwiew


  • Direcionado pelos requisitos das redes e aplicações emergentes, a Internet tem se tornado uma miscelânea arquitetural com crescente complexidade que se esforça para lidar com as mudanças. A Lei de Moore impediu-nos de reconhecer que o problema não se esconde nas grandes exigências de aplicações de hoje mas sim nas falhas do projeto original da Internet. A Internet precisa mover-se além do TCP/IP para ter longa vida, TCP/IP efetivamente perdeu sua utilidade.


  • A Recursive InterNetwork Architecture (RINA) é uma nova arquitetura Inter-redes cujo principio fundamental é que a rede é apenas um comunicação inter-processos (IPC). RINA reconstrói a estrutura global da Internet, formando um modelo que compreende uma única camada de repetição, o DIF (Distributed IPC Facility) que é o conjunto mínimo de componentes exigidos para permitir IPC distribuídos entre processos de aplicação. RINA suporta inerentemente e sem a necessidade de mecanismos extras de mobilidade, multi-homing e QoS, fornece um ambiente seguro e configurável, motiva um mercado mais competitivo e permite uma adoção gradual.
  • RINA é a melhor escolha para as redes de próxima geração devido à teoria, simplicidade e aspectos que habilita.



Introdução


  • O resultado é, em essência, a primeira "teoria unificada da rede", e leva a uma infra-estrutura de rede mais simples, mais poderosa e, acima de tudo, mais escalável. O livro, estabelece as bases para a forma de explorar o resultado na concepção, desenvolvimento, gestão e à medida que avançamos para além das limitações da Internet.
    • Mostra como muitos mecanismos complexos na Internet de hoje (multihoming, mobilidade e multicast) estão em colapso, simplesmente cmo consequência da estrutura original
  • A conclusão inevitável é que a Internet é uma demonstração inacabada, e que tem vivido na Lei de Moore de 30 anos por meio de remendos.
    • Derivaçã o conceito de que a rede é a comunicação entre processos (IPC) produzindo um modelo IPC distribuído que se repete com diferentes alcances e faixas de operação.

Conceito


    • A premissa básico desta arquitetura, ainda numa perspectiva inicial, é que a rede não é um conjunto de camadas com diferentes funções mas, mais que isso, uma camada simples de IPCs - Inter-Proccess Communication distribuído que repete sobre diferentes escopos
    • Cada instância desta camada IPC repetida implementa as mesmas funções/mecanismos mas políticas são otimizadas para operar sobre diferentes intervalos de espaço de performance (capacidade, atraso, loss, etc)
    • OS DAPs - Distributed Application Processes comunicam-se via facilidade IPC e podem também ser IPCs


Visão da arquitetura RINA


  • Distributed IPC Facility (DIF) and Distributed Application Facility (DAF)
    • O DIF é um SBB - Service Building Block que pode ser repetido e composto em camadas para construir um amplo conjunto de serviços que encontram seus requisitos
    • Um DIF pode ser pensado como uma rede privada e isto é diferente das definições tradicionais de camada na arquitetura TCP/IP
    • Primeiro, um DIF não executa uma função única ou um pequeno subconjunto de funções pré-determinadas mas um conjunto coordenado de políticas de funções gerenciadas para atingir o serviço IPC desejado
    • Segundo, o DIF naturalmente separa várias questões, incluindo operação sobre escalas de tempo diferentes (transferência de dados de curto prazo e multiplexação versus gerenciamento de conexões de longo prazo e problemas no controle de acesso)
    • Geralmente, chamamos um conjunto de Distributed Application Processes (DAPs) cooperantes para executar uma certa função e um Distributed Application Facility (DAF)
    • Esta função pode ser um serviço de comunicação, serviço de gerenciamento ou outro serviço qualquer
    • Um DIF é um DAF específico cujo trabalho é apenas fornecer serviços de comunicação.


  • Propósito:
    • O protótipo do RINA pode ser usado como ferramenta de rede para habilitar pesquisadores no desenvolvimento e teste de protocolos próprios e aplicações de rede
    • Pesquisadores podem alavancar APIs e usar o protótipo para testar as políticas existentes em seus ambientes customizados
    • Podem adicionar novas regras ou utilizar o serviço de comunicação RINA para escrever aplicações externas
    • Também serve como ferramenta de ensino para ajudar estudantes a entender os princípios básicos ou executar pesquisa avançada nas Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos


  • Aspectos:
    • DIF pode ser fácil e rapidamente configurado e customizado para alavancar os mecanismos fornecidos em seu framework
    • Políticas configuráveis incluem instanciação de vários mecanismos de gerenciamento, ou seja, roteamento e registro
    • Nenhuma das ferramentas de simulação e emulação permite que pesquisadores testem diferentes regras de roteamento em redes privadas diferentes (DIFs), cada uma com seu escopo limitado
    • Arquitetura RINA suporta SDN
    • Usuários podem configurar uma rede virtual privada simplesmente com um DIF de alto nível ou DAF - Distributed Application Facility (DAF)
    • Instancia uma variedade de mecanismos em vez de apenas encaminhar como no OpenFlow
    • Recursão: Outro aspecto que torna a arquitetura RINA única no espectro de testes
    • O mesmo mecanismo (transporte, roteamento e outros mecanismos de gerenciamento) são repetidos sobre diferentes escopos e potencialmente instanciados como diferentes políticas
    • Ambos, tráfego de dados e controle são agregados e transferidos para camadas IPC mais baixas e cada DIF (privado) regula e aloca recursos para o tráfego originado do usuaŕio de DIFs de alto nível ou de aplicações


IRATI


Objetivos


  • Aperfeiçoar as especificações e o modelo de referência da arquitetura RINA com foco nos DIFs sobre Ethernet: O aperfeiçoamento das especificações RINA realizados dentro do IRATI serão direcionados por 3 forças principais: i) a especificação de um DIF sobre Ethernet como o meio físico subjacente, (ii) a realização das especificações que habilitam o RINA a fornecer um nível de serviço similar à Internet atual (baixa segurança, melhor esforço) e (iii) o projeto usa caso objetivando cenários ambiciosos que estão desafiando as redes TCP/IP atuais (buscando aspectos como multi-homing, segurança ou QoS). Os parceiros industriais em consórcio lideral a elaboração dos casos de uso com a entrada do External Advisory Board.

NVN


  • NetSocket:
    • www.netsocket.com/




Slicing




Documentação




Artigos e Livros









Modelos


Evolução


















Colaborações



Discussões


  1. Como se faz o reenvio e roteamento de pacotes no FINLAN?
  2. Como o FINLAN faz a reordenação dos pacotes?
  3. Existe enfileiramento para uma posterior remontagem?
  4. Como a aplicação conversa com o DTS?
  5. Podemos usar o termo pacote ou seria frame?
  6. O que seriam os títulos?
  7. A quantidade de roteadores pode ser um requisito?
  8. Se foram feitos experimentos com o ETCP, onde o FINLAN vai entrar?


Sites

Entidades 


  • IEEE Communications Society [1]
  • Sociedade Brasileira de Telecomunicações [2]
  • W3C [3]
  • W3C Semantic Web Activity [4]


Diversos 

Eventos



  • 2014 International Conference on Information Science, Electronics and Electrical Engineering - ISEEE 2014


SBRC 2012 



Reuniões

{{#forminput:form=Reuniao|button text=Crie um nova Reunião}}

ETArch Pilot - 10/10/14
ETArch Pilot - 03/10/14
ETArch Pilot - 05/09/14
ETArch Pilot - 02/09/14
ETArch Pilot - 29/08/14
ETArch Pilot - 06/08/14
ETArch Pilot - 30/07/14
ETArch Pilot - 23/07/14
ETArch Pilot - 16/07/14
ETArch Pilot - 09/07/14
ETArch Pilot - 25/06/14
ETArch Pilot - 17/06/14
ETArch Pilot - 04/06/14
ETArch Pilot - 28/05/14
ETArch Pilot - 21/05/14
ETArch Pilot - 14/05/14
ETArch Pilot - 07/03/14
ETArch Pilot - 05/03/14