MEHAR

  • Mondial Entities Horizontally Addressed by Requirements


Colaboradores


  • Alex Vaz Mendes - 9945-3763 - alexvazmendes@gmail.com
  • Caio Eduardo Cunha Machado Caetano - 9990-8108 - caio@algartelecom.com.br
  • Gabriel Fernandes Machado - 9232-6118 - gfmachado22@gmail.com (Entrada em 22/07/2011)
  • Bruna Lorena Rodrigues Gondin - 8825-2351 - bruna.lorenagondin@gmail.com (Entrada em 28/06/12)
  • Hélvio Pereira de Freitas - 9992-2213 - helvio@algartelecom.com.br (Entrada em 20/02/13)
  • Luiz Cláudio Theodoro - 9976-2676 - lclaudio@algartelecom.com.br
  • Pedro Macedo Leite - 9992-1743 - pedro.larva@gmail.com (Entrada em 11/10/2013)


Estudo


Básico






QoS


  • Aulas de TRC - 2006 - Pitágoras



SDN

NFV

Redes Virtuais



Redes Metro





  • Spanning Tree
    • Spanning Tree Protocol v1.21 – Aaron Balchunas




  • Artigo Redes Metro em Ambientes Telecom:
    • Este artigo apresenta o estudo e aplicação da tecnologia de Redes Metro Ethernet em ambientes de telecom para prover um meio de comunicação em a ltas velocidades baseado no protocolo Ethernet. A partir de uma infraestrutura operacional instalada, este projeto descreve as etapas da implementação dos equipamentos e serviços que poderão ser oferecidos aos clientes da empresa alvo.
    • MetroEthernet
    • Arquivo:Artigo - Redes Medtro em ambientes Telecom.pdf


  • Artigo Metro Ethernet
    • Fraulob, Davi M. Piacentini, Edgar J. Metro Ethernet. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba. 2006.
    • O mercado tem cada vez mais buscado por soluções de rede que tenham baixo custo e garantam qualidade de serviço, propiciando interconexão entre as redes corporativas geograficamente distribuídas e também com a internet. As redes Metro Ethernet tem se mostrado uma escolha óbvia, por propiciar simples administração, baixo custo, fácil interconexão e boa granularidade de banda. Novos protocolos têm sido propostos de maneira a atribuir a estas redes qualidade de serviço, segurança e robustez, de modo a se aproximar das características das redes de circuito tradicionais, mantendo as vantagens de uma rede de pacotes.
    • Arquivo:Metro Ethernet - 2006.pdf



Visitas


IEEE 802.1



Simulação



Trabalhos relacionados


RINA



  • Conceito:
    • A premissa básico desta arquitetura, ainda numa perspectiva inicial, é que a rede não é um conjunto de camadas com diferentes funções mas, mais que isso, uma camada simples de IPCs - Inter-Proccess Communication distribuído que repete sobre diferentes escopos
    • Cada instância desta camada IPC repetida implementa as mesmas funções/mecanismos mas políticas são otimizadas para operar sobre diferentes intervalos de espaço de performance (capacidade, atraso, loss, etc)
    • OS DAPs - Distributed Application Processes comunicam-se via facilidade IPC e podem também serem IPCs


  • Visão da arquitetura RINA


  • Distributed IPC Facility (DIF) and Distributed Application Facility (DAF)
    • O DIF é um SBB - Service Building Block que pode ser repetido e composto em camadas para construir um amplo conjunto de serviços que encontram seus requisitos
    • Um DIF pode ser pensado como uma rede privada e isto é diferente das definições tradicionais de camada na arquitetura TCP/IP
    • Primeiro, um DIF não executa uma função única ou um pequeno subconjunto de funções pré-determinadas mas um conjunto coordenado de políticas de funções gerenciadas para atingir o serviço IPC desejado
    • Segundo, o DIF naturalmente separa várias questões, incluindo operação sobre escalas de tempo diferentes (transferência de dados de curto prazo e multiplexação versus gerenciamento de conexões de longo prazo e problemas no controle de acesso)
    • Geralmente, chamamos um conjunto de Distributed Application Processes (DAPes) cooperantes para executar uma certa função e um Distributed Application Facility (DAF)
    • Esta função pode ser um serviço de comunicação, serviço de gerenciamento ou outro serviço qualquer
    • Um DIF é um DAF específico cujo trabalho é apenas fornecer serviços de comunicação.


  • Propósito:
    • O protótipo do RINA pode ser usado como ferramenta de rede para habilitar pesquisadores no desenvolvimento e teste de protocolos próprios e aplicações de rede
    • Pesquisadores podem alavancar nossas APIs e usar o protótipo para testar as políticas existentes em seus ambientes customizados
    • Podem adicionar novas regras ou utilizar o serviço de comunicação RINA para escrever aplicações externas
    • Também serve como ferramenta de ensino para ajudar estudantes a entender os princípios básicos ou executar pesquisa avançada nas Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos


  • Aspectos:
    • DIF pode ser fácil e rapidamente condigurado e customizado para alavancar os mecanismos fornecidos em seu framework
    • Políticas configuráveis incluem instanciação de vários mecanismos de gerenciamento, ou seja, roteamento e registro
    • Nenhuma das ferramentas de simulação e emulação permite que pesquisadores testem diferentes regras de roteamento em redes privadas diferentes (DIFs), cada uma com seu escopo limitado
    • Arquitetura RINA suporta SDN
    • Usuários podem configurar uma rede virtual privada simplesmente com um DIF de alto nível ou DAF - Distributed Application Facility (DAF)
    • Instancia uma variedade de mecanismos em vez de apenas encaminhar como no OpenFlow
    • Recursão: Outro aspecto que torna a arquitetura RINA única no espectro de testes
    • O mesmo mecanismo (transporte, roteamento e outros mecanismos de gerenciamento) são repetidos sobre diferentes escopos e potencialmente instanciados como diferentes políticas
    • Ambos, tráfego de dados e controle são agregados e transferidos para camadas IPC mais baixas e cada DIF (privado) regula e aloca recursos para o tráfego originado do usuaŕio de DIFs de alto nível ou de aplicações


NVN


  • NetSocket:
    • www.netsocket.com/




Slicing




Documentação

Artigos e Livros









Modelos


Evolução


















Colaborações



Discussões


  1. Como se faz o reenvio e roteamento de pacotes no FINLAN?
  2. Como o FINLAN faz a reordenação dos pacotes?
  3. Existe enfileiramento para uma posterior remontagem?
  4. Como a aplicação conversa com o DTS?
  5. Podemos usar o termo pacote ou seria frame?
  6. O que seriam os títulos?
  7. A quantidade de roteadores pode ser um requisito?
  8. Se foram feitos experimentos com o ETCP, onde o FINLAN vai entrar?


Sites

Entidades 


  • IEEE Communications Society [1]
  • Sociedade Brasileira de Telecomunicações [2]
  • W3C [3]
  • W3C Semantic Web Activity [4]


Diversos 

Eventos



  • 2014 International Conference on Information Science, Electronics and Electrical Engineering - ISEEE 2014


SBRC 2012 



Reuniões

{{#forminput:form=Reuniao|button text=Crie um nova Reunião}}
ETArch Pilot - 25/06/14
ETArch Pilot - 17/06/14
ETArch Pilot - 04/06/14
ETArch Pilot - 28/05/14
ETArch Pilot - 21/05/14
ETArch Pilot - 14/05/14
ETArch Pilot - 07/03/14
ETArch Pilot - 05/03/14